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InformANDES na UFRGS, nº 51/2015, 05-06/06/2015.

PAUTA:

1-Sobre os encontros com o governo: foram de efetiva negociação? ou reuniões de  postergação?

2-Mais fotos sobre a UFRGS na paralisação do dia 29 de maio; e, também, sobre o “envelopamento” da UFRGS.

3-Argentina se uniu para dar um basta ao feminicídio: manifestação se espalhou para outras capitais sul-americanas.

4-Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 22/2015.

5-“Caravana 43” em Porto Alegre: encontro com familiares e sobreviventes do desaparecimento de 43 estudantes da Escola Ayotzinapa, no México.

1-Sobre os encontros com o governo: foram de efetiva negociação? ou reuniões de  postergação?

23 de abril de 2014: Sisu/MEC assinou acordo e… interrompeu unilateralmente as negociações

No dia 23 de abril de 2014, o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), Paulo Speller, formalizou, em nome do Ministério, acordo preliminar em relação aos quatro primeiros pontos conceituais da reestruturação da carreira docente, que foram propostos pelo Sindicato Nacional.

Porém, a seguir, o governo interrompeu as reuniões, rompendo unilateralmente o processo de negociação recém iniciado!

Janeiro de 2015: ANDES-SN e servidores federais protocolam pautas de reivindicações

O ANDES-SN e o Fórum das Entidades Nacionais dos servidores federais (Fonasef) protocolaram, no MEC e no MPOG, as pautas de reivindicações específicas e geral, com pedidos de audiências.

10 de março de 2015: Ministro Cid Gomes não compareceu à Audiência; Secretário Executivo do MEC…

No lugar do Ministro, compareceu o Secretário Executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, que afirmou a disponibilidade do MEC em estabelecer uma agenda de reuniões com o ANDES-SN. Porém, esclareceu que, de fato, as negociações entre o ANDES-SN e o MEC só seriam encaminhadas… após a nomeação do novo titular da Secretaria de Educação Superior (Sesu).

20 de março de 2015: Ministro Nelson Barbosa (Planejamento – MPOG) recebeu as entidades de servidores federais e… apresentou o pensamento do governo

No dia 20 de março, o ministro Nelson Barbosa, titular da pasta do planejamento (MPOG), recebeu o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef), junto com outras entidades sindicais e 5 centrais. Discursou, expondo os planos governamentais (“ajuste fiscal”, redução do percentual da folha de pagamento,…) e adiou as negociações para… maio!

Porém, pressionado por protestos, manifestações, passeatas e atos, em Brasília e nos estados, o MPOG acabou adiantando a primeira reunião para…

23 de abril: pressionado, o governo (MPOG) se comprometeu em…

Em 23 de abril, ocorreu reunião do governo (representado pelo Ministério do Planejamento – MPOG) com o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef).

O governo anunciou que não tinha proposta (somente queria “ouvir”) e que faria apenas três outras reuniões (uma no final de maio; outra, no final de junho; e a última, no final de julho).

Pressionado, o governo: a) aceitou antecipar a reunião seguinte; b) aceitou que essa tivesse uma pauta pré-definida; c) se comprometeu em trazer respostas às reivindicações do chamado “bloco negocial” de reivindicações.

06 de maio: reunião do governo (MPOG) com ANDES-SN e Proifes sobre a pauta específica dos docentes federais

Foi cobrada a ausência do MEC: como discutir a pauta específica sem a presença do MEC? O MPOG prometeu trazer o MEC em próximas reuniões e, novamente, disse que estava presente apenas para “ouvir” as entidades!!

O ANDES-SN cobrou do governo uma negociação efetiva da pauta de reivindicações centrada em: reestruturação da carreira com valorização salarial; solução efetiva à precarização das condições de trabalho e de infraestrutura nas Instituições Federais de Ensino (IFE); previsão de abertura de vagas para docentes e técnicos nas IFE para 2015 e 2016.

O ANDES-SN ainda lembrou que já havia mais de doze meses desde a última reunião de negociação do governo com o Sindicato Nacional quando o MEC (através da Sesu) assinou acordo sobre quatro conceitos iniciais de reestruturação da carreira, mas que, a seguir, o governo interrompeu unilateralmente o processo de discussão/negociação.

O governo repetiu o discurso de reduzir o percentual (“impacto”) da folha de pagamento, prometeu “estudar” o pedido de antecipar a próxima reunião e… remeteu eventuais respostas e propostas para… meados de junho!

14 de maio: segunda reunião do governo (MPOG) com o Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasef)

No dia 14 de maio, ocorreu a segunda reunião do governo com o Fonasef. Na reunião anterior (23 de abril), fora acordado que o MPOG traria respostas às reivindicações do chamado “bloco negocial” de reivindicações.

Porém, o governo não apresentou qualquer resposta, só falou em “estudos”, desconversou a respeito de qualquer compromisso e se recusou em definir a data da próxima reunião.

A seguir, ocorreu reunião concorrida (cerca de 300 presentes) do Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef) que avaliou, consensualmente, que o governo não estava negociando, mas realizando reuniões para enrolar.

15 e 16 de maio: Plenária do Setor das Federais/IFES do ANDES-SN

Avaliando que o governo está enrolando para assestar diversos golpes (reajuste zero em 2016, 2017 e 2018, cortes de verbas da IFES, etc.), a Plenária do Setor das Federais referendou indicativo de greve com proposta de deflagração em 28 de maio.

22 de maio: às pressas, MEC convocou ANDES-SN para reunião

O Sindicato Nacional apresentou novamente a pauta reivindicativa, relembrou os quatro pontos acordados em abril/2014 e questionou a interrupção unilateral das negociações pelo MEC.

O MEC renegou o acordo de 23 de abril de 2014, disse que, em relação a realização de concursos, não há respostas e, sobre o restante da pauta, postergou (necessidade de “estudos”) qualquer resposta a uma próxima reunião, possivelmente após a metade do mês de junho.

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Resumindo: houve negociação?

