• Sindicalize-se!

  • Site ANDES-SN

  • Assessoria Jurídica

  • Cartão TRI Passagem Escolar

  • Cartilha sobre Assédio Moral

InformANDES na UFRGS, nº 57, 13/06/2016.

Em defesa da democracia e da pluralidade!

PAUTA:

1 – Manifestação na UFRGS contra a extinção do MCTI

2 – Frente aos ataques à democracia e à educação, Assembleia Docente delibera por reativação do Comando Local de Mobilização

3 – Entidades divulgam Carta Aberta do Encontro Universitário e Manifesto pela Apuração Paritária

4 – Consulta para Reitor/2016 – Carta aos candidatos

1) Manifestação na UFRGS contra a extinção do MCTI

unnamed

Centenas de docentes, técnicos e estudantes se reuniram para “abraçar” a UFRGS ao meio-dia desta terça-feira, dia 7, Dia Nacional de Mobilização contra a Extinção do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. A atividade foi promovida pela Frente contra a Fusão do MCTI e Comunicações – UFRGS e faz parte de uma campanha para sensibilizar a sociedade para a importância das políticas públicas de Ciência e Tecnologia e reverter a fusão entre ministérios imposta pelo governo provisório. Segundo a professora Marcia Barbosa, diretora do Instituto de Física e coordenadora da Frente, “A mobilização foi um evento plural. Participaram a reitoria, a Andes, a Adufrgs e as três chapas que concorrem à reitoria da UFRGS.”

Após uma concentração em frente à Reitoria, os manifestantes deram aos mãos, formando um longo cordão que circundou o quarteirão principal da UFRGS. Com slogans como “Vem pra rua, vem, pela ciência!, “O país não tem futuro sem ciência e inovação” e “Fora Temer”, os manifestantes receberam apoio dos transeuntes, que respondiam com acenos e buzinaços.

A campanha de mobilização continua. Uma das ações é a produção de vídeos em apoio à mobilização e/ou respondendo as questões: “Qual a ciência/tecnologia/inovação que eu faço? Por que isto é importante para o Brasil?”. Os vídeos serão postados na página do facebook Volta MCTI. Outra iniciativa da campanha é a substituição da foto de apresentação de cada pesquisador no Lattes pelo logo #Fica MCTI.

2) Frente aos ataques à democracia e à educação, Assembleia Docente delibera por reativação do Comando Local de Mobilização

No dia 09 de junho, reunidos em Assembleia chamada pela Seção, docentes da UFRGS debateram a atual conjuntura do país, os cortes que a educação tem sofrido e a precarização das condições de ensino e aprendizagem.
Frente aos ataques à democracia, aos cortes na educação, os docentes reunidos em assembleia decidiram por: reativar o Comando Local de Mobilização, com reuniões abertas e incorporando novos membros (indicativo de reunião: semana do dia 20-24 de junho); criar uma agenda pública, organizada pela Seção e com participação de docentes de diferentes unidades, para divulgação das iniciativas e eventos que estão ocorrendo na Universidade em defesa da democracia e da educação pública, gratuita e de qualidade; apoiar e assinar a carta da ASSIBGE – Sindicato Nacional em repúdio à troca de presidente no IBGE sem qualquer consulta ao corpo técnico, e indicação de novo diretor vinculado a interesses privados, em especial o mercado de capitais, que são credenciais incompatíveis com a função de direção do IBGE.
Os professores presentes debateram, também, estratégias maior aproximação e contribuição com as escolas ocupadas e com os movimentos dos servidores técnicos-administrativos da UFRGS.
A professor Rúbia Vogt (Colégio de Aplicação) foi eleita delegada da Seção para o 61º CONAD, a realizar-se nos dias 30/06-03/07 em Boa Vista, Roraima.

3) Entidades divulgam Carta Aberta do Encontro Universitário e Manifesto pela Apuração Paritária

paridade ja

A Seção do Andes na UFRGS, a Assufrgs, a APG e o DCE divulgaram à comunidade Carta Aberta com as resoluções tomadas no Encontro Universitário, em 21 de maio. O Encontro, organizado pelas entidades, contou com a presença da comunidade acadêmica e de movimentos sociais. Lá, debateu-se os temas do papel da educação e da universidade na sociedade, da autonomia e do financiamento, da democracia e das condições de trabalho e de estudo. A Carta foi encaminhada às três chapas que concorrem à Reitoria e pode ser lida aqui.
As Entidades divulgaram, ainda, Manifesto pela apuração paritária na consulta para Reitor da UFRGS. O Manifesto será encaminhado às três chapas que concorrem à Reitoria e à Comissão Eleitoral da Consulta para reitor da UFRGS.
O Manifesto pode ser lido e assinado aqui.

