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ANDES-SN participa do lançamento do Fórum Sindical, Popular e de Juventudes por Direitos e Liberdades Democráticas

18 de fevereiro de 2019

O ANDES-SN participará, nesta terça-feira (19), do lançamento do Fórum Sindical, Popular e de Juventudes por Direitos e Liberdades Democráticas. O objetivo do espaço, localizado no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), é a construção de uma ampla unidade para lutar contra os ataques à classe trabalhadora.

A participação no Fórum é uma deliberação do 38º Congresso do ANDES-SN, realizado entre 28 de janeiro e 2 de fevereiro em Belém (PA). Além do Sindicato Nacional, fazem parte da iniciativa movimentos sociais, sindicais, estudantis e organizações políticas da cidade e do campo.

O Fórum elaborou um Manifesto por Direitos e Liberdades Democráticas, que está aberto a adesões. “A ideia é que nos estados haja uma replicação de fóruns como esse  – de mesmo nome ou não –, com a mesma discussão política”, explica o professor Antonio Gonçalves, presidente do ANDES-SN, ressaltando que as seções do Sindicato Nacional devem participar dos fóruns, uma vez que foi decisão congressual.

Atos da semana

Ainda em defesa dos trabalhadores, a semana será de intensa mobilização no País. Na quarta (20), dia em que a proposta da Reforma deverá ser assinada pelo presidente e enviada ao Congresso Nacional, acontece a Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora em São Paulo, para organizar a luta. Convocado pelas Centrais Sindicais, o ato será realizado na Praça da Sé, a partir das 10h. A data também marcará o Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Pública e contra o Fim da Aposentadoria. A Seção Sindical ANDES/UFRGS estará presente, representada pela professora Laura Fonseca, docente da Faculdade de Educação, e pela professora Sueli Goulart, diretora da Seção.

Em Porto Alegre, assim como em outras cidades, haverá atividades paralelas à Assembleia Nacional. Na capital gaúcha, uma panfletagem abordando os danos da Reforma da Previdência está agendada para começar às 11h, saindo da Faculdade de Educação da UFRGS (Faced).

Manifesto por Direitos e Liberdades Democráticas
Assim como a Assembleia Nacional, o Fórum Sindical, Popular e de Juventudes por Direitos e Liberdades Democráticas busca unificar a defesa de trabalhadores e aposentados por meio de mobilização. “Neste momento, unidade de ação para derrotar a Reforma da Previdência e todos os ataques anunciados pelo governo. E, que no futuro, possa ser um espaço também que contribua no processo de reorganização da classe trabalhadora”, avalia Gonçalves.

O manifesto é composto por onze eixos, como a defesa dos direitos trabalhistas e o posicionamento contrário ao ­fim do Ministério do Trabalho. A manutenção da Previdência Pública e universal e a luta contra reforma da Previdência também estão na pauta, assim como as da Educação e da Saúde Públicas gratuitas e de qualidade e das Liberdades Democráticas.  O Fórum também luta pela Reforma Urbana e Agrária, em defesa da política de igualdade racial, de gênero e respeito às diversidades sexuais.

Outros eixos presentes são a luta contra a criminalização dos movimentos sociais, pela revogação da EC/95, em defesa do emprego, salário e moradia, do setor público estatal e contra as privatizações. Por último, o Fórum se posiciona pela liberdade de ensinar e de aprender, em defesa da autonomia das instituições de ensino públicas.

A reunião nacional do Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos) que aconteceu no último domingo (17) em Brasília, aprovou por unanimidade a participação no Fórum e na campanha em defesa dos direitos previdenciários.

Luta contínua

 Foto: Joana Berwanger/Sul21

Na última quinta-feira (14), centenas de pessoas se reuniram na Esquina Democrática de Porto Alegre para protestar contra a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro. No mesmo dia, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, havia afirmado medidas como a idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, com um período de transição de 12 anos para os trabalhadores que estão na ativa.

A Seção Sindical do ANDES na UFRGS participou da manifestação, juntamente com representantes das centrais sindicais, de partidos políticos, de sindicatos de diversas categorias e de outras entidades da sociedade civil, que denunciaram os prejuízos da proposta à classe trabalhadora. Um dos principais argumentos é de que a CPI da Previdência, realizada pelo Senado em 2017 sob a presidência de Paulo Paim (PT-RS), demonstrou que a seguridade social não é deficitária estruturalmente e que seus problemas são decorrentes da sonegação de contribuições e de desvinculação de receitas.

Os manifestantes ainda criticaram o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua fala de que “todo mundo consegue trabalhar hoje até os 80 anos”, assim como o projeto do ministro da Economia, Paulo Guedes, de estabelecer um regime de capitalização para a Previdência.

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