Foram seis reuniões entre 20 de março e 22 de maio: três reuniões do governo com o Fonasef (representando os servidores federais) e três reuniões do governo com o ANDES-SN (e presença da Proifes em uma delas). Em nenhuma das seis reuniões, houve negociação efetiva. Pelo contrário, em duas delas o governo renegou o que tinha acordado em reunião anterior.

O governo reúne com o ANDES-SN e com os servidores federais (Fonasef) para discursar, expor seus planos de “ajuste fiscal”, de redução da folha de pagamento, de corte de verbas. Quando o ANDES-SN e o Fonasef cobram respostas à pauta de reivindicações, o governo responde com a “necessidade de estudos” e remete as respostas a reuniões posteriores, distantes e sem data.

Trata-se de um processo de negociação? Não: um processo de delongas e protelação! Como educadamente escreveu a Fasubra em uma carta ao titular do MEC: “Ministro, é preciso NEGOCIAR e não somente DIALOGAR! Queremos negociação Já!!”.

Em outras palavras: chega de postergação e enrolação!

28 de maio: iniciou a greve nacional dos docentes e dos funcionários técnico-administrativos das IFES

Em 28/05, os docentes de 18 seções sindicais em 12 estados deflagraram a greve nacional por tempo indeterminado e compuseram o CNG. O Comando Nacional de Greve passa agora a ser o órgão condutor da greve.

Em 01 de junho, já são 21 Instituições Federais de Ensino Superior em greve, e 24 em 03 de junho.

E na UFRGS?

Aqui na UFRGS ainda estamos ainda em fase de “aquecimento” para uma mobilização mais intensa. Até por que, na contramão dos fatos, a Adufrgs/Proifes não se cansa de repetir que a negociação com o MEC está em andamento.

A entrada na greve da entidade filiada à Federação-Proifes na UFBa obrigou os dirigentes da Proifes a mudar o discurso, pelo menos na Bahia!

Neste momento, as tarefas, na UFRGS, são de: – esclarecer o que está em curso e o que está em jogo; – aumentar a mobilização para intensificar a pressão sobre o governo; – colocar-nos totalmente solidários com a legítima greve nacional deflagrada: contra a ausência de negociações; contra o “reajuste zero” trienal (2016 a 2018) que o governo está cozinhando; pela reestruturação da Carreira Docente; contra o corte de verbas de R$ 9,4 bilhões; em defesa da Universidade Pública.

A Seção Sindical/ANDES anuncia a convocação de uma Assembleia Geral Docente de avaliação da situação (avaliação do estado da negociação e da greve nacional) a realizar-se no dia 17 de junho, às 18h30, no Auditório (sala 102) da Faculdade de Educação – FACED (Campus Centro).

Fontes: ANDES-SN, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

2-Mais fotos sobre a UFRGS na paralisação do dia 29 de maio; e, também, sobre o “envelopamento” da UFRGS

2.1-Presença da UFRGS na paralisação do dia 29

Professores do Departamento de História

Professores do Departamento de História

Delegação do Departamento de História.

CAp/UFRGS

CAp/UFRGS

Colégio de Aplicação presente!

Coluna da UFRGS em movimento

Coluna da UFRGS em movimento

Coluna da UFRGS no dia 29.

Veja mais fotos sobre a presença da UFRGS na paralisação do dia 29: aqui.

2.1-Dias 01-02/06: os técnico-administrativos, com a Assufrgs, “enveloparam” a UFRGS

Nos dias 01 e 02 de junho, os funcionários técnico-administrativos “enveloparam” os campi da UFRGS, bem como a UFCSPA e os campi Porto Alegre, Restinga e Canoas do IFRS (Instituto Federal/RS). Veja algumas fotos abaixo.

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Campus Centro da UFRGS.

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Campus do Vale da UFRGS.

Veja mais fotos dos “envelopamentos”: aqui. (Fonte: Assufrgs).

3-Argentina se uniu para dar um basta ao feminicídio: manifestação se espalhou para outras capitais sul-americanas

Na última quarta-feira (03/06), 150 mil pessoas se concentraram no Centro de Buenos Aires e acompanharam familiares de mulheres assassinadas por seus companheiros e vítimas da violência de gênero ao grito de “Ni una a menos” (Nenhuma a menos).

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Multidão em Buenos Aires. Foto: Oscar Barraza/Prensa Senado/AFP/Correio do Povo

“É pela vida, chega de mortes”, “o machismo mata”, “nem a roupa nem os costumes podem justificar o abuso”: estas foram algumas das frases escritas em cartazes espalhados em frente ao Congresso, em Buenos Aires, e também pelo centro de Santa Fe, Bariloche, Córdoba e outras cidades.

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Buenos Aires. Foto: Fernando Sturla/Divulgação/Télam/Sul 21

A iniciativa, que congregou uma multidão em Buenos Aires, também suscitou manifestações em 100 (cem) outras cidades da Argentina, e, também, fora do país: em Uruguai, Chile e México.

Em Montevidéu, no Uruguai, segundo a Uypress, a manifestação de protesto “reuniu multidões na Plaza Independencia”. Leia“Disculpe las molestias, nos están asesinando”, matéria da Uypress: aqui.

Leia a matéria do Correio do Povo, aqui, e do Sul 21, aqui.

Leia “Histórica marcha por los derechos de la mujer en Argentina”, aqui.

Fontes: Correio do Povo, Sul 21 e Uypress, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

4- Escute, pela internet, o programa Voz Docentedesta semana, nº 22/2015.

No roteiro:

– A Carta à Sociedade Brasileira divulgada pelo Comando Nacional de Greve dos Docentes Federais, em 30 de maio;

– Entrevista com o Professor Giovanni Frizzo, do Comando Nacional de Greve, sobre a paralisação que já atinge 24 instituições superiores da rede federal de ensino;

-Como foi o Dia Nacional de Paralisação, em 29 de maio, em Porto Alegre e entre a comunidade universitária da UFRGS.

