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Sobre a retenção de conceitos como forma de luta grevista

No dia 23 de junho de 2015, a Assembleia Geral dos docentes da UFRGS votou por aderir à Greve Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior, explicitando que a greve inclui o recurso à retenção dos conceitos, o que significa não atribuir, não apropriar conceitos.

Para contribuir à reflexão de todo(a)s à discussão nos Departamentos e Unidades, reproduzimos, abaixo, a resolução elaborada pela Comissão de Ética do Comando Local, durante a Greve de 2012:

“1) A greve deflagrada pelos docentes da UFRGS no último dia 29 de junho cumpriu todos os trâmites legais […].

2) O direito de greve implica a suspensão temporária e coletiva do trabalho. Ele se estende, portanto, a todas as atividades docentes. Desta forma, se paralisam não somente as aulas, mas as demais atividades, incluindo a atribuição de conceitos aos alunos.

3) Reter os conceitos não constitui abuso do direito de greve. Os docentes da UFRGS já utilizaram com êxito este recurso de luta nas três primeiras greves realizadas na UFRGS, em 1980, 1981 e 1982 (ver no livro que conta a história de 25 anos de lutas da ADUFRGS, 1978-2003: SCHMIDT, Benito et alii. ADUFRGS 25 anos: história e memórias. Porto Alegre, ADUFRGS-Seção Sindical do ANDES-SN, 2004, p.103-108).

Sobre a retenção de conceitos como forma de luta grevista

No dia 23 de junho de 2015, a Assembleia Geral dos docentes da UFRGS votou por aderir à Greve Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior, explicitando que a greve inclui o recurso à retenção dos conceitos, o que significa não atribuir, não apropriar conceitos.

Para contribuir à reflexão de todo(a)s à discussão nos Departamentos e Unidades, reproduzimos, abaixo, a resolução elaborada pela Comissão de Ética do Comando Local, durante a Greve de 2012:

“1) A greve deflagrada pelos docentes da UFRGS no último dia 29 de junho cumpriu todos os trâmites legais […].

2) O direito de greve implica a suspensão temporária e coletiva do trabalho. Ele se estende, portanto, a todas as atividades docentes. Desta forma, se paralisam não somente as aulas, mas as demais atividades, incluindo a atribuição de conceitos aos alunos.

3) Reter os conceitos não constitui abuso do direito de greve. Os docentes da UFRGS já utilizaram com êxito este recurso de luta nas três primeiras greves realizadas na UFRGS, em 1980, 1981 e 1982 (ver no livro que conta a história de 25 anos de lutas da ADUFRGS, 1978-2003: SCHMIDT, Benito et alii. ADUFRGS 25 anos: história e memórias. Porto Alegre, ADUFRGS-Seção Sindical do ANDES-SN, 2004, p.103-108).

4) Não apenas os docentes da UFRGS já utilizaram amplamente este recurso, como nossos colegas de outras universidades federais também o fizeram, bem como professores estaduais em numerosas de suas greves. […]”.

4) Não apenas os docentes da UFRGS já utilizaram amplamente este recurso, como nossos colegas de outras universidades federais também o fizeram, bem como professores estaduais em numerosas de suas greves. […]”.

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