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​​InformANDES na UFRGS, nº 33, 22/05/2018

PAUTA:                                                         

1 – Docentes, técnicos e estudantes indicam greve nas Universidades Estaduais Paulistas

2 – ANDES-SN realizará 63º CONAD no final de junho

3 – Maio de 1968 na agenda da UFRGS

1 – Docentes, técnicos e estudantes indicam greve nas Universidades Estaduais Paulistas

O Fórum das Seis – que reúne as entidades sindicais de docentes e servidores técnico-administrativos e representações estudantis da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – indicou que a comunidade acadêmica das universidades estaduais paulistas entre em greve a partir de 29 de maio. O indicativo de greve é uma resposta à proposta de reajuste salarial apresentada na quinta (17) pelos reitores das três instituições (Cruesp),  de 1,5%.

“A proposta é um insulto”, avalia João Chaves, docente da Unesp e coordenador do Fórum das Seis. “Reivindicamos a reposição do poder aquisitivo do mês de maio de 2015, o que significaria um reajuste de 12,6% para USP e Unicamp, e de 16% para a Unesp”, completa, lembrando que a diferença de valores decorre do não pagamento do reajuste por parte do reitor da Unesp em 2016.

“O salário é apenas uma das dimensões de luta, que é a luta contra o desmonte das universidades estaduais paulistas. Os reitores querem mudar o caráter das universidades, privatizando e usando o arrocho salarial como forma de financiar as instituições. Eles não têm sequer a coragem de lutar por mais recursos para as universidades, apenas se adaptam aos poucos recursos destinados pelo governo e pela Assembleia”, critica João Chaves.

Docentes, servidores e estudantes das três universidades realizaram uma manifestação em São Paulo (SP) durante a reunião com o Cruesp. Uma nova reunião com o Cruesp está marcada para o dia 30. Antes, no dia 29, os reitores de USP e Unicamp irão consultar seus Conselhos Universitários sobre o reajuste salarial. As comunidades acadêmicas das duas instituições se preparam para realizar manifestações e pressão para reivindicar seus direitos junto aos conselheiros.

Leia aqui o Boletim do Fórum das Seis.

2 – ANDES-SN realizará 63º CONAD no final de junho

.O 63º Conad do ANDES-SN ocorrerá entre 28 de junho e 01 de julho, na Universidade Estadual do Ceará (Uece), na cidade de Fortaleza (CE). De acordo com o Estatuto do ANDES-SN, o Conad é instância deliberativa intermediária e tem, como uma de suas principais atribuições, implementar o cumprimento e regulamentar, quando necessário, as deliberações do último Congresso.

O 63º Conad, organizado em conjunto com a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual do Ceará (Sinduece – Seção Sindical do ANDES-SN), terá como tema central “Por um projeto classista e democrático de educação pública: em defesa da gratuidade, autonomia e liberdade acadêmica”.

O Caderno de Textos do Conad será composto com as contribuições enviadas até domingo, 20 de maio. Até 13 de junho, as seções e os sindicalizados poderão enviar contribuições que constarão do Anexo ao Caderno de Textos. Os textos deverão ser remetidos para a Secretaria do ANDES-SN por e-mail (secretaria@andes.org.br). O Anexo ao Caderno de Textos será publicado no dia 21 de junho.

Cada seção sindical do ANDES-SN pode indicar um(a) delegado(a) ao Conad, escolhido na forma deliberada por sua Assembleia Geral. A Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS convoca os sindicalizados para Assembleia Geral a realizar-se na terça-feira, 29 de maio, com início às 14 horas, no Campus Central da UFRGS, em sala e prédio a serem divulgados.

3 – Maio de 1968 na agenda da UFRGS

Cinquenta anos depois, os movimentos que engendraram o “maio de 1968” na França são rememorados, reavivados e são objeto de reflexão e debate em toda parte.

Confira a agenda de atividades na UFRGS, no final deste mês:

22 a 24 de maio – “O tédio é contrarrevolucionário: interpretações sobre Maio de 68”, a partir das 16h na Sala do Pesquisador, no ILEA. Ciclo de filmes e relatos de Flávio Koutzii e Suzana Lisboa, sobre suas experiências durante o ano de 1968 no movimento estudantil de Porto Alegre. Veja os detalhes aqui.

23 de maio – “Maio de 68: esperanças e desilusões”, às 14h, no Auditório do ILEA. O evento contará com a presença dos professores Robert Ponge (Letras/UFRGS), Antonio Cattani (Sociologia/UFRGS), Michele Oberson de Souza (PGCIMAT/UFRGS) e Elisabeth Mazeron Machado (Sociologia/UFRGS). Veja aqui.

25 de maio – às 14h, na sala 605 da Faculdade de Educação, projeção de filmes, performances, falas e lançamento do livro “Percursos da Escola: Entre Nietzsche e Deleuze”. A rede de pesquisa “Escrileituras da diferença em Filosofia da Educação” instaurou uma série de intervenções no prédio da Faculdade de Educação que reavivam o Maio de 1968. Veja aqui.

28 a 30 de maio – encerramento da Mostra de Cinema “50 Anos de 1968: História, Ensino e Memória” – na Sala Redenção – Cinema Universitário – com os filmes “A Batalha da Maria Antônia”, “Across the Universe” e “Tropicália”. Confira a programação aqui.

O que foi o Maio de 1968?

Segundo Marc Basset, em artigo no El País: “A dificuldade para entender o Maio de 68 se explica porque o termo oferece múltiplos significados e interpretações. Em seu sentido estrito, designa o quinto mês de 1968, quando principalmente Paris – mas também outras cidades francesas – foi palco não de uma, mas de pelo menos três crises que acabaram confluindo e se alimentando mutuamente. Primeiro, a crise estudantil, que teve como palco o Quartier Latin da capital francesa, e que proporcionou as imagens mais memoráveis da revolta: os slogans imaginativos, a ocupação da Sorbonne, as barricadas e os paralelepípedos.

“A segunda crise foi operária, e foi explicitada por uma greve geral de várias semanas que desembocou em acordos trabalhistas que representaram um aumento de 35% do salário mínimo.

“A terceira crise foi política: a contestação sindical e estudantil ao regime da V República que colocou contra as cordas o general de Gaulle, até então seu único presidente, em uma situação que acabou desembocando, depois da vitória do gaullismo nas eleições legislativas de junho, na derrota em um referendo no ano seguinte e em sua renúncia.

“Mas o Maio de 68 vai além dessas quatro semanas, que na verdade foram 10, entre o fim de março, quando começou a mobilização universitária em Nanterre, nos arredores de Paris, e o começo de junho, quando De Gaulle e seu Governo retomaram o controle da situação. Maio de 68 é um símbolo de algo mais: das revoltas de toda uma geração.” Leia o artigo de Marc Basset aqui.

 

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