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III ENE aprova mobilização em defesa da Educação e da Previdência

15 de abril de 2019

 

Em um final de semana de intensos debates, o III Encontro Nacional de Educação, realizado entre 12 e 14 de abril na Universidade de Brasília (UnB),  reuniu mais de 1200 participantes para tratar de temas relacionados a um projeto classista de Educação. Sueli Goulart, professora da Escola de Administração e segunda vice-presidente da Seção Sindical, participou do Encontro como representante do ANDES/UFRGS e como integrante do Fórum Gaúcho em Defesa da Escola Pública Classista e Democrática, junto com outros professores, estudantes e militantes de movimentos sociais que compõem o Fórum.

Depois de três turnos de mesas de debate, com a participação de professores e integrantes de movimentos sociais, houve no sábado (13) um turno de trabalho em grupos, em torno dos 9 eixos de compõem a pauta do ENE. Contextualizando o momento de ataque à educação e aos professores, um eixo foi acrescentado aos 8 definidos anteriormente, para tratar da “Democracia, autonomia no espaço educacional e liberdade de cátedra/ensinar”. Todos os eixos receberam número importante de contribuições.

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Conedep inclui novo eixo no III ENE

A última reunião da Coordenação Nacional das Entidades em Defesa da Educação Pública e Gratuita (Conedep) deliberou algumas modificações no III Encontro Nacional de Educação (ENE), que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de abril, em Brasília. As alterações incluem o novo eixo “Democracia, autonomia no espaço educacional e liberdade de cátedra/ensinar” e a realização de uma plenária da Frente Nacional Escola Sem Mordaça durante o III ENE.

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Inscrições para o III ENE começam no dia 7 de março

07 de março de 2019

 

As inscrições para o III Encontro Nacional de Educação (ENE) começam nesta quinta-feira (07) e seguem até 31 de março. O encontro será realizado na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 12, 13 e 14 de abril, com o tema “Por um projeto classista e democrático de educação”.

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Conedep realiza reunião de trabalho para preparar III ENE

01 de março de 2019

A Coordenação Nacional das Entidades em Defesa da Educação Pública e Gratuita (Conedep) realizou reunião de trabalho na quinta-feira (21) em preparação para o III Encontro Nacional de Educação (ENE), que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de abril, em Brasília.

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III ENE também debaterá ataques à educação 

A Coordenação Nacional de Entidades em Defesa da Educação Pública e Gratuita (Conedep) deliberou, em reunião realizada na semana passada, que a programação do III Encontro Nacional de Educação (ENE), que será realizado em Brasília (DF) nos dias 12, 13 e 14 de abril de 2019, também debaterá a resistência aos ataques à educação.

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Rio Grande do Sul realiza etapa preparatória para o III ENE

11 de setembro de 2018

Entre 24 e 26 de agosto, ocorreu em Porto Alegre (RS) uma das etapas estaduais preparatórias do III Encontro Nacional de Educação (ENE). O eixo central do encontro estadual foi a construção de um projeto classista e democrático de educação. O III ENE deve ser realizado na capital federal em abril de 2019.

Eblin Farage, secretária-geral do ANDES-SN, participou da mesa “Capitalismo, Trabalho e Educação”. A diretora do Sindicato Nacional ressaltou que o ENE é prioridade para o ANDES-SN desde a sua primeira edição, em 2014. Segundo a docente, o ENE serve como um espaço de reflexão e de construção de um projeto de educação contra-hegemônica.

Para a diretora do Sindicato Nacional, o capital tenta impor a sua lógica de mercantilização na educação pública, como as “Fundações de capital privado” e as parcerias público-privadas. Ela alertou para outras ameaças privatistas, como a cobrança de mensalidades nas instituições públicas de ensino superior (IES).

Eblin Farage apontou que os cortes de verbas, intensificados pela EC 95, acentuam a competição entre os docentes das IES. “Como não há dinheiro para bolsas, impressões de livro e nem para o custeio do material do dia-a-dia da sala de aula, os professores ‘brigam’ cada vez mais pelos editais e se rendem à lógica da produção individual, da criação de centros de excelência e à hierarquização de projetos e cursos em rankings promovidos pelas próprias agências de fomento”, disse.

Os crescentes casos de assédio, perseguições políticas nas IES e o aumento do conservadorismo nos ambientes universitários e escolares também foram apontados por ela. “Precisamos resistir a estes ataques e lutar para a construção de uma educação que leve a emancipação humana”.