5- “Caravana 43” em Porto Alegre: encontro com familiares e sobreviventes do desaparecimento de 43 estudantes da Escola Ayotzinapa, no México

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Não vamos deixar esquecer e vamos exercer a solidariedade internacional com os familiares dos 43 estudantes desaparecidos em Ayotzinapa, no México

Atenção: mudança do local da atividade do sábado 06/06, às 13h00; ver abaixo.

Para refrescar a memória

Em setembro 2014, em Iguala, estado de Guerrero, no México, foram mortos seis estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa e 43 outros foram desaparecidos.

Trata-se de um dos episódios mais infames da história latino-americana recente de desrespeito aos direitos humanos, estando policiais envolvidos nos ataques, massacre e desaparecimentos.

Como expressar nossa solidariedade com os familiares e lutar contra a impunidade?

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Preservando a memória, sustentando a luta em busca de verdade e justiça, lutando pelo fim dessas atrocidades, que envolvem tanto o crime organizado quanto integrantes do estado mexicano.

Conhecer, analisar, compreender, são elementos do combate para que essas violências não se banalizem nem difundam.

É este o sentido da Caravana Sulamericana 43, em solidariedade aos sobreviventes e familiares dos 43 estudantes vítimas de um “desaparecimento forçado”em Ayotzinapa, Guerrero, México, em 26 de setembro do ano passado.

http://ayotzinapasomostodos.com/los43/

Caravana 43 em Porto Alegre

Os quatro integrantes da caravana passarão pela Argentina, Uruguai, Brasil, e estarão em Porto Alegre de 05 a 08 de junho. Participe de uma das cinco atividades programadas:

Sábado, 6/6, 13h00, mudança de local: Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – Simpa, rua João Alfredo, 61, Cidade Baixa;

Domingo 7/6, 10h00: Escadaria da Borges de Medeiros;

Domingo 7/6, 15h00: Ato contra as Eleições no estado de Guerrero (México); LOCAL: Brique da redenção (próximo ao Monumento ao Expedicionário);

Segunda 8/6, 08h30: ILEA (UFRGS, Campus do Vale, Av. Bento Gonçalves, 9500);

Segunda 8/6, 17h00: Esquina Democrática.

Compareça!

Esclarecimento: Segundo informações obtidas junto aos organizadores, o local da atividade do sábado 06/06, às 13h00, foi transferido para o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – Simpa, porque a titular da Secretaria Municipal de Educação – SMED, Sra Sra Cleci Maria Jurach,Cleci Maria Jurach, tomou a lamentável decisão de negar o local da Escola Porto Alegre.

Para saber mais:

http://jornalismob.com/2014/10/23/seis-estudantes-mortos-e-43-desaparecidos-o-mexico-grita/

http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2015-05/caravana-de-ayotzinapa-chega-ao-brasil-para-debater

“Vivos se los llevaran, vivos los queremos!” – Solidaridad con los 43 estudiantes desaparecidos en Ayotzinapa. Todos somos Ayotzinapa!

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 49/2015, 01/06/2015.

PAUTA:

1- O Dia 29 de Maio foi marcado, em todo o país, por Paralisações, Manifestações e Atos contra o PL da Terceirização, contra os cortes e a retirada de direitos!

2- Aspectos da preparação do Dia 29 de Maio na UFRGS: professores do Dpto de História e do Colégio de Aplicação publicaram comunicados à comunidade expondo motivos de sua adesão à paralisação do Dia 29.

3- Na última quinta-feira, dia 28, foi iniciada a greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).

4-Técnico-administrativos de várias universidades também iniciaram, na última quinta-feira, 28/05, a greve nacional convocada, nacionalmente, pela Fasubra e, na UFRGS, pela Assufrgs.

1-O Dia 29 de Maio foi marcado, em todo o país, por Paralisações, Manifestações e Atos contra o PL da Terceirização, contra os cortes e a retirada de direitos!

O Dia 29 de Maio, nacionalmente

O Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, convocado por sete centrais sindicais (CSP-Conlutas, CUT, CTB, NCST, UGT, Intersindical-CCT e Intersindical-ILOCT), foi marcado, em todo o país, por numerosas paralisações e por atos públicos unificados na luta contra o PLC 30 (ex-PL 4330 – das Terceirizações), contra o chamado “ajuste fiscal” (que promove cortes nas verbas sociais) e contra as medidas provisórias 664 e 665 (que configuram retrocessos nos direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores).

Em sua grande maioria, as entidades de servidores federais aderiram à paralisação. No campo da rede federal de ensino, a esmagadora maioria das Assembleias Gerais de docentes federais e de técnico-administrativos deliberaram por paralisarem no Dia 29, atendendo ao chamado do ANDES-SN, do Sinasefe e da Fasubra. Houve também uma grande adesão de estudantes (DCEs, DAs, etc.).

Leia mais sobre o Dia 29, nacionalmente, aqui e aqui.

Leia sobre o Dia 29 em Santa Maria, aqui, e em Pelotas, aqui.

O Dia 29 de Maio em Porto Alegre

Em Porto Alegre, os Metroviários suspenderam totalmente as atividades. Os rodoviários aderiram totalmente ao movimento paredista durante o início da manhã, e parcialmente depois. Mesmo após a entrada em circulação dos ônibus, o movimento de veículos e de passageiros era baixo. Houve também paralisações nos transportes coletivos interurbanos na Região metropolitana.

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Foto: Jerônimo Pires / Rádio Guaíba / Especial / CP

A Metroplan informou que a presença de filas de passageiros nas paradas e nos terminais foi muito abaixo do esperado, um claro indicador de que uma grande parcela de trabalhadores optou por não comparecer ao emprego.

Os funcionalismos municipal, estadual e federal, bem como várias agências bancárias e escolas, também paralisaram.

Delegações dos trabalhadores paralisados se concentraram em diversos pontos da cidade e saíram em caminhada, rumo ao Centro, para se reunirem em frente ao Palácio Piratini.

Algumas fotos dão uma boa ideia, por um lado, dos efeitos da Paralisação sobre a movimentação da cidade (veja “Porto Alegre paralisada, vazia”, AQUI); por outro lado, do caráter massivo da grande manifestação do Dia 29, em Porto Alegre (veja “Passeatas e ato unificado”, AQUI).

