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A “expansão” salarial proposta pelo governo não passa de um confisco!

A proposta governamental está baseada em uma “reestruturação das tabelas” salariais, cuja “expansão” (!!) será de 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017, totalizando 10,8% em janeiro de 2017. O que pensar dessas cifras?

A pretensa “expansão” não passa de um confisco!

O “reajuste” (ou “expansão”) proposto pelo governo é, na verdade, um confisco. A inflação de março a outubro de 2015, medida pelo INPC, já é de 4,67% e certamente atingirá os 5,5% até o final de novembro.

Sem considerar as perdas passadas, 5,5% é uma recomposição que deveríamos receber já no próximo contracheque.

Para empatar com a inflação, deveríamos receber, em agosto de 2016, um reajuste superior a 15%

A postergação desse reajuste para agosto de 2016 é um confisco de efeitos duradouros e cumulativos, pois a inflação continua subindo e, para manter o valor de março de 2015, seria necessário, em agosto de 2016, um reajuste superior a 15%

Os docentes federais reivindicam, junto com os demais servidores federais, a data-base em 1º de maio de cada ano, pois a recomposição anual dos salários é um direito assegurado pela Constituição e que os governos insistem em não cumprir.

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