Para Joaninha de Oliveira, da CSP- Conlutas, que também compôs a mesa, a redução de custos para o aumento do lucro é global.  A professora aposentada da rede estadual de Santa Catarina citou, no caso brasileiro, a reforma proposta pela Base Nacional Curricular Comum (BNCC). A regra prevê, entre outras medidas, a não obrigatoriedade do ensino de sociologia, filosofia e história nas escolas. Segundo ela, populações de outros países estão sofrendo com essa lógica de destruição dos currículos escolares. Ela mencionou o caso do Canadá que recentemente retirou a obrigatoriedade das disciplinas de história e filosofia. “É possível derrubar a reforma do Ensino Médio, a BNCC, essa luta a gente vai ganhar porque a gente vai estar junto”, ressaltou Joaninha.

Ressignificar e resistir

Por uma educação afrocentrada, no campo, nas mãos dos estudantes e indígenas foram temas tratados na mesa “Experiências de Educação popular no Capitalismo”. Os palestrantes apresentaram modelos alternativos de debater e construir a educação em tempos de crise e de tentativas de desmonte da educação pública.

Vladimir Motta, educador social e da Frente Quilombola de Porto Alegre, criou um projeto de estudo da história brasileira de forma “afrocentrada”. A ideia se opõe ao “eurocentrismo” do ensino de história convencional, usando a capoeira e as rodas de conversa como ferramentas pedagógicas. Com a iniciativa, o professor promove a superação do racismo. “Não adianta chegarmos com uma postura de educar, de cima para baixo, querendo impor uma desconstrução” afirmou Motta, explicando que neste modelo a relação é de troca e reflexão.

O vice-cacique da aldeia guarani Maquiné, Karahy Tiaguinho, contou um pouco da dinâmica da educação indígena, que difere das escolas convencionais. “Na nossa forma de aprender não há cadeiras, nem livros, nem hora ou lugar para aprender” explicou. Em muitos casos, conforme Karahy, para receber educação, o indígena frequenta uma escola de brancos e precisa morar fora da aldeia. As aulas são ministradas na língua portuguesa em uma lógica pedagógica adequada à cultura branca. “Nós aprendemos muitas coisas que os brancos não sabem com os nossos mais velhos. Como quais plantas são remédios, como viver da nossa terra, as coisas da nossa cultura, nossa religião e as nossas regras da aldeia”, contou.

Outro exemplo de resistência foi contado por Daiane Marçal, professora, agricultora e moradora do assentamento Madre Terra, a 40 km do município de São Gabriel (RS). No assentamento vivem famílias de produtores rurais e até pouco tempo as crianças não tinham como acessar o ensino básico sem fazer longos deslocamentos. “As crianças tinham que acordar no meio da madrugada e caminhavam de 7 a 12 quilômetros com seus pais, para pegar um ônibus, que nem sempre passava, e então viajarem por 2 horas até a escola mais próxima”, relatou.  Após muita organização e luta, a comunidade conquistou a unidade escolar “Semente Libertária”, que oferece as séries iniciais e o ensino fundamental. Daiane contou que mesmo com a conquista, os ataques não cessam. Segundo a professora, todos os anos, na época do início do período letivo, sempre há uma tentativa de impedir a unidade de retornar as aulas.

Os estudantes Gabriel Fernandes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Júlia Maria, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) contaram as suas experiências nas ocupações de 2016. Gabriel na época era secundarista. Para ele, a grande vitória dos “processos de ocupação foi a formação de uma geração que aprendeu a lutar, se organizar e viver de forma coletiva”.

“Foi um momento em que a juventude passou a pensar para além da sua individualidade e a agir coletivamente” explicou a estudante Júlia. Ela relembrou a assembleia estudantil ocorrida em 2016, que reuniu mais de 5 mil alunos no estádio do Centro de Educação Física da UFSM.

Carta de Porto Alegre
No domingo, dia 26, ocorreu a plenária de encerramento que apontou os principais tópicos que estarão presentes na Carta de Porto Alegre. O documento, que ainda será apresentado, irá sintetizar os debates das mesas e dos Grupos de Trabalho que compuseram o encontro em âmbito estadual.

 

Fonte: ANDES-SN

InformANDES na UFRGS, nº 58, 25/06/2016.

Em defesa da democracia e da pluralidade!

Contra a desvinculação de recursos para a Educação e a Saúde, contra a extinção do MCTI!

PAUTA:

1 – Resultados da Consulta não mostram aprovação à atual gestão da UFRGS

2 – II Encontro Nacional de Educação unifica luta em defesa da educação pública

3 – ANDES-SN terá reunião com MEC no dia 28

4 – Estudantes ocupam o Colégio de Aplicação

5 – Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 25/2016.

Filie-se, porque o ANDES-SN convida você a dizer não às contrarreformas!