29 de maio 4

O Correio do Povo não arriscou uma cifra sobre a quantidade de participantes nas passeatas; a ZH falou em “milhares de manifestantes”; segundo as centrais sindicais, havia quinze mil pessoas. Fontes consultadas por este boletim confirmaram que havia mais de dez mil pessoas na soma das diversas passeatas e que o número pode ter chegado a 15 mil participantes.

O leitor pode julgar olhando algumas fotos; veja AQUI.

A Presença da UFRGS no Dia 29 de Maio

Conforme acordado entre as quatro entidades APG, DCE, ASSUFRGS e ANDES/UFRGS, o encontro da “Coluna da UFRGS” foi na frente da Faculdade de Educação – FACED, a partir das 9h. A ASSUFRGS trouxe o carro de som que deveria guiar a marcha até o Centro. Ao poucos, as pessoas foram chegando e se preparando para a caminhada. Cabe registrar que funcionários da Adufrgs-Proifes ergueram uma tenda ao lado da FACED um pouco antes da saída (10:30), mas nenhum diretor daquela entidade esteve presente na tenda ou contatou as demais entidades.

Ficou bastante expressivo o reagrupamento formado por técnico-administrativos, estudantes e docentes da UFRGS. No bloco docente, destacavam-se um grande grupo de professores do Colégio de Aplicação (ver galeria de fotos) e uma representação do Departamento de História.

Coluna da UFRGS em movimento

Pouco depois das 10h30, a coluna da UFRGS iniciou sua marcha. Passou pelo Túnel, Alberto Bins, Mauá, Borges de Medeiros e Praça da Matriz (em frente ao Palácio Piratini), juntando-se, no decorrer da caminhada, a outras colunas de manifestantes e a outras passeatas.

Veja as fotos sobre a presença da UFRGS no Dia 29 de Maio, AQUI.

Durante a marcha, dois representantes do ANDES-SN, os profs. Carlos Alberto Gonçalves (pela Seção Sindical) e Carlos Schmitt (Schmitão, pela Regional/RS), usaram o microfone do carro de som da Assufrgs. Suas falas abordaram os malefícios da terceirização, inclusive, no serviço público, através das OS recentemente “legalizadas” pelo STF. Foi também explicado como as universidades federais são vítimas dos cortes de verbas do governo federal. Uma representante do Colégio de Aplicação – CAp, profª Daniele Cunha, explicou as dificuldades vividas por essa Unidade da UFRGS.

Na Praça da Matriz, os representantes do ANDES-SN foram convidados pelos organizadores a subirem no caminhão de som para se juntarem à centrais sindicais.

No final do Ato, todo(a)s os participantes da coluna da UFRGS partilhavam a certeza dos demais participantes: o Dia 29 de Maio foi um sucesso de mobilização! E, presente no Ato, a UFRGS DISSE NÃO à terceirização, às medidas antisociais e aos cortes!

Veja o conjunto de fotos sobre o Dia 29 de Maio em Porto Alegre, em desenrolar contínuo: aqui ou em três galerias separadas: aqui.

2-Aspectos da preparação do Dia 29 de Maio na UFRGS: professores do Dpto de História e do Colégio de Aplicação publicaram comunicados à comunidade expondo motivos de sua adesão à paralisação do Dia 29

Departamento de História do IFCH

Na última quarta-feira, 27/05, a Seção Sindical promoveu uma reunião aberta aos docentes (sócios e não sócios) do Departamento de História do IFCH. Compareceram onze professores do Departamento.

O prof. Carlos Alberto Gonçalves, presidente da Seção, apresentou a pauta nacional de reivindicações, vários docentes falaram sobre questões da pauta local, foram discutidas formas de fortalecer a mobilização.

A reunião também debateu o Dia Nacional de Luta de 29 de Maio, sendo aprovada a adesão à paralisação nacional, a redação e divulgação de uma Nota Pública sobre o PL da Terceirização e sobre o Dia29io. Após a reunião, outros docentes do Departamento subscreveram, também, a nota pública de adesão à Paralisação Nacional do dia 29 de Maio.

Segue o Comunicado de docentes do Departamento de História da UFRGS, em adesão ao Dia Nacional de Paralisação, de 29/5, assinado por dezoito professores:

Os/as professores/as do Departamento de História da UFRGS abaixo subscritos/as viemos manifestar à comunidade universitária nossa adesão ao Dia Nacional de Paralisação, de 29 de maio. Nesta data, não daremos aula e suspenderemos demais compromissos acadêmicos, nos somando aos protestos nacionais convocados pelas centrais sindicais e entidades de dezenas de categorias de trabalhadores/as e do Serviço Público Federal.

Paralisaremos nossas atividades, dizendo: não ao PL 4330 das terceirizações; não às medidas provisórias 664 e 665; não aos cortes de verba na Educação Pública; não à contratação de docentes sem concurso público. Nosso NÃO de protesto é, ao mesmo tempo, um SIM em defesa da Educação Pública e de nossos direitos! Convidamos demais colegas a se somarem a essa jornada de paralisação e a nos encontrarmos às 9h de sexta-feira, 29, no Campus Central da UFRGS, em frente a Faced, local em que nos concentraremos para sairmos em caminhada em direção ao Centro da Cidade, onde ocorrerá ato unitário das centrais sindicais.

Assinam: Adriana Dias, Benito Schmidt, Carla Brandalise, Carla Rodeghero, Cláudia Mauch, Cybele Crossetti, Enrique Serra Padrós, Fernando Nicolazzi, Helen Osório, Igor Teixeira, José Avancini, Mara Rodrigues, Mathias Luce, Natália Pietra Méndez, Regina Xavier, Regina Weber, Sílvia Petersen, Temístocles Cézar”.

