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InformANDES na UFRGS, nº 30, 11/05/2018

PAUTA:                                                         

1 – Foi constituído e lançado o Comitê Lula Livre em Defesa da Democracia e da Universidade Pública

2 – Executada pela FEE, Pesquisa de Emprego e Desemprego da RMPA chega ao fim

3 – Execução de opositores ao regime era comandada por Geisel, segundo documento da CIA

4 – Ouça o Voz Docente pela Internet

1 – Foi constituído e lançado o Comitê Lula Livre em Defesa da Democracia e da Universidade Pública

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​Nesta terça-feira, 8 de maio, às 17 horas, no pátio da Faculdade de Direito, aconteceu o Ato público de lançamento do Comitê Lula Livre em Defesa da Democracia e da Universidade Pública, constituído pelo Diretório Central de Estudantes (DCE), a Associação de Pós-Graduandos (APG), o Sindicato dos Técnico-Administrativos da UFRGS, UFCSPA e IFRS  (Assufrgs) e a Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS.

Inicialmente, falaram as quatro entidades que convocaram o Ato. Todas salientaram a importância da unidade alcançada para constituir um Comitê de caráter plural. Também, insistiram que o Comitê continua aberto à adesão de outras entidades da Comunidade Universitária da UFRGS. Em nome do ANDES/UFRGS, a professora Elisabete  Búrigo enfatizou a importância da unidade e mobilização em defesa da liberdade de pensamento e de expressão, contra todos os tipos de censura e de cerceamento ao debate. Lembrou que foi o próprio Ministério da Educação que tentou impedir a oferta da disciplina sobre o “golpe de 2016”, na Universidade de Brasília; e que essa tentativa provocou a organização de cursos assemelhados em todo o país.

As tarefas do Comitê

Como explicitado em seu manifesto constitutivo, o Comitê tem por objetivo e tarefas: alertar sobre os ataques da onda reacionária em curso (Escola com Mordaça, criminalização dos movimentos sociais, dentre outros); lutar contra os ataques à Constituição e aos direitos democráticos; alertar e lutar contra os processos antidemocráticos que se desencadeiam na própria comunidade universitária, com perseguição política a alunos, técnicos e professores; mobilizar e lutar contra a precarização da Educação Pública e da Ciência no Brasil; lutar contra os projetos de desmonte do Serviço Público praticados pelo governo ilegítimo do presidente Temer.

Leia aqui a íntegra do manifesto.

Por que “Lula Livre”?

Porque, em nota pública de sua Diretoria, o ANDES-SN repudiou a ação do Poder Judiciário no caso da rejeição, por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), do habeas corpus impetrado pelos advogados de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pois “essa decisão do STF não apenas viola uma das ‘cláusulas pétreas’ da Constituição Federal (a presunção de inocência), mas chancela um insidioso processo de judicialização da política e politização do judiciário”.

O ANDES-SN tem também denunciado, em diversas instâncias, “as ações seletivas do poder judiciário brasileiro que segue atuando em favor das elites de modo cada vez mais intensificado, cedendo às pressões da imprensa, e de determinados partidos políticos da ordem. O Poder Judiciário tem sido um braço forte, em conjunto com as forças repressivas, no combate aos direitos democráticos e aos direitos sociais conquistados por nossa classe”.

Leia a nota em sua íntegra, aqui.

Leia aqui a nota da diretoria do ANDES-SN em repúdio aos ataques ao acampamento Marisa Letícia, em Curitiba.

Leia aqui a nota da diretoria do ANDES-SN em repúdio à intervenção militar no Rio de Janeiro.

2 – Executada pela FEE, Pesquisa de Emprego e Desemprego da RMPA chega ao fim

Executada pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) desde 1992, a pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA) apresentou seus últimos dados em 25 de abril. O informe, de publicação mensal, reunia informações e análises sobre o mercado de trabalho, destacando-se o desemprego, o nível de ocupação e de rendimentos.