 

1 – Resultados da Consulta não mostram aprovação à atual gestão da UFRGS

Na Consulta para Reitor da UFRGS, realizada no dia 16 de junho, a Chapa 1 foi a mais votada entre os técnico-administrativos (57% dos votos) e entre os discentes (53% dos votos).
Entretanto, segundo as regras adotadas pelo Conselho Universitário, que atribuem aos docentes o peso de 70%, e reduzem o peso dos segmentos com menor taxa de comparecimento, a Chapa 3 foi a vencedora.

Mas, como os docentes se manifestaram nas urnas?

A Chapa 3 alcançou 53% dos votos de docentes, a Chapa 1 obteve 30%, a Chapa 2 chegou aos 11% e os demais votos foram brancos ou nulos. Exatamente 1000 docentes votaram em alternativas diferentes da Chapa 3. Outros 760 docentes não participaram da Consulta.

No universo de eleitores docentes, a Chapa 3 obteve 39% de votos, portanto menos da metade. Esses percentuais contrastam com o apoio irrestrito de todos os diretores de Unidade (100%!) à chapa da situação.

Seria no mínimo um exagero avaliar que a vitória da Chapa 3 nas urnas docentes significa um beneplácito, uma aprovação com louvor para a Administração cuja gestão está findando.

Estas cifras merecem ser motivo de reflexão para todas e todos. Inclusive os diretores de Unidades, a atual Administração e a Chapa 3!

O peso majoritário dos docentes na Consulta não tem garantido condições adequadas de trabalho e nem o respeito a direitos da Carreira, como as progressões. A esmagadora maioria dos docentes fica impedida de participar das decisões e de conhecer os critérios de alocação de recursos. Esse já seria um bom motivo para se rediscutir os critérios adotados na Consulta, que reproduzem os percentuais da Lei 9.192/95, uma lei que afronta a autonomia outorgada à Universidade pela Constituição.

Vale lembrar ainda que a paridade nas eleições para reitor, posição historicamente defendida pelo ANDES-SN, já era adotada por 37 universidades (68% do total) em 2012, segundo levantamento realizado pela UnB Agência. Essa também foi a posição defendida pela Adufrgs em 1988, quando se realizaram na UFRGS as primeiras eleições com participação da comunidade, conforme registrou o historiador Benito Schmidt no livro “Adufrgs 25 anos: história e memórias”.

A Diretoria da Seção Sindical do Andes-SN reitera a posição de independência da entidade frente às chapas que participaram da Consulta e buscará o diálogo com a nova gestão, reivindicando melhores condições de trabalho, democracia e transparência na gestão da Universidade.

 

2 – II Encontro Nacional de Educação unifica luta em defesa da educação pública

Realizou-se em Brasília, no período de 16 a 18 de junho, o II Encontro Nacional de Educação (II ENE), com a presença de aproximadamente 2000 pessoas de todas as regiões do País e dos diferentes setores da educação: estudantes e professores de todos os níveis e âmbitos, além de movimentos sociais. O ENE constitui, hoje, um dos movimentos mais vigorosos na disputa por um projeto contra-hegemônico de educação, claramente explícito nas palavras de ordem que o orientam: por um projeto classista e democrático de educação.

O II ENE apontou a discussão, nas bases das entidades, sobre a construção de uma greve nacional da educação, como meio de enfrentar o desmonte da educação pública. Além disso, como ação unificada nacionalmente, propõe para o dia 11 de agosto – dia do estudante – a realização de um dia nacional de lutas em defesa da educação pública e gratuita.

O II ENE opõe-se ao PNE 2014-2024 pelo seu caráter privatista de transferência de recursos públicos para as empresas educacionais privadas. No encontro, foram estabelecidas as bases iniciais para a construção do projeto classista e democrático de educação, que só será possível de se concretizar por meio de amplas discussões, que envolvam todos os lutadores que defendem a educação pública. O relatório final do II ENE deverá ser a contribuição inicial a essas discussões a serem realizadas em seminários locais, regionais e estaduais em todo o país, culminando no III ENE, em 2018.

O Comitê Nacional em Defesa dos 10% do PIB para a Educação Pública Já! foi transformado em Coordenação Nacional das Entidades em Defesa da Educação Pública e Gratuita, com o objetivo de coordenar ações de enfrentamento à precarização e privatização da educação a serem construídas nacionalmente.

O ANDES-SN é uma das entidades organizadoras do movimento. A diretoria de nossa Seção Sindical foi representada, no II ENE, pela professora Sueli Goulart. As professoras Daniela Azambuja e Laura Fonseca, e o professor Carlos Schmidt, sócios da Seção, também estiveram presentes. Leia aqui na íntegra a Declaração Política do II ENE.

