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Docentes debatem adesão à greve das mulheres

25 de fevereiro de 2019

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A participação das e dos docentes da UFRGS no Ato do Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora e na Greve Internacional das Mulheres será discutida na próxima quarta-feira (27), em Assembleia Geral Docente. O ANDES-SN está convocando assembleias locais em cada Universidade para deliberar sobre a adesão à greve. “Foi deliberação congressual que o 8/3 seria momento de nos agregarmos ao movimento de mulheres. O reforço tem vindo por outros documentos também, inclusive em circular que alerta com dados para o aumento no número de feminicídios em 2019”, conta a professora  Mailiz Lusa, professora do Departamento de Serviço Social (DSS-SSO)  da UFRGS, delegada do ANDES/UFRGS durante o 38º Congresso do ANDES-SN.

Antes disso, na terça-feira (26), acontece no auditório do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), a partir das 18h30, Plenária Aberta para a construção do Ato. O SIMPA fica na Rua João Alfredo, 61, bairro Cidade Baixa.

De acordo com Justa Montero, ativista feminista e membro da Comissão que organiza o movimento em Madrid, o objetivo dos atos é diferente do que geralmente se vê em uma paralisação sindical – uma forma de paralisar a produção. “Convocamos uma greve que transcende o sentido tradicional – a greve laboral –, para estendê-la ao âmbito da reprodução social, aos trabalhos invisibilizados dos cuidados e domésticos que as mulheres realizam em casa. Assim, o termo ‘greve’ assume outro significado, um significado relacionado com a realidade de todos os trabalhos que as mulheres realizam.” Mais de 30 países já confirmaram ações.

Na capital, a luta unificada terá como bandeiras o fim do feminicídio, o combate à Reforma da Previdência e a legalização do aborto. Também deve ser feita uma homenagem à Marielle Franco, assassinada há quase um ano sem que o crime tenha sido elucidado.

 

Mulheres e a Previdência

Não é à toa que a Reforma da Previdência está entre as bandeiras do dia 8 de Março. Sem nunca levar em conta a jornada dupla à qual as mulheres são submetidas, governos e empresários exploram seu trabalho sempre de forma mais cruel. Não é de espantar que, quando governos ultraliberais tentam retirar direitos dos trabalhadores, elas sejam as mais prejudicadas. Isso é o que ocorre mais uma vez, com a vil proposta de Bolsonaro.

Elisa Torelly, advogada da Paese, Ferreira e Advogados Associados, lembra em artigo que a PEC 6-2019 atinge principalmente professoras e trabalhadoras rurais, causando indignação “a quem se preocupe em reduzir os danos causados pela sobrecarga impingida às mulheres no exercício das tarefas domésticas e de cuidado dos familiares dependentes.” Ainda sobre o tema, haverá plenária do Fórum em Defesa da Previdência na quarta (27), para deliberar sobre ações de mobilização.

 

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