A economista Lúcia Garcia, do Dieese, informou que a PED/RMPA teve suas atividades de campo encerradas no fim do mês de março, conforme decisão unilateral do governo do Estado, em consonância com a proposta de extinção das fundações”.

“Anualmente, eram entrevistadas cerca de 75 mil pessoas, uma amostra robusta para a Região Metropolitana de Porto Alegre, que permite um retrato profundo e detalhado do mercado de trabalho e oferece parâmetros para compreender as condições socioeconômicas no Rio Grande do Sul”, declarou.

Conforme Lúcia Garcia, com o fim da PED, o Estado deixará de produzir dados primários e, portanto, passará a depender das informações produzidas e disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Ministério do Trabalho. “Embora relevantes, essas bases de dados não substituem a PED/RMPA. O encerramento da pesquisa interrompe uma pesquisa que tem valor pela longa série histórica, pela metodologia reconhecida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo olhar detalhado do mercado regional”, acrescentou a economista.

Leia mais em artigo do Sul21 e do Correio do Povo.

Manifesto de professores de Economia

Professores de Economia do Rio Grande do Sul lançaram, em abril, um manifesto em que externam sua preocupação com a preservação da comparabilidade das séries estatísticas do Estado e sua harmonização com as séries econômicas nacionais. O manifesto é assinado por vários docentes do curso de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFRGS. Leia o manifesto dos professores aqui.

O Conselho Universitário da UFRGS, em sua sessão de 4 de maio, indicou a FEE como organização externa para compor o Conselho de Curadores da Universidade. A decisão do Consun foi unânime.

3 – Execução de opositores ao regime era comandada por Geisel, segundo documento da CIA

Matias Spektor, professor de Relações Internacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV), chamou atenção nesta quinta-feira para relatos disponibilizados pelo governo norte-americano.

Um memorando de William Colby, diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) em 1974, descreve um encontro de 30 de março de 1974 entre o então presidente Ernesto Geisel, o general Milton Tavares de Souza e o general Confúcio Danton de Paula Avelino, “respectivamente o ex-chefe e o novo chefe do Centro de Inteligência do Exército (CIE)”, na descrição do próprio relatório. “Também estava presente o general João Baptista Figueiredo, chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI)” e futuro presidente do país.

Um trecho do documento relata: “Nesse sentido, o general Milton relatou que cerca de 104 pessoas, nessa categoria, haviam sido executadas sumariamente pelo CIE durante o último ano, ou pouco mais de um ano. Figueiredo apoiou essa política e defendeu sua continuidade”. Ainda o memorando diz: “No dia 1º de abril, Geisel ‘informou ao general Figueiredo que a política deveria continuar, mas que extremo cuidado deveria ser tomado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados’.”

O memorando está datado de 11 de abril de 1974. Segundo Spektor, o relato foi tornado público em 2015 e faz parte da política regular de abertura de fonte primária do Departamento de Estado norte-americano.

Fontes: El Pais e Folha de São Paulo

4 – Ouça o Voz Docente pela Internet

  • Ouça AQUI o programa nº 19/2018, do dia 9 de maio de 2018

No Roteiro:

– Conversamos com o presidente da Comissão Eleitoral Local e diretor da Seção Sindical do Andes na UFRGS, professor Tiago Martinelli;

– E o nosso comentarista Conde Pié dedica sua coluna de hoje ao aniversariante do mês: Karl Marx.

Notícias Expressas

1 – Entidades lançam o Comitê Lula Livre em Defesa da Democracia e da Universidade Pública

Voz Docente é semanal, produzido pelo ANDES/UFRGS, em parceria com as Seções Sindicais da UFPEL e da FURG, e radiodifundido às quartas-feiras, às 13h00, na Rádio da Universidade, 1080 AM ou on-linehttp://www.ufrgs.br/radio/

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