3 – ANDES-SN terá reunião com MEC no dia 28

O ANDES-SN se reunirá com representantes do Ministério da Educação (MEC) interino na terça-feira (28), às 16h, em Brasília (DF), para tratar da pauta de reivindicações dos docentes federais. A pauta foi protocolada junto ao MEC duas vezes no ano de 2016, uma em 14 de março, e outra em 23 de maio.

Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, explica que o Sindicato Nacional, que já havia protocolado a pauta e não obteve resposta, protocolou-a novamente após o afastamento da presidente Dilma Rousseff e a mudança de gestão do ministério. “Pedimos essa audiência porque queremos estabelecer um processo de negociação. Nossa pauta de reivindicações tem vários pontos, desde a questão das condições de trabalho, até os cortes orçamentários e a necessidade de debater a fundo a carreira, que está desestruturada”, afirma o docente.

A pauta de reivindicações e o pedido de audiência também foram protocolados, nas duas vezes, junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog). No documento, constam as posições do Sindicato Nacional sobre o caráter público da universidade, as condições de trabalho, a garantia de autonomia, a reestruturação da carreira e a valorização salarial de ativos e aposentados.

Confira a Pauta de Reivindicações dos Docentes Federais e o protocolo de pedido de reunião junto ao MEC.

4 – Estudantes ocupam o Colégio de Aplicação

capocupado

Na noite de 15 de junho, quarta-feira, um grupo de estudantes ocupou o Colégio de Aplicação/UFRGS. O coletivo, chamadoOCUPA-CAp, vem organizando uma série de atividades nas dependências da escola, mantendo vários espaços abertos para palestras e aulas diferenciadas, contando com o apoio de grande parte dos docentes e técnicos da escolas. No decorrer do processo, os estudantes que não concordavam com a ocupação como método de mobilização formaram outro grupo, chamado OPINA-CAp, que vem acompanhando a organização das atividades pedagógicas diferenciadas.

A pauta que unificou os dois coletivos inclui, dentre outros pontos: escassez de merenda; infraestrutura precária; falta de segurança em todos os turnos; abandono da Reitoria em relação ao Colégio de Aplicação, não efetuando reuniões marcadas e até evitando encontro com os alunos que pressionavam em relação à estrutura do colégio. Os coletivos também lutam contra o PL 44-16 (estadual) e o PL 555 (nacional), que entregam para empresas privadas (mantidas com o dinheiro público) as responsabilidades do Estado de manter políticas públicas, como Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Meio Ambiente, terceirizando o trabalho, e possivelmente, retirando direitos, como a liberdade didática e de debate em sala de aula, ficando o Estado responsável apenas por fiscalizar a conclusão das obras/metas, sem se envolver na aplicação dos recursos e na destinação das verbas. Os coletivos também apóiam as escolas ocupadas do Brasil inteiro e do Paraguai, que estão lutando por uma qualidade digna não só para si, mas também para as futuras gerações.

Representantes dos dois grupos foram recebidos em audiência pelo reitor, Carlos Alexandre Netto, na tarde de quarta-feira (22/06), e as próximas ações estão sendo avaliadas em reuniões e assembleias de estudantes. 

5-Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 25/2016.

Voz Docente - Vinheta

Ouça AQUI o programa Voz docente de 22 de junho de 2016.

No roteiro:

– Entrevista sobre o resultado da consulta para a reitoria da UFRGS com o professor do Instituto de Matemática e Estatística, Fernando Pulgati.

Notícias Expressas:

 

1 – ANDES UFRGS apoia nota de repúdio à ação da brigada militar contra estudantes

2 – II ENE marca ampliação da organização da luta em defesa da educação pública

3 – Seis pessoas são mortas e 108 ficam feridas em protesto pela educação no México

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 39, 20/04/2016.

PAUTA:

1-Um circo de horrores!

2-Encontro Estadual/RS preparatório ao 2º ENE ocorre entre 21 e 23 de abril.

3-Escola de Desenvolvimento da UFRGS (EDUFRGS) e Seção Sindical reuniram para debater o PAAP e outras atividades.

4-Está ocorrendo a distribuição do caderno InformANDES, nº 56.

1-Um circo de horrores!

Quem assistiu à sessão da Câmara Federal sobre o processo de impeachment pôde ver o que é de verdade a maioria desse congresso: um antro de políticos fisiológicos!

