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InformANDES na UFRGS, nº 22, 16/03/2016.

PAUTA:

1-Declaração do MPOG desmascara o governismo da Federação-Proifes.

2-Preparando o 2º Encontro Nacional de Educação (ENE), nos municípios.

3-Comissão Eleitoral homologa Chapa 1 – “Unidade na Luta” para eleição de diretoria do ANDES-SN.

1-Declaração do MPOG desmascara o governismo da Federação-Proifes

Reajuste salarial: o Ministério do Planejamento (MPOG) reconheceu…

No início de janeiro, o Ministério do Planejamento (MPOG) reconheceu que o reajuste dado pelo governo federal aos servidores públicos federais não chega nem perto da reposição inflacionária. O representante do governo declarou: “Em dois anos, a inflação vai dar 17%. E vamos dar reajuste de 7,5%, 8%”.

Resumindo: o “reajuste” reajusta para baixo, arrochando, confiscando salário. Impossível ser mais franco e claro!

Refrescando a memória: a Proifes-Federação garantiu…

Pois bem, em matéria divulgada em 21/11/2015, a Federação-Proifes havia garantido que, em janeiro de 2017, o reajuste governamental acarretaria tão somente “uma perda real de salário de cerca de 1%” – sim, leu bem, colega: uma perda de apenas UM por cento!

Tem mais: a Proifes garantiu “compensação”…

Tem mais: a Proifes acrescentou que esse prejuízo de “cerca de 1%” seria “compensado” pelo “reajuste dos benefícios”, que também fez parte do pacote governamental.

Como compensação?

Ora, o governo revisou as tabelas de três benefícios (auxílios alimentação, saúde e creche) cujos valores estavam congelados havia muitos anos. E revisou de acordo com a inflação passada, acumulada no período do congelamento, incluindo o ano de 2015.

Porém, ao tratar esse reajuste como “compensação”, a Proifes tratou-o como se fosse relativo à inflação… futura, e não passada! Por um passe de mágica, transformou em pretenso reajuste real essa revisão de valores há muito defasados.

O que a Proifes comentou a respeito da declaração, acima referida, do MPOG?

A declaração do MPOG contradisse totalmente e derrubou as garantias e futurologias da Proifes. O que aquela Federação disse, comentou a respeito? Nada, nenhuma palavra; fez de conta que não existiu!

Essa Proifes é mais realista do que o rei!

Fontes

-A referida declaração do MPOG foi feita em entrevista do secretário Mendonça ao Correio Brasiliense:“EXPANSÃO DA FOLHA É BALELA”, DIZ SÉRGIO MENDONÇA

-Leia nossa matéria a respeito (boletim nº 05/2016): Governo reconhece o confisco salarial .

-As declarações da Proifes constam em matéria publicada em 22/11/2015, na página daquela Federação (aqui), e no boletim nº 204, de 21/11/2015, da Adufrgs-Sindical (aqui)

-Para refrescar a memória, (re)leia as análises que este boletim divulgou a respeito do “reajuste” imposto pelo governo e que a Proifes assinou, caracterizando-o como um… “avanço”: aqui ou clicando na vinheta:

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2-Preparando o 2º Encontro Nacional de Educação (ENE), nos municípios

Está em curso a fase de preparação e divulgação da etapa municipal do 2º Encontro Nacional de Educação (ENE).

Quais são as etapas do 2º ENE?

-Etapa Nacional: Quando? 16 a 19 de junho. Onde? Brasília (DF).

-Etapa Estadual/RS: Quando? 21 a 23 de abril. Onde? Porto Alegre.

-Dia 23 de março, em Porto Alegre: reunião de preparação do 2º ENE/RS (horário e local a confirmar)

Etapa Municipal/Santa Maria

O Comitê/Santa Maria de Construção do 2º ENE definiu:

-Dia 15 de março: Dia Municipal em Defesa da Educação, com uma concentração ao final da tarde, na praça Saldanha Marinho, e, a partir das 19h, a exibição (seguida de debate) do documentário “Acabou a paz: isso aqui vai virar o Chile!”, que aborda a experiência de luta dos estudantes secundaristas de São Paulo contra a reorganização escolar.