4) Consulta para Reitor/2016 – Carta aos candidatos

A Seção Sindical do Andes-SN considera que a Consulta é um momento privilegiado para o debate dos problemas enfrentados no cotidiano de trabalho e estudo dos docentes, técnicos e estudantes.

Para dialogar com a comunidade e os candidatos à Reitoria, a Assembleia Geral de Docentes, reunida no dia 19 de maio, construiu uma carta que apresenta proposições para o planejamento institucional e reivindicações dos docentes. A carta está embasada nas pautas locais das mobilizações de docentes da UFRGS, nas deliberações congressuais do ANDES-SN e na contribuição da Seção Sindical para o Projeto de Desenvolvimento Institucional da UFRGS. Leia aqui a carta encaminhada às chapas.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 55, 27/05/2016.

Em defesa da Universidade Pública e da Constituição,
contra a desvinculação entre a receita e os gastos com Educação e Saúde!

PAUTA:

1 – Assembleia Geral no dia 9 de junho debaterá ações em defesa da democracia e da Universidade pública

2 – Comunidade UFRGS contra o golpe propõe paralisação e atividades na quarta-feira, 1º de junho

3 – ANDES protocola no MEC e no MPOG pauta de reivindicações dos docentes das instituições federais

4 – Encontro Universitário unifica pautas de docentes, técnicos e estudantes

5 – UFRGS cria Comitê contra a intolerância e a discriminação

Filie-se, porque o ANDES-SN convida você a dizer não às contrarreformas!

1 –  Assembleia Geral no dia 9 de junho debaterá ações em defesa da democracia e da Universidade pública

As conquistas democráticas inseridas na Constituição de 1988 vêm sendo, ao longo dos anos, afrontadas por emendas restritivas e práticas truculentas da polícia e de setores do Ministério Público e do Judiciário. Desde as repressões às manifestações de junho de 2013, o ANDES-SN e outras entidades vêm denunciando, conforme nota publicada em março, o crescente processo de criminalização dos movimentos sociais, agravados pela Lei 13.260/2016, dita “Lei Antiterrorismo”, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidente Dilma.

A votação do impeachment no Congresso Nacional foi precedida e marcada por uma forte escalada de agressões à democracia, com a judicialização da luta política e o recurso a mecanismos de exceção. Em repúdio a essas ameaças, a Seção endossou nota da Adusp, publicada em 23 de março. Divulgou aulas públicas organizadas pelos colegas, convocou e participou de atos em defesa da democracia, na UFRGS, e na Esquina Democrática.

Para debater a crise política nacional, seus desdobramentos e os riscos envolvidos, a Seção criou um Fórum de Debatesvirtual.

No quadro da disputa política instaurada também se multiplicaram as manifestações de intolerância e de agressões físicas, inclusive nos campi da UFRGS, por parte de grupos de extrema-direita. Em repúdio a essas ações, a Seção divulgou nota em abril.

Nesse mesmo quadro, cresceram as manifestações de apoio ao Programa “Escola Sem Partido” (Projeto de Lei 867/2015), que cerceia a atividade docente e o exercício do pensamento crítico nas escolas e na Universidade. Nesse contexto a Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou uma descabida Moção de Repúdio à UFRGS, arquivada depois de intensa mobilização da comunidade.

A instalação do governo interino marca uma nova escalada de atentados à democracia. São notadamente danosas, para a Universidade, a extinção do Ministério de Ciência e Tecnologia, a tentativa de extinção do Ministério da Cultura e o anúncio da desvinculação entre a receita e os gastos com a Educação e a Saúde, uma importante conquista inscrita na Constituição de 1988.