Muitos votaram em nome de seus próprios filhos, mães, tias, como se estivessem ali em foro privado representando suas famílias (seus bens e propriedades), seus próprios interesses, e não seus eleitores, debatendo os interesses e destinos do país. O deboche também marcou várias declarações.

O 342º voto a favor do pedido de impeachment da presidente foi dado pelo deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), cujo nome está na lista de propinas da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Já o prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Muniz (PSB), foi preso nesta segunda-feira (18) preventivamente pela Polícia Federal, um dia depois de sua mulher, a deputada Raquel Muniz (PSD), afirmar que seu marido “mostra que o Brasil tem jeito” (ao votar sim).

Mesmo sem citar outros numerosos exemplos desse circo de horror, não se pode deixar de mencionar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dirigiu o processo de impeachment e tem seu nome investigado na também Operação Lava Jato, numa lista de suposta propina de R$ 52 milhões – além das contas bancárias na Suíça, dos desvios de dinheiro em outros casos de corrupção em que seu nome aparece e de seus projetos reacionários contra os direitos sociais dos assalariados e demais trabalhadores.

Fonte: CSP-Conlutas, 18/04/2016.

 2-Encontro Estadual/RS preparatório ao 2º ENE ocorre entre 21 e 23 de abril

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O 2º Encontro Nacional de Educação terá sua etapa estadual/RS entre os dias 21 e 23 de abril, em Porto Alegre. Começará às 16h30 do dia 21, com encerramento pelas 12h do dia 23.

As atividades ocorrerão na Escola Técnica Estadual Parobé  (Av. Loureiro da Silva, 945 – Cidade Baixa, Porto Alegre – RS).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link https://www.facebook.com/ene.RS2014

As etapas municipal e estadual ocorrem em preparação para o Encontro Nacional, que ocorrerá em Brasília, entre 16 e 18 de junho deste ano. Maiores informações em:https://ene2016.org/

Links úteis

Siga os preparativos do 2º ENE, na UFRGS e no RS, aqui;

Acesse o site do II ENE: www.ene2016.org

Página do ANDES-SN sobre o 2º ENE, aqui.

3-Escola de Desenvolvimento da UFRGS (EDUFRGS) e Seção Sindical reuniram para debater o PAAP e outras atividades

Diretores da Seção Sindical se reuniram com a diretora da Escola de Desenvolvimento da UFRGS (EDUFRGS), Rebeca Campani Donazar, e com o diretor de sua Divisão de Qualificação e Aperfeiçoamento (DQA), Mateus Dalmoro.

Na ocasião, manifestaram interesse e disponibilidade para participar de ações daquela Unidade, em particular, do PAAP.

As sugestões levadas pelo ANDES/UFRGS, representado pelas profas. Elisabete Búrigo e Sueli Goulart e pelo prof. Robert Ponge, foram muito bem recebidas pela direção da EDUFRGS.

Por sua vez, estes expuseram as ações que a EDUFRGS desenvolve, com abertura para a proposição de atividades por todos os interessados da comunidade universitária.

4-Está ocorrendo a distribuição do caderno InformANDES, nº 56

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A chamada de capa e a matéria central (págs 8 a 11) são dedicadas à crise que vivem as universidades e os institutos federais: com dívidas, sem recursos, por causa dos cortes.

O nº 56 aborda também o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a proposta governamental de Base Nacional Comum Curricular e o Funpresp.

O caderno InformANDES é distribuído gratuitamente aos sócios e demais interessados, podendo ser solicitado através do e-mail desta Seção. O nº 56 é disponível on-line aqui. Os números anteriores são também disponíveis on-line, podendo ser acessados pelo link http://www.andes.org.br/andes/portal-inform-andes-pdf.andes

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 38, 18/04/2016.

PAUTA:

1-Departamento de História, APG, DCE, Reitoria e ANDES/UFRGS repudiam ataques fundados na discriminação social, étnico-racial e de gênero.

2-Preparação do 2º Encontro Nacional de Educação (2º ENE): realizada a etapa dos encontros municipais.

3-Fórum de Debates sobre o momento político e econômico que o país está vivenciando.

4-Aula aberta destaca diálogo cultural com elementos da cultura Guarani Mbyá.

1-Departamento de História, APG, DCE, Reitoria e ANDES/UFRGSrepudiam ataques fundados na discriminação social, étnico-racial e de gênero

Na última semana, em diversos pontos da UFRGS, sobretudo em portas e paredes de vários centros e diretórios acadêmicos, houve pichações e foram afixados cartazes combinando ofensas às mulheres com a exaltação a políticos de extrema direita e com o incitamento à violência e à opressão.

Tais ações aconteceram alguns dias após o caso de agressão física ao estudante Nerlei Fidelis, indígena e estudante cotista.