-Realização do Encontro Municipal do 2º ENE em Santa Maria: Quando? 02 de abril. Onde? Escola Estadual Cilon Rosa.

Leia mais: Atividade preparatória do II ENE ocorre dia 15 de março

Leia mais: Etapa municipal do II ENE promove “cine debate” na praça

Etapa Municipal/Pelotas

Como em Santa Maria e Pelotas, estão ocorrendo reuniões preparatórias.

-Realização do Encontro Municipal do 2º ENE em Pelotas: Quando? 08 de abril. Onde? Auditório do IFSul.

Etapa Municipal/Porto Alegre

Como em Santa Maria e Pelotas, estão ocorrendo reuniões preparatórias.

-Realização do Encontro Municipal do 2º ENE em Porto Alegre: Quando? 31 de março.

Os objetivos do II ENE

O 2º ENE objetiva constituir um efetivo espaço de debate para elaborar um novo projeto de Educação, que permita atualizar o Plano Nacional de Educação elaborado pelos movimentos sociais e entidades da Educação, nos anos 90.

Leia: II ENE será espaço para debater um novo projeto de educação

3-Comissão Eleitoral homologa Chapa 1 – “Unidade na Luta” para eleição de diretoria do ANDES-SN

A Comissão Eleitoral Central (CEC) do Sindicato Nacional homologou a Chapa 1, “Unidade na Luta”, para participar do processo eleitoral para a diretoria do ANDES-SN, no biênio 2016-2018.

“Só tivemos uma chapa inscrita, e os documentos apresentados estão de acordo com o exigido no regimento aprovado no nosso Congresso”, afirma Sônia Meire, presidente da CEC 2016 do ANDES-SN.

A Chapa 1 é encabeçada pela profª Eblin Farage, docente da Universidade Federal Fluminense (UFF). A Seção Sindical/UFRGS é representada pelo prof. Carlos Alberto Gonçalves (ICBS).

Eleição: quando? quem poderá votar?

As eleições ocorrerão, em todo o país, nos dias 10 e 11 de maio. Poderão votar os docentes sindicalizados até o dia 12 de fevereiro de 2016 e que estiverem em dia com suas contribuições financeiras junto à Tesouraria Nacional até 7 de março de 2016.

Confira aqui a nominata da Chapa 1 Unidade na Luta

Leia a matéria na íntegra: Comissão homologa Chapa 1 – “Unidade na Luta” para eleição de diretoria do ANDES-SN

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Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 120/2015, 22/12/2015.

PAUTA:

1-Proifes quer criar sindicato com procurações, sem professores.

2-Funpresp: pressionado, o governa cancelou a retroatividade.

3-Saiu na imprensa: Terceirizados da UFRGS paralisam e protestam na Capital.

1-Proifes quer criar sindicato com procurações, sem professores

Na chuvosa tarde da última sexta-feira, 18/12, realizou-se na FABICO/UFRGS uma “Assembleia Geral Intermunicipal” de professores federais, convocada pela diretoria da Adufrgs-Sindical, para posicionar-se sobre a constituição de um sindicato intermunicipal.

A Assembleia geral foi representativa do “intermunicipal” ou com presença apenas de docentes de Porto Alegre?

Segundo os organizadores, a proposta corresponde ao “anseio” dos professores de 11 municípios. Mas, curiosamente, apenas 4 (sim, colega, leu bem: apenas quatro) dos participantes da Assembleia trabalham em campi fora de Porto Alegre. Havia cerca de 50 professores presentes, em sua maioria sócios da Adufrgs-Sindical.

Não foram poucas as dúvidas e estranhezas manifestadas

Entretanto a mesa contou 312 votantes, incluindo nesse total cerca de 250 procurações, que teriam sido outorgadas por professores de Porto Alegre e de outros sete ou oito municípios.

