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ANDES/UFRGS terá assembleia para definir agenda de mobilização

12 de outubro de 2018

Está agendada para a próxima terça-feira (16/10), às 17h, assembleia do ANDES/UFRGS, com a pauta: Conjuntura Nacional e Posicionamento dos Docentes e Agenda de Mobilização. O encontro será realizado na sala 611 da Faculdade de Educação, e faz parte de estratégia do ANDES-SN para encaminhar a construção da mais ampla unidade para defender a democracia, os direitos e a universidade pública e combater o fascismo, com a construção de comitês e de agendas de mobilização, além de discutir a conjuntura eleitoral na perspectiva de luta contra o  autoritarismo e indicar posição a ser debatida na reunião dos setores, com representantes de todas as seções sindicais, em 18 de outubro.

Em defesa da democracia

Na quarta-feira (10/10), centenas de pessoas participaram de novo ato contra Bolsonaro em Porto Alegre, organizado pelo DCE da UFRGS com apoio do ANDES/UFRGS, ASSUFRGS e APG (Associação de Pós-Graduandos da UFRGS).  O objetivo da iniciativa foi formalizar a criação de um comitê com as diversas entidades que compõem o público interno da universidade e estão na mobilização contra a eleição de Jair Bolsonaro. Outros atos já estão organizados para os próximos dias: no dia 20 de outubro, está programado novo encontro de Mulheres Unidas contra Bolsonaro no parque da Redenção, onde ocorreu enorme manifestação antes do primeiro turno.

Em várias unidades da UFRGS, como Biociências, Letras, Arquitetura, Direito, Artes, Administração e Enfermagem, estudantes e professores realizaram reuniões numerosas para debater a conjuntura e organizar mobilizações contra o fascismo.

Notas das seções sindicais contra o fascismo

Diversas seções sindicais, assim como outros órgãos representativos de docentes e estudantes, têm se manifestado publicamente contra o contexto político e a candidatura de Bolsonaro.

A diretoria do ANDES/UFRGS emitiu nesta quinta-feira uma nota de repúdio à candidatura de Bolsonaro:

“Frente ao brutal tensionamento político que vivenciamos, a Diretoria da  Seção do ANDES-SN na UFRGS manifesta absoluto repúdio às tentativas de barrar a livre expressão de posições políticas por meio de ataques violentos, de natureza  protofascista, desencadeados por segmentos antidemocráticos. Constituímos a luta docente desde o período da ditadura civil-militar, defendendo intransigentemente, desde então, as liberdades democráticas e o estado de direito.

“A defesa da Universidade, dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores exige posicionamento decidido contra toda e qualquer ameaça à democracia. Por isso, somamo-nos a todos aqueles que, neste momento, fortalecem o combate a todas as formas de discriminação, preconceitos e opressão e afirmam a luta pela revogação da Emenda Constitucional 95/16, da contrarreforma trabalhista e da lei da terceirização.

“Face à candidatura do PSL à presidência do Brasil, que ameaça as liberdades democráticos, os direitos conquistados, a educação e o patrimônio nacional, dizemos: ‘Ele não!’.”

Em nota, a diretoria da Associação dos Professores da Universidade Federal de Rio Grande (Aprofurg) aponta que o país vive um dos momentos mais graves e tensos da sua história recente. “O acirramento das posições políticas e o aprofundamento da luta de classes fez emergir e ressurgir movimentos extremados e violentos. O crescimento do fascismo no Brasil é preocupante e não pode silenciar as entidades que representam a classe trabalhadora, que, por natureza e identidade, estão alinhadas com a defesa dos valores republicanos da Democracia vigente, dos direitos humanos e das minorias”, diz o texto, que reafirma ainda a defesa da Universidade Pública, gratuita e de qualidade, da liberdade política e de associação em entidades representativas de classe.

A Associação dos Docentes da USP (Adusp), fundada ainda no período da ditadura militar, também se posicionou. “As diretorias da Adusp têm mantido, ao longo da sua história, a escolha por não se manifestar sobre candidaturas nos processos eleitorais, no sentido de garantir a necessária autonomia e independência da entidade em relação a partidos políticos e governos. Nesse pleito, diante de uma candidatura que se coloca em flagrante antagonismo aos princípios democráticos basilares e que tem encontrado eco em parcelas do eleitorado, a diretoria da Adusp entendeu que não poderia deixar de se posicionar”, afirma nota divulgada pela entidade.

“Não podemos compactuar com a regressão do que com muita luta se conseguiu avançar nesse país em relação às liberdades democráticas, aos direitos humanos e de cidadania, ainda mais quando temos ciência do quão distantes ainda estamos de conquistar um patamar condigno com uma sociedade mais justa, mais tolerante e includente”, acrescenta o documento.

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