O Departamento de História da UFRGS reagiu imediatamente através de curta, mas precisa e firme nota de repúdio a essas práticas. Também, se posicionaram a APG, o DCE e a Reitoria da UFRGS (ver abaixo). Segue o posicionamento da diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS.

Cabe acrescentar que, também, um homem, com camiseta identificando-o com a extrema-direita, compareceu na sede do Centro dos Estudantes de Letras (CEL), no Campus do Vale, e ficou encarando de forma ostensiva e intimidadora as estudantes presentes. Foi convidado a se retirar. A seguir, a página virtual do CEL/UFRGS sofreu ataques organizados e está fora do ar.

Nota de repúdio a ataques fundados na discriminação social, étnico-racial e de gênero

“Na última semana, em diversos pontos da UFRGS, sobretudo em portas e paredes de vários centros e diretórios acadêmicos, houve pichações e foram fixados cartazes combinando ofensas às mulheres com a exaltação a políticos de extrema-direita e com o incitamento à violência e à opressão.

Tais ações têm lugar apenas alguns dias após o caso de agressão física ao estudante Nerlei Fidelis, indígena e estudante cotista. A Seção Sindical ANDES/UFRGS repudia publicamente os ataques sofridos e solidariza-se com as mulheres, as negras e negros, as índias e índios, a comunidade LGBT e os(as) estudantes cotistas da nossa instituição.

A universidade deve ser espaço de convívio democrático, de práticas sociais e inclusivas. Reafirmamos nossa posição em defesa da liberdade de manifestação da pluralidade de posicionamentos políticos dentro das regras da convivência democrática e cidadã que têm como pressuposto o respeito à dignidade humana. A luta constante contra práticas autoritárias fundadas unicamente na discriminação social, étnico-racial e de gênero se torna cada vez mais necessária.

Diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS

Saiba mais

Leia: Nota de repúdio do Departamento de História da UFRGS

Leia a Nota da APG: Nota de repúdio aos ataques fascistas dentro da UFRGS

Leia: A Primavera das mulheres vai derrotar o machismo dentro e fora da UFRGS, por Nathália Bittencurt (1ª publicação: ZH, “Artigo”, 13/04/2016)

Leia: Nota do DCE/UFRGS

Leia: Reitoria da UFRGS: UFRGS repudia discriminações

Leia matéria do Sul 21: http://www.sul21.com.br/jornal/centros-academicos-da-ufrgs-sao-alvo-de-cartazes-e-pichacoes-machistas-e-de-extrema-direita/

 2-Preparação do 2º Encontro Nacional de Educação (2º ENE): realizada a etapa dos encontros municipais

No RS, foi realizada a etapa dos encontros municipais de preparação do 2º ENE. O encontro de Santa Maria ocorreu no sábado 02/04 (ver nosso boletim nº 33 ou ler aqui: : II ENE: etapa municipal abordou construção de projeto educacional, Grupos de Trabalho debatem os temas do II ENE e Comitê discute encaminhamentos à etapa estadual do II ENE).

Novo Hamburgo

Em Novo Hamburgo, a etapa municipal do ENE foi promovida pelo Sindicato dos Professores – Sindprofnh, que está em campanha salarial. O debate foi animado por Elisabete Búrigo, que falou sobre as políticas de avaliação e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Martina Gomes, que falou das questões de gênero e de raça na educação, e Altemir Cozer, que falou sobre os problemas do financiamento.

Santana do Livramento

Em Santana do Livramento, o 23º Núcleo do Cpers, coordenado pelo prof. Juca Sampaio, promoveu o 1º Encontro Regional de Educação no dia 8 de abril, na Escola Estadual General Neto. A professora Elisabete Búrigo animou o debate com uma fala sobre as políticas de financiamento, de avaliação externa e de padronização curricular com a implantação da BNCC. Todas essas políticas estão articuladas de modo a reduzir o investimento na educação pública e responsabilizar os professores pela qualidade do ensino ofertado nas escolas.

Pelotas

Em Pelotas, a etapa municipal foi realizada no dia 8 de abril, , no IFSul – Campus Pelotas. Cerca de 120 pessoas participaram do encontro, que teve como objetivo discutir as perspectivas para a construção de um projeto de educação democrático com perspectiva social.

O painel inicial foi composto pelos professores Juca Gil (UFRGS) e Luis Borges (IFSul) e pela estudante Marianna Rodrigues (UFCSPA). Abordou os eixos de educação, financiamento, gestão, entre outros, para debate e diálogo.Leia mais aqui.