Para adentrar no plenário, era preciso mostrar contracheque e documento de identidade. Já as procurações tiveram entrada livre, não precisaram mostrar nenhum documento.

No início da Assembleia, foram manifestadas muitas dúvidas sobre o caráter da reunião, o Edital de convocação e a legitimidade de todo o processo. Mas mediante uma sumária votação dos presentes e das procurações, a mesa considerou aprovados os “atos constitutivos” da Assembleia.

A seguir, a mesa apresentou uma proposta de alteração do estatuto da Adufrgs-Sindical. O que causou estranheza, já que não se tratava de uma assembleia dos sócios da entidade.

Também houve certa confusão quando a mesa apresentou ao plenário um texto que mencionava 14 municípios, diferente do que constava do edital.

Procurações anexionistas: 35 decidem por 5000!

Corrigido o lapso, iniciou-se um breve debate, em que se manifestaram visões diferentes acerca da organização sindical e do papel dos sindicatos.

“Por que não foram realizadas Assembleias nos outros municípios?” Essa foi uma das muitas questões que ficaram sem resposta. Pois os procuradores se consideraram suficientemente esclarecidos para votar, e garantiram estar prontos para votar em nome de seus colegas.

Surpreendentemente – ou não –, todos os procuradores votaram favoravelmente à proposta apresentada pela mesa, de modo que a Assembleia encerrou-se por volta das 16 horas, sem mais delongas.

Mas – será mesmo que 35 professores e suas procurações podem decidir sobre a organização e filiação sindical de cerca de 5000 docentes?

O debate continua.

2-Funpresp: pressionado, o governo cancelou a retroatividade

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No último dia 4, o governo publicou a “Orientação Normativa nº 10”, pela qual cancelou a “retroatividade” de “adesão” automática ao Funpresp. Ou seja, cancelou o artigo 6 da Normativa anterior (ON, nº 9) que estabelecia adesão automática para os servidores que ingressaram no serviço público federal entre fevereiro de 2013 e 5/11/2015 – mesmo para quem já havia se manifestado contrário ao Fundo.

O recuo do governo é fruto dos protestos e lutas do ANDES-SN e outras entidades de servidores federais que vinham denunciando a Normativa nº 9 e, particularmente, seu artigo 6. Para entender o histórico do assunto e saber mais a respeito, leia abaixo.

Passo governamental 1: a Lei 13.183/2015  tornou automática a “adesão” ao Funpresp!

Em 5 de novembro deste ano, a presidente Dilma sancionou a Lei 13.183/2015, pela qual passam a ser automaticamente inscritos no fundo de pensão “Funpresp” todos os novos servidores federais com remuneração superior ao teto do Regime Geral de Previdência Social.

A Lei se aplica a todos que ingressarem no serviço público a partir de 3 de janeiro de 2016, os servidores tendo até 90 dias para pedir o cancelamento de sua adesão com direito à restituição integral de suas contribuições.

ANDES-SN: é inconstitucional!

O ANDES-SN e outras entidades decidiram arguir a inconstitucionalidade dessa lei: a lei é inconstitucional porque o Funpresp é uma opção, e o que é opcional não pode ter adesão automática

Passo governamental 2: a ON nº 9 define a alíquota de contribuição e impõe retroatividade de adesão

Em 23 de novembro, o governo divulgou a “Orientação Normativa nº 9”, que regra a “adesão” automática dos servidores ao Funpresp. A ON nº 9 dividiu a adesão automática em dois grupos:

a)para os servidores empossados a partir de 5/11/2015, a adesão automática começa na data da posse, assim como o prazo de 90 dias para pedir o cancelamento da adesão. Ainda, foi fixada pelo governo uma alíquota inicial de contribuição de 8,5 – a mais alta possível.

b)para os servidores empossados entre 4/2/2013 e 5/11/2015, a adesão automática se daria em janeiro, e o prazo de 90 dias para o cancelamento seria contado a partir da data da adesão. Eles poderiam, até 31/12/2015, requerer o cancelamento antecipado da adesão automática. Tratava-se de uma novidade em relação à Lei 13.183/2015 e de mais uma inconstitucionalidade: os servidores empossados antes de 5/11/2015 seriam retroativamente aderidos ao Funpresp!