Colégio de Aplicação

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Conforme relatado no boletim nº 46 (25/05/2015), na sexta-feira, 22/05, a Assembleia Geral dos professores do Colégio de Aplicação – CAp, com aproximadamente 60 presentes, decidiu aderir ao Dia Nacional de Paralisação

A reunião também aprovou um texto, explicando os motivos do posicionamento contra a terceirização e demais cortes, a ser entregue aos pais e aos alunos. O referido texto pode ser lido aqui.

3- Na última quinta-feira, dia 28, foi iniciada a greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES); também começou a greve dos funcionários técnico-administrativos

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Dia 28: greve nacional iniciou e o Comando Nacional de Greve (CNG) foi instalado na sede do ANDES-SN, em Brasília

Na última quinta-feira (28/05), teve início a greve dos docentes das Instituições Federais de Ensino, com a instalação do Comando Nacional de Greve (CNG), na sede do ANDES-SN, em Brasília (DF).

Como foi o processo de deliberação da greve nacional docente?

Diante da inexistência de negociação e da postura explícita do governo de permanente postergação das reuniões e das respostas às questões colocadas, depois de registrar a passagem de exatos 12 (doze) meses desde a última reunião do MEC com o ANDES-SN, o Setor das Federais do Sindicato nacional lançou, em 26 de abril, um indicativo de greve nacional a ser avaliado pela Assembleia Geral Docente de cada Instituição Federal de Ensino (IFE). A decisão foi tomada por ampla maioria (22 seções a favor, três contra e nove abstenções).

Após avaliar as decisões das Assembleias Gerais locais, nova Plenária do Setor das Federais deliberou, em 16 de maio, confirmar, o indicativo de greve – a ser então referendado (ou não) em Assembleias Gerais de deflagração (ou não) do movimento paredista, em cada IFE.

Diante da confirmação do indicativo de greve, o MEC, às  pressas, convocou o Sindicato Nacional para uma reunião

No dia 22 de maio, o Sindicato Nacional foi recebido por representantes do MEC, que não apresentaram nenhuma resposta à pauta reivindicativa dos docentes e, ainda, negaram o acordo firmado entre a Secretaria de Educação Superior do MEC (Sesu/MEC) e o ANDES-SN, no ano passado, em abril/2014, acerca de pontos conceituais para a reestruturação da carreira do professor federal.

Qual a situação?

Realizado nos dias 25 a 27 de maio, foi muito rico o processo de Assembleias Gerais (AGs) deliberativas relativamente à deflagração ou não da greve em cada IFE. Dezoito AGs deliberaram pela deflagração da greve no dia 28. Algumas outras deliberaram pela greve, remetendo a deflagração a um dia posterior. Uma quantidade importante de AGs demonstrou um grau de mobilização extremamente elevado (mais de 350 presentes e, mesmo, na UFRJ, mas de 600) em que cerca de 40% da AG votou pela deflagração imediata da greve, os demais optando por dar um “último prazo”, uma “última chance” ao governo!

A lenta (quase parando) “negociação” do MPOG com os servidores públicos federais somada ao descaso do MEC com a pauta docente (já que, depois de 14 meses, o MEC nada tem a dizer), obriga os docentes federais a uma mobilização mais intensa. É preciso ampliar e profundar a discussão no que se refere ao reajuste salarial e à desestruturação da carreira, bem como as condições de trabalho na Universidade.

E na UFRGS?

Aqui na UFRGS ainda estamos ainda em fase de “aquecimento” para uma mobilização mais intensa. Até por que, na contramão dos fatos, a Adufrgs/Proifes não se cansa de repetir que a negociação com o MEC está em andamento.

A entrada na greve da entidade filiada à Federação-Proifes na UFBa obrigou os dirigentes da Proifes a mudar o discurso, pelo menos na Bahia!

A Comissão de Mobilização/UFRGS, cuja constituição foi iniciada na AG de 14/05, terá sua terceira reunião, nesta terça-feira, 02/06, às 17h00, no Auditório do Instituto de Bioquímica (Campus Saúde).

Instalação do Comando Nacional de Greve (CNG)

As seções sindicais e Assembleias Gerais das Instituições Federais de Ensino (IFEs) que deflagraram greve enviaram delegados, um por cada seção, para compor o CNG na capital federal. As que aprovaram deflagração de greve para dias posteriores, estão fazendo o mesmo.
Docentes de 18 seções sindicais em 12 estados aderiram, em 28/05, à greve por tempo indeterminado e compondo o CNG. O Comando Nacional de Greve passa agora a ser o órgão condutor da greve.

Nosso próximo boletim trará um dado atualizado da quantidade de IFEs em greve.
Greve, o último recurso

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O prof. Paulo Rizzo, presidente do Sindicato Nacional, ressalta que a greve foi o último recurso encontrado pelos docentes para pressionar o governo federal a ampliar os investimentos públicos para a educação pública e dar respostas ao total descaso do Executivo frente à profunda precarização das condições de trabalho e ensino nas Instituições Públicas Federais, muitas das quais já estão impossibilitadas (UFRJ e outras) de funcionar por falta de técnicos, docentes e estrutura adequada.

Leia mais sobre a deflagração da greve nacional docente, bem como os principais pontos da Pauta de Reivindicações: aqui.

Confira a nota do Comando Nacional de Greve.

Confira aqui a pauta completa

O portal do Comando Nacional de Greve (CNG) pode ser acessado no endereço http://grevenasfederais.andes.org.br/

Também começou a greve nacional dos funcionários técnico-administrativos: ver, abaixo, o item 4.

4-Técnico-administrativos de várias universidades também iniciaram, na última quinta-feira, 28/05, a greve nacional convocada, nacionalmente, pela Fasubra e, na UFRGS, pela Assufrgs

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UFRGS: Greve por tempo indeterminado é deflagrada pelos técnicos-administrativos em educação. Em assembleia lotada, servidores da UFRGS, UFCSPA e IFRS ratificaram entrada na greve 2015 da FASUBRA e elegeram os representantes da Assufrgs para o Comando Nacional de Greve (CNG). Leia mais aqui.