Porto Alegre

Na última terça-feira, dia 12 de abril, no auditório do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), aconteceu a Etapa Municipal de Porto Alegre do 2º Encontro Nacional de Educação.

Houve um painel intitulado “Educação: um projeto que tem lado”, com participação do professor e jornalista Juremir Machado, da professora da UFRGS Laura Fonseca e da professora Albertina Moraes, Pós-Graduada em Gestão Educacional.

O Auditório estava lotado, com a presença de estudantes, professores e demais profissionais da educação, que discutiram os impactos das políticas educacionais no cotidiano das escolas e rumos para as lutas em defesa da educação pública.

Encontro Estadual/RS preparatório ao 2º ENE ocorrerá entre 21 e 23 de abril

O II Encontro Nacional de Educação terá sua etapa estadual/RS entre os dias 21 e 23 de abril, em Porto Alegre. Começará às 16h30 do dia 21, com encerramento pelas 12h do dia 23.

As atividades ocorrerão na Escola Técnica Estadual Parobé  (Av. Loureiro da Silva, 945 – Cidade Baixa, Porto Alegre – RS).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link https://www.facebook.com/ene.RS2014

As etapas municipal e estadual ocorrem em preparação para o Encontro Nacional, que ocorrerá em Brasília, entre 16 e 18 de junho deste ano. Maiores informações em:https://ene2016.org/

Links úteis

Siga os preparativos do 2º ENE, na UFRGS e no RS, aqui;

Acesse o site do II ENE: www.ene2016.org

Página do ANDES-SN sobre o 2º ENE, aqui.

3-Fórum de Debates sobre o momento político e econômico que o país está vivenciando

Continua sendo atualizado o Fórum de Debates sobre o momento político e econômico que o país está vivenciando. Vem recebendo artigos e matérias oriundas de diversas fontes. Constitui um espaço para o debate qualificado, democrático, plural e contraditório.

O Fórum de Debates está disponível aqui:   ou  https://andesufrgs.wordpress.com/forum-de-debates-crise-politica-nacional/

Convidamos o(a)s colegas a contribuírem ao Fórum de discussão.

4-Aula aberta destaca diálogo cultural com elementos da cultura Guarani Mbyá

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Ocorre nesta terça-feira, dia 19, às 14 horas a Aula Aberta “Elementos para o Diálogo Intercultural: a escuta da palavra Guarani Mbyá”. Será no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas – FCE (Av. João Pessoa, 52, Campus Centro, UFRGS).

Será uma oportunidade ao público de exercitar o diálogo intercultural com elementos da cultura Guarani Mbyá, além de ampliar a reflexão sobre a presença indígena na Universidade e na sociedade e fomentar o diálogo sobre a diversidade cultural.

O evento é uma realização da Comunidade Mbyá da Tekoá Pindó Mirim, da Escola Indígena Nhamandu Nhemopu’ã e do Museu da UFRGS. A Aula Aberta integra a Semana com a Cultural Mbyá, que ocorre entre os dias 25 e 30 de abril na Terra Indígena Itapu’ã.

Inscrições no local. Vagas limitadas. Entrada franca. Maiores informações: no link abaixo.

Leia a matéria na íntegra: Aula aberta destaca diálogo cultural com elementos da cultura Guarani Mbyá

EM TEMPO: Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos realizam encontro

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 34, 11/04/2016.

PAUTA:

1-Unidade das entidades nacionais de servidores e centrais sindicais na imediata mobilização contra o PLC 257/2016.

2-Etapa Municipal de Porto Alegre do 2º ENE (Encontro Municipal de Educação) é nesta 3af., 12/04.

3-UFGoiás repudia recomendação do MPF/GO de que a Universidade se abstenha de debater o impeachment.

4-Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 14/2016. 

1-Unidade das entidades nacionais de servidores e centrais sindicais na imediata mobilização contra o PLC 257/2016

Entidades realizam a unidade contra o PLC 257

As reuniões de entidades realizadas nos dias 30/03 e 05/04 permitiram construir uma agenda de mobilização imediata contra o PLC 257/2016. A agenda de mobilização é fruto da unidade das diferentes categorias nas três esferas de Estado e da maioria das centrais sindicais, como a CSP-Conlutas, CUT, CTB e NCST e outras.

O prof. Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN destaca que “essa unidade é extremamente importante porque as medidas atingem os servidores das três esferas”.

O que está em jogo?

Estão em questão quase todos os nossos direitos, conquistados com muita luta. A suspensão de concurso público, congelamento de salários, aumento da alíquota da previdência para 14%, entre outras medidas que vão além do que já prevê a Lei de Responsabilidade fiscal.