ANDES-SN repudiou a retroatividade!

Além de reafirmar a inconstitucionalidade da Lei 13.183, o Sindicato Nacional denunciou, junto com outras entidades (Fasubra, Sinasefe), a imposição da alíquota máxima e repudiou a retroatividade da adesão automática.

Pressionado, o governo recuou e cancelou a retroatividade

No dia 04/12, o governo publicou uma nova Orientação Normativa (nº 10), na qual cancelou a retroatividade.

O Sindicato Nacional credita o recuo governamental à campanha de denúncias e à mobilização das entidades (ANDES-SN, Fasubra, Sinasefe e algumas outras).

O recuo do governo é bastante positivo, um êxito, fruto da luta e da divulgação contra o absurdo da retroatividade.

Porém, é importante continuar vigilante, pois a ameaça está posta para quem ingressou no serviço público após novembro de 2015. O ANDES-SN vai persistir na campanha contra o Funpresp, de forma permanente, e arguir a inconstitucionalidade da Lei 13.183/2015.

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Fonte: ANDES-SN, 25/11 e 08/12/2015, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

3-Saiu na imprensa: Terceirizados da UFRGS paralisam e protestam na Capital

Na última segunda-feira, 21/12, paralisaram e realizaram protestos os terceirizados da UFRGS contratados pela empresa “MultiÁgil”.

Reclamavam do atraso no pagamento do 13º salário, vales transporte, alimentação e outros benefícios pela empresa terceirizadora. Além de paralisação do trabalho, foram realizados diversos bloqueios momentâneos de rua.

São corriqueiros esses atrasos de pagamento. A Reitoria da UFRGS não divulgou nota a respeito no portal da Instituição.

A Seção Sindical/UFRGS manifestou sua solidariedade à legítima mobilização dos terceirizados.

Leia mais: Nota da Assufrgs – “Todo apoio ao movimento em defesa dos direitos dos trabalhadores terceirizados da UFRGS

Fonte: Correio do Povo, 22/12/2015, p. 11, e Assufrgs, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 59, 09/07/2014.

PAUTA:

1-Aposentadoria de servidor federal foi diminuindo em 10 anos.

2-Diretoria-Proifes perdeu eleição na Adufms-Sindical.

3-ANDES-SN divulga o caderno de textos do 59º Conad.

 

1-Aposentadoria de servidor federal foi diminuindo em 10 anos

Queda pode ser constatada a partir de comparação com o Salário Mínimo

O valor das aposentadorias dos servidores vem caindo ao longo dos anos. A conclusão se dá a partir do momento em que o montante da aposentadoria é confrontado com o valor do Salário Mínimo. A comparação foi feita pelo jornal “Extra”, das organizações Globo, considerando os dados sobre os rendimentos dos inativos da União, em 2003 e 2013. As informações constam de duas pesquisas da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com base nos Boletins Estatísticos de Pessoal do Ministério do Planejamento.

O que apontam o levantamento da Enap e o comparativo?

Em dez anos, os ganhos mensais (expressos em Salários Mínimos) foram reduzidos até pela metade

Em 2003, a faixa que abrangia o maior número de inativos da União (19,8%) era a que ganhava de R$ 1.501 a R$ 2.500, o que representava entre 7,5 e 12,5 salários mínimos da época (R$ 200 em fevereiro de 2003, data da publicação do boletim usado pela Enap). No ano passado, o valor de benefício do maior grupo de servidores (29,9%) estava na faixa de R$ 3.001 a R$ 4.500, ou seja, entre 4,4 e 6,6 pisos nacionais de 2013 (R$ 678).