FASUBRA – 24 de maio: “Considerando o descaso e inexistência de negociação por parte do Governo”, a Plenária Nacional da FASUBRA resolveu “pela DEFLAGRAÇÃO DE GREVE NACIONAL a partir de 28 DE MAIO”. Leia aqui.

FASUBRA – 28 de maio: “Técnicos-administrativos das Universidade Federais deflagram greve”. Leiaaqui.

Fontes: Assufrgs e Fasubra, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 48/2015, 28/05/2015.

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Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização, aos cortes e à supressão de direitos!

Dia 29 de Maio é Dia Nacional de Paralisação

contra o PL das Terceirizações e demais medidas que promovem cortes

e retiram direitos trabalhistas, sociais e previdenciários:

Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

PAUTA:

1-Nesta sexta-feira, 29 de Maio, aderir ao Dia Nacional de Paralisação e Manifestações para DIZER NÃO à Terceirização, aos cortes, à retirada de direitos!

2-Assembleia lotada deliberou adesão dos técnico-administrativos da UFRGS, UFCSPA e IF-RS à greve nacional por tempo indeterminado; a decisão foi aprovada em Assembleia com mais de 400 servidores.

3-Porto Alegre: entre outras entidades, Sindicatos dos Rodoviários e dos Metroviários decidem aderir ao Dia Nacional de paralisação e vão cruzar os braços para barrar o PL da Terceirização, os cortes e retiradas de direitos.

1-Nesta sexta-feira, 29 de Maio, aderir ao Dia Nacional de Paralisação e Manifestações para DIZER NÃO à Terceirização, aos cortes, à retirada de direitos!

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Os eixos da paralisação são:

-contra o PL da Terceirização (PL 4330, agora denominado PLC 30/2015);

-contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665;

-contra o “ajuste fiscal” que promove cortes nos gastos sociais (corte de 11 bilhões na Saúde e 9,4 bilhões na Educação);

-contra a retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

Agenda das atividades no Dia 29 de Maio

-Paralisação!

-concentração dos três segmentos da UFRGS, a partir das 9h00 na frente da Faculdade de Educação – FACED, para caminhada até o Centro;

-11h00: Ato Unitário das sete centrais sindicais, na frente do prédio da Fecomércio/RS (Federação do Comércio), Av. Alberto Bins, 665, Centro.

Quem convoca o Dia Nacional de Paralisação de 29 de Maio?

A Jornada é convocada por sete centrais sindicais: CSP-Conlutas, CUT, CTB, Intersindical-CCT, NCST, UGT e Intersindical-ILOCT, e também por diversas entidades nacionais, entre as quais o ANDES-SN, a Fasubra, o Sinasefe e o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef).

A Assembleia Geral Docente da UFRGS, convocada por esta Seção Sindical e ocorrida em 14/05, aderiu ao Dia Nacional de Paralisação e convida os professores da UFRGS a protestar paralisando.

No dia 29, vamos mostrar que a Universidade Pública NÃO vai pagar pela crise,

que a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização, às medidas antisociais e aos cortes!

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Fontes: CSP-Conlutas e ANDES-SN.

2-Assembleia lotada deliberou adesão dos técnico-administrativos da UFRGS, UFCSPA e IF-RS à greve nacional por tempo indeterminado; a decisão foi aprovada em Assembleia com mais de 400 servidores

Dirigida pela Assufrgs, a greve deve começar nesta quinta-feira, 28 de maio, com Assembleia Geral de deflagração, que acontece às 9h00 no pátio da Reitoria.

A greve é nacional, dirigido pela Fasubra, e articulado com o movimento reivindicativo dos demais servidores federais, coordenado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais (Fonasef).

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Leia maisaqui.

Fonte: Assufrgs, com edição pela Seção Sindical/UFRGS.

3-Porto Alegre: entre outras entidades, Sindicatos dos Rodoviários e dos Metroviários decidem aderir ao Dia Nacional de paralisação e vão cruzar os braços para barrar o PL da Terceirização, os cortes e retiradas de direitos

Acompanhando o Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, o Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre informou que os ônibus não vão circular nesta sexta-feira 29.

O Sindicato dos Metroviários (Sindimetrô-RS) decidiu, também, aderir à paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais, o que deve prejudicar a circulação do Trensurb, na próxima sexta-feira. A decisão, unânime, foi tomada em Assembleia Geral realizada durante a tarde desta quarta-feira.

Outras categorias, como bancários e servidores estaduais, incluindo os professores filiados ao Cpers, também se engajaram na mobilização e paralisação.

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O Dia 29 de Maio foi convocado para lutar: contra o Projeto de Lei (PL) 4330 (agora PLC 30/2015)  que amplia e libera a terceirização, o qual aguarda apreciação no Senado; contra o chamado “ajuste fiscal” (que promove cortes no orçamento federal!) e contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 que dificultam o acesso à concessão do auxílio-doença, pensão por morte, abono salarial e ao seguro-desemprego.

Leia a matéria sobre a decisão dos Rodoviários aqui, e sobre a dos Metroviários aqui.

Fonte: Correio do Povo on-line, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 46/2015, 25/05/2015.

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Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização, aos cortes e à supressão de direitos! 

Esta 6af, dia 29 de Maio, é Dia Nacional de Paralisação contra o PL das Terceirizações e demais medidas que promovem cortes e retiram direitos trabalhistas, sociais e previdenciários: 

Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

PAUTA:

1-Dia 29 de Maio é Dia Nacional de Paralisação e Manifestações: Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

2-Assembleia Geral dos docentes do Colégio de Aplicação decidiu aderir à Paralisação Nacional do dia 29/05.

3-Saguão da Escola de Administração lotou para painel sobre Terceirização

4-Cultura e etc. em debate: “O colapso do figurino francês: crítica às ciências sociais no Brasil”.