Para debater a conjuntura, divulgar e construir ações de resistência a todos esses ataques, a Seção convoca umaAssembleia Geral de docentes a ser realizada na quinta-feira, 9 de junho, com início às 18 horas em segunda chamada, com a seguinte pauta:

  1. Ataques à democracia e ações de resistência
  2. Mobilização contra o ajuste fiscal e a desvinculação de gastos com Educação
  3. Assuntos Gerais

O local da Assembleia Geral, no Campus Centro ou no Campus Saúde, será divulgado no próximo boletim.

2 – Comunidade UFRGS contra o golpe propõe paralisação e atividades na quarta-feira, 1º de junho

A “Comunidade UFRGS contra o golpe” propõe uma paralisação das atividades regulares na UFRGS na próxima quarta-feira (01/06) e a realização de um dia de reflexão e articulação daquelas/es que não aceitam o retrocesso, a intolerância e a barbárie dos fundamentalismos políticos e religiosos.

A agenda das atividades, a serem realizadas no Campus Central da UFRGS (debates, oficinas, intervenções artísticas, rodas de conversa), será divulgada na página da Comunidade.

3 – ANDES protocola no MPOG e no MEG pauta de reivindicações dos docentes das instituições federais

No dia 23 de maio, o Andes-SN protocolou, junto ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG) e ao Ministério da Educação (MEC), a Pauta de Reivindicações dos Docentes das Instituições Federais de Ensino Superior aprovada no 35º Congresso do Andes-SN, realizado em Curitiba, de 25 a 30 de janeiro.

A Pauta está organizada segundo os eixos: Universidade Pública e o trabalho docente (demandas gerais); Autonomia, financiamento e vagas docentes; Democratização das instituições e das relações de trabalho; Condições de trabalho, capacitação e seguridade; Carreira única; Política salarial; Proposta salarial.

A Pauta contempla  reivindicações salariais, como a revisão anual dos vencimentos dos servidores públicos, como preceitua a Constituição, em índice no mínimo igual à desvalorização monetária. Em relação às vagas docentes, a Pauta reivindica a recomposição do quadro docente das IFE considerando o déficit historicamente acumulado nas últimas décadas; que sejam considerados, além do número de vagas não repostas decorrentes de aposentadoria, de invalidez, de morte e de demissões, o crescimento proporcional do número de vagas e cursos criados a partir do REUNI e o que está previsto para a sua respectiva consolidação. Em relação ao orçamento, propõe a instituição de uma mesa de negociação para discutir o orçamento das IFE, de modo que os recursos para Orçamento de Custeio e Capital (OCC) sejam de, no mínimo, 28% dos recursos destinados à despesa de pessoal e encargos em cada IFE, e mais 3% da soma dos recursos de Pessoal e OCC para assistência estudantil, além dos recursos destinados à expansão e fomento. A versão integral da Pauta pode ser consultada aqui.

Nas Cartas entregues ao MPOG e ao MEC, a diretoria do ANDES alerta que o PL 4251/15, encaminhado pelo Governo e em tramitação no Congresso, agrava a desestruturação da Carreira. Solicita audiência com ambos os Ministros para detalhar a pauta de reivindicações e organizar um cronograma de reuniões.

4 – Encontro Universitário unifica pautas de docentes, técnicos e estudantes da UFRGS

No último sábado, 21 de maio, a Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS, a ASSUFRGS, a APG (Associação de Pós-Graduandos) e o DCE (Diretório Central de Estudantes) promoveram um Encontro Universitário que reuniu dezenas de docentes, técnicos e estudantes para o debate sobre a situação da Universidade e a construção de uma pauta comum aos três segmentos.

O Encontro, realizado no Auditório da FABICO, teve início com uma saudação das entidades promotoras. A professora Monica Bonatto, presidente em exercício da Seção do ANDES-SN,  falou da importância do diálogo entre os três segmentos, que têm pautas comuns e específicas. Também se manifestaram representantes de movimentos sociais, como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e  estudantes das ocupações de escolas estaduais, que apresentaram suas demandas em relação à Universidade Pública. Os professores Carlos Alberto Gonçalves e Sergio Franco, candidatos a Reitor da UFRGS pela Chapa 1 e pela Chapa 2, também saudaram os participantes do evento.

image008 (4)

A seguir, o professor Jorge Alberto Quillfeldt, do Instituto de Biociências, proferiu uma palestra sobre “O papel da educação e da universidade na sociedade”, enfatizando a disputa permanente entre um projeto de universidade voltada para os interesses privados das grandes empresas e do mercado financeiro, e uma universidade comprometida com os interesses da maioria da população. O novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia (Lei 13.243/2016), segundo o palestrante, expressa o avanço dos interesses do setor privado no seio da Universidade, inclusive ao comprometê-la com a inovação, que não é uma tarefa precípua da instituição.