Ou seja, o comparativo mostra que os ganhos mensais, convertidos nos pisos nacionais de cada ano, foram reduzidos até pela metade, em uma década.

Comparação entre o setor público e a Regime Geral da Previdência Social

Na comparação entre o setor público e a Previdência Social (que paga os benefícios dos aposentados da iniciativa privada), enquanto, em 2003, metade dos inativos da União, segundo a Enap, ganhava de um salário mínimo até R$ 4.500, no ano passado (2013), essa faixa de valor era alcançada por apenas 30% dos 31 milhões de segurados do INSS. Vale lembrar que, em 2013, o teto previdenciário era de R$ 4.159. Quantias acima dessa eram pagas apenas em casos de decisões judiciais.

Fonte: Aduf-Santa Maria-Seção Sindical, 03/07/2014; edição pela Seção Sindical UFRGS.

2-Diretoria-Proifes perdeu eleição na Adufms-Sindical

A ADUFMS-Sindical é a entidade ligada à Proifes na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. No processo eleitoral realizado no dia 07/05/2014, a chapa 3 ganhou o pleito com 180 votos. Apresentando-se como de oposição à chapa situacionista, a chapa 3 assumiu significativamente a denominação de  “Autonomia Sindical”, para deixar claro seu compromisso de independência perante o Governo, o MEC e a Administração central da UFMS.

Diretoria-Proifes foi atropelada

A grande derrotada foi a chapa 1, de situação, identificada com a Proifes: terminou em 3º e último lugar, com 113 votos – atrás da chapa 3 (180 votos) e da chapa 2 (que somou 130 votos). Leia mais aqui.

A nova diretoria assumiu para o biênio 2014-2016 na solenidade de posse havida em 16/05/2014. Leia mais aqui.

Fonte: Adufms-Sindical; edição pela Seção Sindical ANDES/UFRGS.

3-ANDES-SN divulga o caderno de textos do 59º Conad

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  • O 59º Conselho Nacional do ANDES-SN (Conad) acontecerá em Aracaju (SE), entre os dias 21 e 24 de agosto.

Caderno de Textos do 59º Conad foi divulgado na quarta-feira 18/06. O documento foi encaminhado à todas as Seções Sindicais, fica disponível no portal do Sindicato Nacional e pode ser consultado aqui, abaixo.

As contribuições que forem encaminhadas entre os dias 9 de junho e 5 de agosto serão incorporadas ao “Anexo” do Caderno de Textos.

Confira aqui o Caderno de Textos do 59º Conad.

Fonte: ANDES-SN, 18/06/2014.

 

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 53, 09/06/2014.

PAUTA:

1-Texto final do Plano Nacional de Educação (PNE) destina recursos públicos ao setor privado.

2-Porque a Adufc-Sindical se desfiliou da Proifes.

3-Novo portal do ANDES-SN superou a marca de 2 milhões de acessos.

 

1-Texto final do Plano Nacional de Educação (PNE) destina recursos públicos ao setor privado

Em seu texto final, o Plano Nacional de Educação (PNE) prevê uma ampliação gradual do montante de verbas públicas para a Educação; porém, de forma contraditória, destina uma fatia do dinheiro público para as empresas privadas, que comercializam serviços na área do ensino. É o que se constata a partir dos últimos destaques do PNE aprovados no plenário da Câmara dos Deputados, na terça-feira, 3 de junho.

Ampliação gradual das verbas públicas: de 5,3% para 7% e, finalmente, 10% do PIB em… 2024

De acordo com o Plano aprovado, o investimento na educação será ampliado progressivamente: atualmente, é de 5,3% do PIB; deverá ser um mínimo de 7% do PIB no quinto ano de vigência da lei(2019)  e 10% do PIB ao fim do período de dez anos (2024!). Ou seja, a aplicação será gradual.