1-Dia 29 de Maio é Dia Nacional de Paralisação e Manifestações: Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

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Assembleia Geral Docente da UFRGS do dia 14/05 aderiu ao Dia 29Maio e chama à paralisação

A A.G. decidiu, por unanimidade, pela adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Manifestações convocado para o dia 29 de maio, convidando o(a)s colegas a, naquele dia, protestar paralisando contra o PL 4330 (agora PLC 30/2015) das Terceirizações, contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665, contra o chamado “ajuste fiscal” que promove cortes nas áreas da Saúde e da Educação, contra a retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

Assembleia Geral Docente chamou a Adufrgs-Sindical a aderir à Paralisação do Dia 29/05

A AG Docente do dia 14/05 aprovou moção chamando a Adufrgs-Sindical a participar do Dia Nacional de Paralisação, em 29 de maio. Foi enviada correspondência neste sentido à referida entidade.

Os eixos da paralisação são:

-contra o PL da Terceirização (PL 4330, agora denominado PLC 30/2015);

-contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665;

-contra o “ajuste fiscal” que promove cortes nos gastos sociais (Saúde e Educação Públicas, Habitação);

-contra a retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

Quem convoca o Dia Nacional de Paralisação de 29 de Maio?

A Jornada é convocada por sete centrais sindicais: CSP-Conlutas, CUT, CTB, Intersindical-CCT, NCST, UGT e Intersindical-ILOCT, e também por diversas entidades nacionais, entre as quais o ANDES-SN, a Fasubra, o Sinasefe e o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef).

No dia 29, vamos mostrar que a Universidade Pública NÃO vai pagar pela crise, que a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização, às medidas antisociais e aos cortes!

Fontes: CSP-Conlutas e ANDES-SN.

2-Assembleia Geral dos docentes do Colégio de Aplicação decidiu aderir à Paralisação Nacional do dia 29/05

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Na última sexta-feira, 22 de maio, durante Assembleia Geral dos docentes do Colégio de Aplicação – CAp, desta Universidade, foi debatida a questão da Terceirização (PL 4330/PLC 30/2015) e o Dia Nacional de Paralisação de 29 de maio, convocado por oito centrais sindicais, contra o PL e demais medidas que cortam verbas da Saúde e Educação, bem como direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

Estavam presentes 56 professores. Após discussão democrática, a reunião decidiu aderir ao Dia Nacional de Paralisação (não houve nenhum voto contra, foram três abstenções).

A reunião também encaminhou a redação de um texto, explicando os motivos do posicionamento contra a terceirização e demais cortes, a ser entregue aos alunos e aos pais de alunos. Será também feita uma faixa, a ser levada nas atividades do dia 29, para dar expressão à posição assumida pela reunião docente do CAp.

3-Saguão da Escola de Administração lotou para painel sobre Terceirização

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Na última sexta-feira, 22 de maio, no saguão da Escola de Administração (EA) da UFRGS, foi realizado um painel sobre o Projeto de Lei das Terceirizações (PL 4330, agora PLC 30/2015). Participaram da mesa como debatedores o secretário geral da CSP-Conlutas/RS, Érico Correa, e o presidente da CUT/RS, Claudir Nespolo; o painel foi mediado pela professora Valmíria Piccinini, docente da Escola de Administração da UFRGS.

O saguão da EA lotou com um público de cerca de 120 pessoas reunindo estudantes, professores e servidores técnico-administrativos da Escola de Administração e de outras unidades da UFRGS. Também fizeram-se presentes representantes da Assufrgs, da Seção Sindical do ANDES-SN e da Associação de Pós-Graduandos – APG.

O painel foi seguido de intenso debate entre os convidados e o público, durando mais de duas horas, com momentos muito ricos de discussões, com manifestações claras, diversificadas, além de depoimentos eloquentes de duas alunas que trabalham como terceirizadas. Os presentes certamente saíram dali ainda mais esclarecidos sobre o que esse PL representa para os trabalhadores: mais arrocho, intensificação e precarização das relações de trabalho.

A iniciativa de organização do Painel foi de um grupo de professores da Escola de Administração, tendo recebido apoio estrutural da direção da Unidade.

O evento também fez parte de um conjunto de reuniões e atos de esclarecimento e mobilização dos professores das universidades públicas federais para a campanha em prol de salário digno e melhores condições de trabalho, ensino e pesquisa.

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Veja mais fotos do evento aqui.

4-Cultura e etc. em debate: “O colapso do figurino francês: crítica às ciências sociais no Brasil”

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Nesta quarta-feira, 27 de maio, às 18h30, acontece palestra e lançamento do livro “O colapso do figurino francês: crítica às ciências sociais no Brasil”, de autoria do Prof. Nildo Ouriques (UFSC).

O evento ocorrerá no Auditório 3 da antiga Escola Técnica da UFRGS – Rua Ramiro Barcelos, 2777 ((denominada agora de Anexo 1 do Campus Saúde, ao lado do Planetário) e está sendo organizado, em conjunto, pelo Grupo de Pesquisa Organização e Práxis Libertadora, Associação de Pós-Graduandos da UFRGS – APG e Seção Sindical do Andes.

Veja a página do evento, no portal da Escola de Administração: aqui.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

InformANDES na UFRGS, nº 45/2015, 20/05/2015.

PAUTA:

1-Primeira reunião da Comissão de Mobilização/UFRGS acontece nesta quinta-feira, 21/05.

2-Nesta sexta-feira, 22/05, painel sobre Terceirização (PL 4330, agora rebatizado PLC 30/2015), na Escola de Administração (E.A.).

3-Dia 29 de Maio é Dia Nacional de Paralisação e Manifestações contra o PL das Terceirizações e demais medidas que promovem cortes e retiram direitos trabalhistas, sociais e previdenciários: Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

4-Noticiário: Aulas suspensas na UFRJ; Greve de professores estaduais em seis estados; Municipários/POA devem deflagrar greve nesta quarta-feira.

1-Primeira reunião da Comissão de Mobilização/UFRGS acontece nesta quinta-feira, 21/05

A Assembleia Geral (AG) Docente do último dia 14 entendeu que é essencial desenvolver uma atividade de esclarecimento e mobilização nas Unidades para:

-esclarecer a respeito da pauta de reivindicações: que a palavra D.E. (regime de Dedicação Exclusiva) foi esvaziada de sentido pelas sucessivas desestruturações da Carreira (agora, a DE é apenas retribuída como se fosse 40 horas!); que a Titulação não é mais um percentual; etc.

