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ANDES/UFRGS, “Uma breve análise inicial da moção do vereador Valter Nagelstein contra a UFRGS” (24/04/2016)

O móvel inicial da Moção (um Ato promovido no Salão de Atos da UFRGS, em 30/03) é apenas um pretexto. Como seu texto deixa claro, a referida moção é dirigida contra a Autonomia Universitária, contra a Universidade Pública, Plural, Democrática, com liberdade didático-científica.

Esse caráter intolerante e autoritário da referida moção aparece claramente quando se estabelece comparação entre a moção e o Estatuto da UFRGS, quando se confronta ambos documentos. Pois, a moção do vereador Nagelstein:

-ignora, despreza e nega a autonomia didático-científica que constitui o alicerce da Universidade (artigo 1º do Estatuto da UFRGS);

-ignora, despreza e nega a pluralidade e democracia da UFRGS, consubstanciadas no artigo 2º do mesmo Estatuto;

-ignora, despreza e nega igualmente os “princípios” constitutivos da UFRGS: de “liberdade de ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, de “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” (artigo 3º do Estatuto);

-deturpa o artigo 4º do Estatuto da UFRGS, transformando-o em instrumento contrário ao direito de livre reunião e manifestação;

-está baseada na ficção deturpadora de que os professores dos ensino fundamental, médio e superior seriam “doutrinadores” e, “na totalidade”, “marxistas”; assim fazendo, a Moção difunde imagem caricatural e preconceituosa de todos os professores – rotulação que nega a liberdade de pensamento de todos os cidadãos (o que se contrapõe aos artigos 3º e 4º do estatuto da UFRGS, além de negar os direitos fundamentais de toda pessoa).

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