Ao invés de auditar as dívidas, reduzir o endividamento e de ampliar a arrecadação de impostos taxando as grandes fortunas, o que o governo está fazendo é jogar todo o ônus da crise nas costas dos servidores

Nesta quinta-feira, dia 14: Ato Nacional em Brasília e Ato em Porto Alegre

Para o Sindicato Nacional, é fundamental que os docentes participem intensamente das atividades:

-É importante que tenhamos uma grande manifestação em Brasília no dia 14. A Seção Sindical/UFRGS será representada pela profª Elisabete Búrigo (MAT e diretora da Seção).

-É igualmente importante realizar atos públicos nos estados. Em Porto Alegre, o Fórum/RS dos Servidores Federais convoca Ato para a tarde do dia 14: concentração no pátio da Faculdade de Educação (Campus Centro), às 16h, e caminhada até a esquina democrática para Ato às 17h.

Os eixos centrais do Ato são: Nenhum direito a menos! Abaixo o Ajuste Fiscal e a contrarreforma do Estado! Em defesa do Serviço Público!

Compareça!

Saiba mais sobre o PLC 257

A Seção Sindical abriu, em seu site, um espaço reunindo diversos textos e matérias informativos sobre o PLC 257/2016: leia AQUI ou aqui: Não aos cortes e ao PLC 257/2016.

Os dois últimos textos postados são:

Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP): Novo ataque aos servidores no plano de auxílio aos estados

-Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEF): “Servidores municipais, estaduais e federais, uni-vos! Em defesa de serviços públicos de qualidade para a população e dos direitos dos funcionários públicos”.

2-Etapa Municipal de Porto Alegre do 2º ENE (Encontro Municipal de Educação) é nesta 3af., 12/04

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Estamos no período da etapa municipal de preparação do 2º Encontro Nacional de Educação (ENE). O encontro de Porto Alegre ocorre nesta terça-feira, 12/04, no Simpa (João Alfredo, 61), a partir da 19h.

Haverá um painel intitulado “Educação: um projeto que tem lado”, com participação do prof. e jornalista Juremir Machado, da profª Laura Fonseca (UFRGS) e da profª Albertina Moraes (Pós-Graduada em Gestão Educacional).

As inscrições serão feitas no local a partir das 18h. Compareça!

Links úteis

Siga os preparativos do 2º ENE, na UFRGS e no RS, aqui;

Acesse o site do II ENE: www.ene2016.org

Página do ANDES-SN sobre o 2º ENE, aqui.

3- UFGoiás repudia recomendação do MPF/GO de que a Universidade se abstenha de debater o impeachment

A “recomendação” do MPF/GO

Em 04 de abril, o Ministério Público Federal de Goiás expediu, aos órgãos e autarquias federais do estado, “recomendação” de que “não realizem, utilizem, nem permitam, em suas dependências físicas”, atividades sobre a temática do impeachment.

Leia a matéria publicada pelo MPF/GO a respeito: http://www.mpf.mp.br/go/sala-de-imprensa/noticias-go/mpf-recomenda-a-39-orgaos-federais-sediados-em-goias-que-nao-promovam-atos-politico-partidarios-sobre-impeachment

Conselho Universitário da UFGoiás responde

Reunido em 08/04, o ConsUni da UFG respondeu com nota que repudia a “recomendação”, entendendo que “fere a autonomia e a liberdade para aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”.

Leia a nota do Consun/UFG: https://www.ufg.br/n/87742-nota-do-conselho-universitario

4- Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 14/2016

No roteiro:

-Entrevista com o Procurador Regional da República do Ministério Público Federal e professor da Faculdade de Direito da UFRGS, Domingos Savio da Silveira, sobre a crise que estamos vivendo e os exorbitantes poderes monocráticos detidos pelos ocupantes de certos cargos, como os presidentes da Câmara Federal e do Senado, entre outros.

-O inverossímil conde Pié explica na linguagem do futebolês porque considera esse impeachment um golpe.

*No Notícias Expressas:

-Projeto de Lei 257/2016 prevê congelamento de salários e desligamento voluntário de servidores

-Assufrgs paralisa nos dias 1°, 6 e 7 de abril.

Voz Docente é semanal, produzido pela Seção ANDES/UFRGS, em parceria com a Seção Sindical da UFPEL e a Regional/RS do ANDES-SN, e radiodifundido às quartas-feiras, às 13h, na Rádio da Universidade, 1080 AM ou on-line:http://www.ufrgs.br/radio/

O programa é também veiculado três vezes por semana em Pelotas: pela Rádio Federal FM 107,9, emissora da UFPel, e pela RádioCom 104.5 FM.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!