-esclarecer a respeito dos mais de 12 meses de recusa do governo em negociar;

-mobilizar para pressionar o governo.

Para dar concretude a estas decisões, a AG decidiu pela constituição da Comissão Local de Mobilização.

A reunião de instalação da Comissão ocorre nesta quinta-feira, 21 de maio, ás 18h00, na sala 304 da Faculdade de Educação (FACED), no Campus Centro. A primeira tarefa será de começar a definir um calendário de visitas às Unidades.

A Comissão de Mobilização também receberá os informes relativos à organização, na UFRGS e em Porto Alegre, da convocação do Dia Nacional de Paralisação de 29 de maio, chamado por seis centrais sindicais e outras entidades nacionais contra o PL 4330 (agora PLC 30/2015) das Terceirizações e contra as demais maldades que estão na pauta de votação do Congresso nacional. A este respeito, ver o item 3, abaixo.

Participe!

Para informar-se a respeito: a) da decisão do Setor das Federais do ANDES-SN pela greve nacional docente; b) das decisões da Assembleia Geral do dia 14/05; c) da pauta de reivindicações, leia aqui.

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2-Nesta sexta-feira, 22/05, painel sobre Terceirização (PL 4330, agora rebatizado PLC 30/2015), na Escola de Administração (E.A.)

Um conjunto de professores da Escola de Administração da UFRGS está promovendo um painel para debater as Terceirizações, e particularmente o Projeto de Lei (PL 4330, agora rebatizado PLC 30/2015) que, sob pretexto de “regulamentar”, visa ampliar a terceirização.

A CUT/RS e a CSP-Conlutas/RS foram convidadas a participarem como debatedores. Demais entidades da UFRGS, entre as quais a Seção do ANDES, foram também convidadas a se fazer presentes.

QUANDO: sexta-feira, dia 22/05, às 18h30;

ONDE: no saguão da Escola de Administração da UFRGS, Rua Washington Luiz, 855 (Centro Histórico), com estrutura adequada (cadeiras, microfone, etc.) para o evento.

Compareça!

Para saber a respeito do Dia Nacional de Paralisação de 29 de maio contra o PL 4330 das Terceirizações, leia o item 3, abaixo.

3-Dia 29 de Maio é Dia Nacional de Paralisação e Manifestações contra o PL das Terceirizações e demais medidas que promovem cortes e retiram direitos trabalhistas, sociais e previdenciários: Dia 29, a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização e aos cortes!

Estão crescendo as adesões ao Dia Nacional de Paralisação. Foram inicialmente cinco centrais sindicais que lançaram a proposta: CSP-Conlutas, CUT, CTB, Nova Central, Intersindical-CCT. Na última semana, a Nova Central, a UGT e a Intersindical-ILOCT também aderiram ao chamado. Ainda convocam o evento o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef), do qual o ANDES-SN participa.

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Assembleia Geral Docente da UFRGS do dia 14/05 aderiu ao Dia 29Maio

A A.G. decidiu, por unanimidade, pela adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Manifestações convocado para o dia 29 de maio, convidando o(a)s colegas a, naquele dia, protestar paralisando contra o PL 4330 (agora PLC 30/2015) das Terceirizações, contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665, contra o chamado “ajuste fiscal”, contra a retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

Os eixos da paralisação são:

-contra o PL da Terceirização (PL 4330, agora denominado PLC 30/2015);

-contra as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665;

-contra o “ajuste fiscal” que promove cortes nos gastos sociais (Saúde e Educação Públicas, Habitação) e retira direitos trabalhistas, sociais e previdenciários.

No dia 29, vamos mostrar que a Universidade Pública NÃO vai pagar pela crise, que a Universidade vai DIZER NÃO à Terceirização, às medidas antisociais e aos cortes!

Fontes: CSP-Conlutas e ANDES-SN.

4-Noticiário: Aulas suspensas na UFRJ; Greve de professores estaduais em seis estados; Municipários/POA devem deflagrar greve nesta quarta-feira

UFRJ: diante da crise da terceirização, comunidade protesta e Reitoria recomenda suspensão das atividades em toda a UFRJ até que os terceirizados recebam pagamento e a situação esteja normalizada na Universidade

Leia aqui e aqui.

Professores estaduais de oito estados estão em greve

Milhares e milhares de professores das redes públicas estaduais estão em greve pelo país. Em alguns estados, como São Paulo, a greve já dura quase dois meses. A mobilização ocorre também nas redes estaduais de ensino de Pernambuco, Pará, Santa Catarina, Paraná, Paraíba, Goiás, além de Sergipe, que entrou em greve nesta segunda-feira, 18/05. E nas municipais de Macapá, Bauru, Betim, Maceió, Angra dos Reis, entre outros.

Em comum, os professores reivindicam melhores salários, melhores condições de ensino e o fim da precarização dos docentes.

Leia mais aqui e aqui.

-Municipários mantêm decisão de deflagrar greve nesta quarta

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Foto: Marina Pagno / Rádio Gaúcha

Municipários vivem sob ameaça de uma redução salarial de até 30% dos vencimentos.

-Leia a matéria do Correio do Povo aqui, a nota do Sindicato dos Municipários aqui e a Carta Aberta à Comunidade aqui.

Fontes: ANDES-SN, CNTE, Correio do Povo, Simpa e Sul 21.

5-Na quarta-feira, 13h00, sintonize no Voz Docente, na Rádio da Universidade

ou a qualquer momento, pela internet: https://andesufrgs.wordpress.com/voz-docente/

e no facebook: https://www.facebook.com/andesufrgs

Voz Docente: um dinâmico conjunto de notícias, entrevistas, debates, quadros especiais e humor.

O programa é semanal, produzido pelo ANDES/UFRGS com as Seções Sindicais da UFPEL e da FURG.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!