Para a profª Elizabeth Barbosa, uma das coordenadoras do Grupo de Trabalho Política Educacional (GTPE) do ANDES-SN, avalia que esse investimento de forma escalonada até 2024 não atende às necessidades imediatas da educação pública brasileira, pois o financiamento precisaria ser imediato para começar a resolver os problemas da educação pública; afinal, as demandas de 2024 serão maiores:

“O Brasil continua com índices de analfabetismo em torno de 10% e a qualidade de ensino continua precarizada, com crianças, jovens e adultos não se apropriando do conhecimento. Então, os problemas são para agora, não para daqui dez anos”.

Verbas públicas para empresas privadas, bolsas e privatização

Além da aplicação das verbas ser gradual, de forma escalonada, ela não será destinada exclusivamente para a educação pública,

Pois, o texto final do PNE prevê que os recursos serão também utilizados para financiar a educação infantil em creches conveniadas; a educação especial; e programas como o de acesso nacional ao ensino técnico e emprego (Pronatec), o de bolsas em faculdades privadas (Universidade para Todos – ProUni), o de financiamento estudantil (Fies) e o de bolsas para estudo no exterior (Ciência sem Fronteiras).

O prof. Rubens Luiz Rodrigues, também coordenador do GTPE/ANDES-SN, avalia que “essa proposta de financiamento para a ‘educação’, de forma generalizada, permite um esquema de privatização, fazendo com que o empresariado possa gerenciar, por dentro, as verbas públicas da educação, por meio da concepção do público não-estatal, que é o que o governo reforça com as parcerias público-privadas e com os contratos de gestão”.

Nesse sentido, as verbas previstas pelo PNE não serão exclusivamente destinados para a rede de ensino pública, indo na contramão da garantia da educação gratuita, pública, laica, de qualidade socialmente referenciada para toda a população, em todos os níveis – o que ratifica e reforça a política de privatização da educação.

Leia mais aqui ou aqui.

Fonte: ANDES-SN, 05/06/2014, com informações do Último Segundo e Carta Capital; edição pela Seção Sindical/UFRGS.

2-Porque a Adufc-Sindical se desfiliou da Proifes

O nº 44 (de 15/05) deste boletim informou que, em Assembleia Geral Extraordinária, havida em 14/05, os sócios do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC-Sindical) deliberaram desfiliar a ADUFC da PROIFES.

Vários colegas perguntaram: por que decidiram desfiliar a entidade? Matéria publicada no portal da entidade informa que “a  insatisfação da categoria com a Federação [a Proifes] já vinha se manifestando e sendo amplamente discutida nas assembleias, seminários e palestras promovidos pelo sindicato ao longo do último ano”.

A “insatisfação da categoria com a Proifes-Federação”

Cabe lembrar que, na eleição realizada no ano anterior (29 e 30/04/2013) para escolher nova diretoria, vencera a chapa 2 denominada “Por outra Adufc: democrática, transparente e bonita de se ver” – que se apresentara explicitamente como de oposição à diretoria-Proifes. Já era um sinal inequívoco de “insatisfação”!

Outra matéria da Adufc explica que a Assembleia Geral de desfiliação “foi o momento final de um processo de discussão, que vinha ocorrendo em assembleias, seminários e palestras, nos debates sobre campanha salarial, carreira docente, precarização das condições de trabalho e outros temas. Nessas ocasiões, vieram à baila pontos da atuação do PROIFES, que a Assembleia de 14.05 retomou com vistas à deliberação:

-Assinatura de acordo com o Governo em 2012, que havia sido rejeitado pela Assembleia dos docentes das universidades federais cearenses;

-Defesa e elogio do acordo rejeitado, em seus materiais de divulgação, omitindo que o acordo implementa a completa desestruturação da carreira docente, no que diz respeito aos vínculos entre os níveis e às retribuições por titulação, e contribuindo para a desinformação da categoria;

-Notória subordinação ao Governo Federal, já desde sua origem, e nas negociações de que vem participando (como a de 2012);

-Alheamento em relação ao movimento docente nacional, promovendo o isolamento e a desmobilização dos professores das universidades federais cearenses;

-Participação ativa na implementação de medidas e normas que precarizam o trabalho docente”.

