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Estudantes saem às ruas para gritar Ditadura Nunca Mais

 

01 de abril de 2019

Milhares de estudantes saíram às ruas do Brasil na quinta-feira (28), Dia Nacional de Lutas dos Estudantes Brasileiros, após a determinação do presidente Jair Bolsonaro para que os militares celebrassem o Golpe de 1964. No dia que marcava, justamente, o assassinato do estudante Edson Luís pela ditadura empresarial-militar em 1968, uma das palavras de ordem mais cantadas nas manifestações foi “Ditadura Nunca Mais”.

Por deliberação do 38º Congresso do ANDES-SN, a data foi incorporada ao calendário de luta dos docentes como “Dia Nacional em Defesa da Educação Pública e contra a Reforma da Previdência”. Os estudantes também incluíram em seus atos a crítica à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19, da Reforma da Previdência, e ao “Escola Sem Partido”, que busca censurar docentes e estudantes.

A primeira grande manifestação aconteceu em Porto Alegre (RS), no período da manhã, com concentração no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, o Julinho – uma das maiores escolas da capital gaúcha. Os manifestantes também protestaram contra as políticas educacionais do governador Eduardo Leite (PSDB) que, além de prosseguir com o parcelamento dos salários dos docentes estaduais, ainda tem tentado fechar escolas, seguindo os caminhos de seu antecessor, José Ivo Sartori (MDB).

Em São Paulo (SP), com uma grande faixa “Não Vão Nos Calar”, estudantes se reuniram no vão do Museu de Arte de São Paulo (SP), na avenida Paulista. Também homenagearam os estudantes assassinados em Suzano: “Não dá mais / Não quero armas / Quero um Brasil de paz” gritaram os estudantes, em caminhada até a praça Roosevelt.

Também aconteceram manifestações em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ), entre outras cidades.

 

Atividades docentes

Além de se unirem aos atos e mobilizações estudantis, os docentes também realizaram atividades próprias no 28 de março. Em Cuiabá (MT), por exemplo, foi realizada a etapa preparatória regional do III Encontro Nacional de Educação (ENE), com participação ativa da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Mato Grosso (Adufmat – Seção Sindical do ANDES-SN).

Em Rio Grande (RS), a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande (Aprofurg – Seção Sindical do ANDES-SN), participou das atividades que celebraram os 50 anos da universidade. Na ocasião, foram distribuídos bottons e panfletos informativos sobre a Reforma da Previdência.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Espírito Santo (Adufes – Seção Sindical do ANDES-SN) organizou o “café com debate” no campus de Alegre (ES), cujo tema foi a Reforma da Previdência.

A Associação dos Professores Universitários de Juiz de Fora (APESJF – Seção Sindical do ANDES-SN), também promoveu um café da manhã em conjunto com o DCE e o sindicato dos servidores técnico-administrativos da instituição, ocasião na qual reforçou-se a importância da unidade na luta pela liberdade de ensinar, e também pelo direito à aposentadoria pública, universal e solidária.

 

Porto Alegre mobilizada para descomemorar o aniversário do golpe

No domingo, centenas de pessoas se reuniram no Parque da Redenção, em Porto Alegre, em ato convocado para marcar a data em que o golpe militar no Brasil completa 55 anos.

Frases como “O fascismo não se comemora, se destrói”, “A ditadura matou e torturou”, “Censura na escola não”, “Ditadura não” e “Meu filho vai nascer sabendo a verdade” estampavam cartazes e faixas. Muitos dos dizeres criticavam o presidente Jair Bolsonaro, que na última semana lançou um vídeo em comemoração ao dia 31 de março, e repudiavam o crescimento do fascismo no Brasil.

Além de usar preto, a maioria dos manifestantes tinha colado em suas roupas adesivos que imitam a placa de rua em homenagem à Marielle Franco, quebrada por deputados da extrema-direita. Os adesivos, que estavam sendo distribuídos no local, também continham a frase “Quem mandou matar Marielle?”.

Durante a atividade, o Grupo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz apresentou a peça ‘Caliban – A tempestade, de Augusto Boal’, que usa Shakespeare para falar sobre a exploração na América Latina. Depois, os participantes do ato saíram em caminhada pela rua José Bonifácio e pela Avenida João Pessoa.

Nesta segunda (01), nova manifestação foi convocada pela União Estadual dos Estudantes (UEE Livre), juntamente com os DCEs da UFRGS e da Ulbra para a Esquina Democrática.

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