A professora Sueli Goulart, da Escola de Administração, abriu a Mesa sobre Autonomia e Financiamento. Argumentou que “Como princípio, temos a autonomia inscrita em nossa Constituição. Como prática, temos a autonomia permanentemente confrontada, em várias frentes. Colocada sob viés essencialmente gerencialista, a autonomia foi praticamente ressignificada para desobrigar o Estado da manutenção plena de todas as atividades da universidade e para colocar a exigência de captação de recursos no mercado.”

Dentre as afrontas à autonomia que vêm sendo praticadas pelo governo federal, a professora Sueli, representando o ANDES-SN, destacou: os contratos de gestão, que condicionam o repasse de recursos ao compromisso com atividades formatadas e metas estabelecidas externamente às instituições, como foi o caso do REUNI e é o caso da UAB; as contratações via terceirização e Organizações Sociais; os repasses a organizações privadas (via FIES e PROUNI); a cessão de docentes e técnicos para a realização de pesquisas que obedecem estritamente aos interesses do setor privado.

A Mesa sobre Democracia foi coordenada pela ASSUFRGS, e a Mesa sobre Condições de Trabalho e Estudo foi coordenada pelo DCE e pela APG. O próximo boletim apresentará a carta construída pelos participantes do Encontro e que unifica as pautas de estudantes, técnicos e docentes.

5 – UFRGS cria Comitê contra a intolerância e a discriminação

Em evento realizado na tarde desta quarta-feira, 25, no auditório da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, foi instituído o Comitê Contra a Intolerância e a Discriminação – UFRGS. Em resposta a recentes eventos de intolerância ocorridos na UFRGS, a Universidade, a partir da sugestão de um grupo de trabalho que reuniu pesquisadores envolvidos com o tema dos direitos humanos, além de representantes da Administração Central, criou o Comitê Contra a Intolerância e a Discriminação – UFRGS. O objetivo é disseminar a cultura da paz na Universidade, por meio de ações de promoção dos direitos humanos e de enfrentamento à discriminação por gênero, raça, etnia ou orientação sexual na UFRGS. O Comitê é responsável também por acompanhar as denúncias de ocorrências de discriminação e violência na UFRGS reportadas por meio da Ouvidoria da Universidade.

O evento contou com a participação do jornalista e sociólogo Marcos Rolim, que apresentou a palestra “O ovo da serpente: os riscos da disseminação de ódio no Brasil”. A composição do Comitê pode ser consultada aqui.

A Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS reitera seu apoio e solidariedade a todas as iniciativas que visem o enfrentamento às manifestações de intolerância e às discriminações, dentro e fora da Universidade.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 53, 16/05/2016.

Em defesa da democracia, contra o ajuste fiscal e o devastador PLP 257! 

Solidariedade aos professores estaduais em greve!    

PAUTA:

1 – Assembleia Geral no dia 19 de maio debaterá eleições para Reitoria e campanha contra o PLP 257/2016.

2 – Homenagem do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas a João Guilherme Correa de Souza e José Fraga Fachel.

3 – Encontro Universitário no dia 21 de maio para debater e unificar ação de docentes, técnicos e estudantes.

4 – Licenciamento do professor Mathias Luce da presidência da Seção Sindical.

Filie-se, porque o ANDES-SN convida você a dizer Não ao PLP 257!

1 – Assembleia Geral no dia 19 de maio debaterá eleições para Reitoria e campanha contra o PLP 257/2016.

As eleições para Reitor da UFRGS foram convocadas pelo Conselho Universitário, segundo edital que pode ser consultado aqui.

A consulta, no dia 16 de junho, será precedida de cinco debates entre as três chapas inscritas, com a participação da comunidade universitária.

Consulte as datas e locais dos debates aqui.

A Seção Sindical do Andes-SN na UFRGS convida os docentes ao debate sobre o processo eleitoral e a pauta de reivindicações que deverá orientar a atuação da entidade nesses debates.