Decisão de desfiliação foi manifestada “de maneira inequívoca”

O portal da Adufc caracteriza que a decisão de desfiliação foi manifestada “de maneira inequívoca”, pois foi aprovada em uma Assembleia que reuniu mais de 170 professores, havendo apenas 7 votos contrários e 12 abstenções.

Cabe dizer que a Proifes contesta a decisão. Nem poderia ser diferente de uma entidade que rejeita decisões de Assembleias da categoria, que organiza enquetes eletrônicas em desacordo com seu próprio regimento e segue absolutamente cordata ao governo que a gerou.”

A Adufc-Sindicato congrega e representa os docentes da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade Federal do Cariri (UFCA) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).

Sobre a desfiliação da ADUFC-Sindicato, leia mais aqui e aqui.

Fonte: ADUFC-Sindicato, 15 e 20/05/2014; edição da Seção/UFRGS.

3-Novo portal do ANDES-SN superou a marca de 2 milhões de acessos

O novo portal do Sindicato Nacional entrou no ar, em 17 de dezembro de 2010. No dia 8 de março deste ano, atingiu a marca de dois milhões de acessos; há pouco, superou a marca de 2.200.000 acessos.

Formato mais dinâmico e com novas funcionalidades

O novo portal foi concebido a partir de um formato mais dinâmico e com novas funcionalidades disponíveis para o usuário. O site se consolidou como a principal interface entre a entidade e os seus diferentes públicos, como as Seções Sindicais, a comunidade acadêmica e outros movimentos sindicais, sociais e estudantis.

Visualmente, a página possui um design mais arrojado e melhor organizado, procurando otimizar a navegação. Para aperfeiçoar ainda mais a interlocução do ANDES-SN com o público externo, atualmente estão em desenvolvimento outros módulos.

Ferramentas

Além de sistema de busca, o portal do ANDES-SN disponibiliza bancos de imagens, vídeos e documentos e novos dispositivos de interatividade, que facilitam pesquisas e debates entre os usuários. Também estão disponíveis no site acessos ao Informandes online, ao Informandes em PDF e às edições da Revista Universidade e Sociedade.

A ferramenta foi elaborada em software livre (plataforma Linux).

Fonte: ANDES-SN.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 44, 15/05/2014.

PAUTA:

1-Promoção a Titular: respostas às 20 perguntas mais frequentes.

2-Resistência do corpo técnico e repúdio da sociedade obrigam a Direção do IBGE a desistir da intervenção no Instituto.

3-Adufc-Sindical se desfilía da Proifes-Federação.

 

1-Promoção a Titular: respostas às 20 perguntas mais frequentes

Colega: você quer saber o que significa e implica “Incorporação do Titular à Carreira”? Por que a referida “incorporação” foi positiva, uma conquista? Quer saber se pode solicitar a Promoção? O que será exigido de você, o que deverá fazer e quem avaliará sua candidatura à Promoção?

Para conhecer as respostas às vinte perguntas mais frequentes sobre a Promoção a Titular, clique aqui ou (em pdf) aquiou entre em nossa página – https://andesufrgs.wordpress.com/ – e, na barra superior, clique em “Promoção para Titular”.

Você tem outras perguntas? Envie pelo e-mail sec_sind_andes@ufrgs.br e nos esforçaremos em responder.

Seção Sindical/UFRGS permanece à disposição, em todas as instâncias da Universidade, para debater o tema e contribuir ao aperfeiçoamento da regulamentação que foi apresentada à apreciação do CONSUN.

