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Campus Porto Alegre do IFRS tem atividades paralisadas

25 de fevereiro de 2019

Depois de o início do ano letivo ter sido adiado em função de riscos à segurança da comunidade acadêmica, agora também as atividades administrativas estão suspensas, sendo mantidas apenas aquelas consideradas inadiáveis.

Na segunda-feira, 18/2, a Direção Geral do Campus Porto Alegre do Instituto Federal Rio Grande do Sul (IFRS) decidiu adiar por prazo indeterminado o início das aulas em 2019, que deveria ocorrer em 20 de fevereiro. Ainda no dia 19, o Diretor, Prof. Marcelo Schmitt, chamou os sindicatos que representam técnico-administrativos e docentes para avaliar a continuidade, ou não, das atividades administrativas. Na reunião estiveram presentes representantes do Sindoif SSind – Seção do ANDES-SN no IFRS, da Assufrgs Sindicato e da Adufrgs Sindical.

Na quarta-feira, 20/2, representantes dos técnicos reuniram-se novamente com a direção do Campus, reivindicando a suspensão das atividades administrativas até que haja um laudo técnico atestando a segurança do prédio, sem risco à integridade física e à vida dos servidores e a construção de uma comissão paritária, com membros da administração e servidores, para definir as situações excepcionais em que o acesso ao prédio será permitido, com vistas a salvaguardar patrimônio público, saúde e integridade física da comunidade acadêmica. Segundo a Assufrgs, a pauta foi integralmente acatada pela direção do Campus.

Funcionando desde 2011 em dois edifícios que pertenciam à Ulbra no Centro da capital, o Campus Porto Alegre do IFRS tem projeto de PPCI aprovado pelo Corpo de Bombeiros, porém, sua implantação está atrasada em função do forte contingenciamento de recursos por conta da Emenda Constitucional (EC) nº 95 de 2016.

 

Entenda

Em 15 de fevereiro, a administração recebeu um relatório do setor de infraestrutura e patrimônio do campus indicando riscos no sistema elétrico dos prédios. Na quinta (21/2), o Conselho do Campus se reuniu com representantes da comunidade acadêmica para explicar a situação.

Duas obras recentes, executadas pela própria instituição, estão envolvidas no problema. Em uma delas, de 2015, a empresa contratada não teria entregado o documento conhecido como “as built” (que descreve como a obra foi feita), o que vai contra o descrito em edital de licitação. Em outra, há divergências entre o que consta no “as built” e o que foi entregue.

Para que o primeiro semestre letivo possa ser iniciado o mais rápido possível com segurança, a Reitoria e a direção do Campus POA devem executar um Plano de Ação Emergencial, segundo o qual, na melhor das hipóteses, o prédio principal será liberado até meados de março, e o prédio-garagem – que foi adaptado em salas de aula, gabinetes auditórios – em abril. Para isso, devem ser remanejados recursos da ordem de R$1,2 milhão, solicitados ao SETEC/MEC pelo Reitor em 19 de fevereiro. O Sindoif SSind segue acompanhando a situação.

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