Para discutir esse e outros temas, convoca uma Assembleia Geral de docentes da UFRGS, a realizar-se na quinta-feira, dia 19 de maio com início às 18 horas em segunda chamada, no Auditório do Departamento de Bioquímica (Av. Ramiro Barcellos, 2600 – Anexo).

Pauta da Assembleia Geral:

  1. Informe sobre ações relativas às progressões e promoções de docentes
  2. Eleições para Reitoria e pauta docente
  3. Campanha contra o PLP 257/2016
  4. Assuntos Gerais

Quando? Na quinta-feira, 19 de maio com início às 18 horas.

Onde? Auditório do Departamento de Bioquímica (Av. Ramiro Barcellos, 2600 – Anexo).

2 – Homenagem do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas a João Guilherme Correa de Souza e José Fraga Fachel.

Os professores João Guilherme Correa de Souza e José Fraga Fachel, falecidos em fevereiro de 2016, serão homenageados pelo IFCH/UFRGS nesta sexta-feira, dia 20, às 14 horas, na sala do Pantheon, IFCH, Campus do Vale.

Ambos participaram da fundação da Associação dos Docentes da UFRGS, em junho de 1978. O professor Fachel foi escolhido por aclamação, na Assembleia de fundação, para presidir a primeira diretoria da Associação. Os Informandes na UFRGS nº 9 e nº 10/2016 reuniram vários depoimentos de colegas que podem ser lidos aqui.

Abaixo, transcrevemos trecho do convite para a cerimônia, assinado pela professora Soraya Vargas Cortes, diretora do IFCH.

“Ambos, cada um ao seu modo, inauguraram uma nova fase no ensino de ciências sociais no Rio Grande do Sul. Professores estudiosos, ávidos leitores de autores clássicos e contemporâneos brasileiros e de outros países, substituíram os tradicionais ‘cadernos’ de anotações de aula por artigos, textos e livros originais, que deveriam ser lidos de forma sistemática, interpretados e servir de inspiração para a construção de problemas de pesquisa inseridos no debate contemporâneo das ciências sociais. Gerações de antropólogos, cientistas políticos e sociólogos gaúchos foram formadas sob a influência, direta ou indireta, de ambos. Os pioneiros professores ‘João Guilherme’ e ‘Fachel’ abriram os caminhos para um pensamento reflexivo e mais autônomo que influenciou decisivamente na formação de gerações de cientistas sociais que vieram a construir a excelência dos PPGs da área na UFRGS e em outras IES, a aprimorar a qualidade dos cursos de graduação e das investigações realizadas por cientistas sociais em instituições de pesquisa no estado. Além, em tempos de ditadura militar, enfrentaram corajosamente a censura e os impedimentos impostos pelo regime, contribuindo para a construção da democracia no país.

A consternação que sentimos não obscurece a alegria de termos aprendido tanto com eles e de termos sido desafiados intelectualmente por esses grandes colegas, por isso a realização da homenagem.”

3 – Encontro Universitário

unnamed

A Seção Sindical do Andes-SN, a Assufrgs, o Diretório Central de Estudantes (DCE) e a Associação de Pós-Graduandos (APG) promoverão no próximo sábado, 21 de maio, um Encontro Universitário, das 9 às 13 horas, no Auditório da FABICO (Av. Ramiro Barcelos, 2705).

Serão debatidos os temas:O papel da educação e da universidade na sociedade”, com o professor Jorge Quillfeldt, convidado, “Autonomia e Financiamento”, “Democracia na Universidade”, “Condições de Trabalho e de Estudo”, sob coordenação do Andes, DCE e Assufrgs.

O debate embasará a construção de um documento queexpresse as pautas, demandas e reivindicações e que sirva como um instrumento unificador das lutas conjuntas travadas pelos estudantes, professores e técnicos.

4 – Licenciamento do professor Mathias Luce da diretoria da Seção

A professora Monica Bonatto assumirá interinamente a Presidência da Seção Sindical durante licenciamento do professor Mathias Luce, com duração de 30 dias, a partir desta segunda-feira, 16 de maio.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!


Caso desejar ser removido(a) desta lista, clique em “Responder” informando “Remover” ou “Cancelar” no “Assunto” e/ou no início da própria mensagem.

  • FUTURE-SE EM DEBATE

  • Canal Docente

  • Seção Sindical ANDES/UFRGS no Facebook

  • + notícias

  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.