2-Resistência do corpo técnico e repúdio da sociedade obrigam a Direção do IBGE a desistir da intervenção no Instituto

No início de abril, imediatamente após alguns parlamentares governistas questionarem uma metodologia usada na pesquisa, a presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE decidiu suspender a pesquisa “PNAD Contínua”. Tomada sem nenhuma consulta ao corpo técnico do IBGE, essa intervenção de agentes políticos e do Executivo suscitou uma autêntica rebelião e uma crise no Instituto, bem como repúdio na sociedade (ver nosso boletim nº 25, de 13/04).

Pois bem, foram tais a resistência da equipe técnica do IBGE e o apoio da sociedade à autonomia técnica do Instituto que a Direção do IBGE foi obrigada a recuar e anunciar a retomada da divulgação dos dados da “PNAD Contínua”.

Em Nota Pública, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (ASSIBGE-Sindicato Nacional) caracteriza o recuo governamental como “uma vitória dos funcionários do IBGE e da sociedade brasileira”, parabeniza os “ibegeanos” pela defesa da autonomia técnica e pela luta em prol da democratização do IBGE, acrescentando:

“Mais uma vez ficou claro que os trabalhadores do IBGE não aceitam interferência política e nem atitudes autoritárias, sem qualquer critério técnico, venham de onde vierem. […]. Os resultados das pesquisas realizadas pelo IBGE servem como retratos da realidade brasileira em diversos aspectos e momentos. Não cabe a quem quer que seja minimizar ou tentar esconder a realidade, porque ela é fruto de ações ou da falta delas por parte das administrações municipais, estaduais e federais”.

Porém, a ASSIBGE-SN encerra sua Nota pedindo “a solidariedade da sociedade” e explicando porque tal solidariedade é imprescindível:

“No entanto, apesar da vitória alcançada, o Sindicato tem a obrigação de alertar a sociedade e aos trabalhadores que a crise no IBGE não foi superada. A atitude autoritária da Presidente e do Conselho Diretor maculou a imagem do Instituto e a autonomia técnica segue ameaçada, caso não se modifique o sistema de gestão. Isso fica explícito quando, antes mesmo de conversar com o Grupo de Trabalho, a Presidente declara à imprensa que vai usar um módulo de rendimentos da POF adaptado à PNAD.

Essa gestão, centralizadora e autoritária para dentro, demonstrou-se frágil e incapaz de defender a própria instituição frente a oportunistas de plantão. O senhor José Sarney teve a audácia de questionar os dados da pobreza no Maranhão pesquisados pelo IBGE. Já o senhor Cláudio Humberto, porta-voz do governo Collor, tentou associar a coleta de dados do IBGE nos domicílios à “venda de maquiagem”.

Por outro lado, seguimos com um quadro efetivo de funcionários reduzido no IBGE, enquanto o governo e a Direção insistem na contratação de servidores temporários para executar, de maneira precária, tarefas que cabem a trabalhadores bem treinados e remunerados”.

Leia aqui a Nota da ASSIBGE-SN em sua íntegra.

3-Adufc-Sindical se desfilía da Proifes-Federação

Em Assembleia Geral Extraordinária, ocorrida no dia 14 de maio, os sócios do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC-Sindicato) deliberaram, por esmagadora maioria, que a ADUFC se desfilíe da PROIFES.

Matéria publicada no portal da entidade explica que “a  insatisfação da categoria com a Federação [a Proifes] já vinha se manifestando e sendo amplamente discutida nas assembleias, seminários e palestras promovidos pelo sindicato ao longo do último ano”.

A mesma matéria caracteriza que a decisão foi manifestada “de maneira inequívoca”, pois a desfiliação foi aprovada em uma Assembleia que reuniu mais de 170 professores, havendo apenas 7 votos contrários e 12 abstenções.

A Adufc-Sindicato congrega e representa os docentes da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade Federal do Cariri (UFCA) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).

Sobre a desfiliação da ADUFC-Sindicato, leia mais aqui.

Fonte: ADUFC-Sindicato, 15/05/2014.

 

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