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Centrais sindicais coletam assinaturas contra Reforma da Previdência em todo o Brasil

8 de abril de 2019

As centrais sindicais lançaram, na última quinta-feira (4), a campanha nacional de abaixo-assinado que exige da Câmara dos Deputados o arquivamento da PEC da Reforma da Previdência. Será lançada, também, uma cartilha informativa sobre os ataques embutidos no texto, juntamente com a calculadora do Dieese que permite que trabalhadores e trabalhadoras comparem a projeção de sua aposentadoria pelas regras atuais e após as mudanças proposta pelo governo.

A campanha será feita em todos estados e regiões. Em Porto Alegre, haverá coleta de assinaturas no Largo Glênio Peres, com revezamento entre as centrais, de segunda a sexta-feira.

Endereçado ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o abaixo-assinado exige que os deputados votem contra a PEC 06/2019, que modifica o sistema de Previdência Social. “Esta Proposta de Emenda à Constituição dificulta o acesso à aposentadoria, aumenta o tempo de contribuição e de trabalho, diminui o valor dos benefícios e ameaça a existência da seguridade social (aposentadoria, benefícios da assistência social como o BPC e as políticas de saúde). Enquanto isso, não combate a sonegação das empresas devedoras da previdência, mantém privilégios e incentiva a previdência privada (os planos de capitalização), que só beneficiam os banqueiros”, diz o documento.

Na cartilha, as centrais denunciam alguns dos principais ataques da proposta e demonstram que, ao contrário de combater privilégios e desigualdades, ela vai acabar com a aposentadoria e os direitos previdenciários de trabalhadores e extratos mais pobres da população. “Trabalhadores em geral, aposentados, juventude, enfim, todos já perceberam que essa reforma é um brutal ataque e por isso colher essas assinaturas é muito fácil. Vamos massificar a campanha para esclarecer a população e avançar na construção de uma nova Greve Geral no País”, explica o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Paulo Barela.

 

Campanhas para reforma já custaram mais de R$ 183 milhões ao governo, e ainda consumirão mais R$ 12 milhões

Longe de economizar o R$ 1 trilhão prometido pelo governo, a Reforma já consumiu pelo menos R$ 183 milhões em campanhas publicitárias, conforme levantamento do UOL. Tal valor teria sido contratado durante o governo do ex-presidente Michel Temer, mas Bolsonaro também já autorizou o gasto de mais R$ 12 milhões em campanhas sobre o tema – valor referente às veiculações entre os dias 22 de fevereiro e 31 de março.

O Executivo ainda estuda uma segunda fase da campanha, da chamada “Nova Previdência”, mas o valor ainda não foi estimado. Em relação aos gastos praticados pelo governo Temer nesse tema, a Procuradoria da República no Distrito Federal instaurou, em fevereiro, uma ação por improbidade administrativa contra dois então funcionários da Secretaria de Comunicação (Secom). Para os procuradores, houve uso da máquina pública para “veicular peças publicitárias revestidas de opinião do governo”. O UOL apurou com a PR-DF que o caso continua em andamento.

 

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