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​​​​InformANDES na UFRGS, nº 11, 21/02/2018

Pauta:

1 – Nota do ANDES-SN sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro

2 – Milhares vão às ruas em defesa da Previdência Pública

3 – Manifestação pressiona Secretaria contra extinção da Fundação Zoobotânica

4 – Ouça o Voz Docente pela Internet

1 – Nota do ANDES-SN sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro

A Diretoria do Andes-SN divulgou, nesta segunda-feira, 19 de fevereiro, uma Nota sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro, da qual reproduzimos os primeiros parágrafos.

“A diretoria do ANDES-SN condena veementemente, e conclama a todo(a)s a lutar contra a intervenção militar decretada pelo ilegítimo governo Temer no estado do Rio de Janeiro, a partir de negociações com o governador Pezão. Com mais essa medida autoritária, que se junta a outras tantas já realizadas, o governo federal transita por um caminho perigoso que aponta na direção da criminalização e da militarização da sociedade, dos movimentos sociais populares e da população pobre e negra.”

“O estado do Rio de Janeiro se confirma como um laboratório avançado das políticas neoliberais de corte dos investimentos sociais, atingindo particularmente os serviços sociais e especialmente a educação e a saúde. Isto se materializa nos altos índices de desemprego e miséria causados pela falta de investimentos, pela privatização de empresas e serviços públicos, pela paralisia dos serviços básicos para a população que mais precisa, e pela vergonhosa situação de atraso dos salários do(a)s servidore(a)s público(a)s.”

Leia a íntegra da nota aqui. Assista aqui entrevista da professora Jacqueline Muniz, do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Leia aqui  Nota da Associação Juízes para a Democracia.

2 – Milhares vão às ruas em defesa da Previdência Pública

Sob o tema de “Se colocar pra votar, o Brasil vai parar!”, milhares de trabalhadores saíram às ruas do país, na segunda-feira (19), no Dia Nacional de Greves, Paralisações e Mobilizações contra a Reforma da Previdência (PEC 287/16). A mobilização foi convocada pelas centrais sindicais, entre elas a CSP-Conlutas, à qual o ANDES-SN é filiado. Na tarde de segunda, o governo federal anunciou a desistência de votar a PEC 287, até as eleições de outubro.

Nas cinco regiões do país, os trabalhadores protestaram contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora. Na capital paulista, cerca de 20 mil pessoas ocuparam as vias da Avenida Paulista contra a PEC 287. O ato teve início às 16h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), e terminou por volta das 19h. A Seção Sindical do ANDES-SN na Unifesp esteve presente representando a categoria em defesa dos direitos dos trabalhadores.

No Rio de Janeiro, após manifestação no aeroporto Santos Dumont, à tarde ocorreu uma passeata unificada, pelas ruas da capital fluminense, com a presença das seções sindicais do ANDES-SN. Na concentração, policiais encapuzados revistaram algumas pessoas, entre elas estudantes e professores, e causaram tumulto na dispersão no ato contra a Reforma.

Sobre as manifestações em todo o país, leia mais aqui.

Jornada de manifestações em Porto Alegre

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Em Porto Alegre, a jornada convocada pelas centrais sindicais iniciou às 5 horas da manhã, com manifestação no saguão do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Foram divulgados os nomes dos deputados federais que pretendem votar a favor da PEC. Com o lema “Se voltar, não vota”, a manifestação advertiu que esses deputados não terão apoio popular para a reeleição.

Às 7 horas, os manifestantes se reuniram na Rodoviária, para distribuir panfletos que desmascaram as mentiras veiculadas pelo governo Temer. Após, marcharam até a sede do INSS, no centro da cidade, onde foi realizada nova manifestação. Às 8h30min, foi iniciada uma caminhada da Rodoviária até o Centro da Capital.

A manhã de mobilização encerrou com um ato diante da sede do INSS, na travessa Mário Cinco Paus, ao lado da prefeitura. Falaram as centrais sindicais. O representante da CSP-Conlutas, Érico Correa, insistiu na necessidade da unidade na luta para fazer frente às diversas contrarreformas em curso.

De tarde, docentes, técnico-administrativos e estudantes concentraram-se às 17h no Campus Centro da UFRGS, no pátio da FACED. Saíram em caminhada com bandeiras, faixas e carro de som, passando pela João Pessoa e Salgado Filho, onde distribuíram panfletos.  Na Borges de Medeiros, às 18h, juntaram-se ao Ato unitário que estava sendo realizado na Esquina Democrática.

No carro de som, falaram as entidades presentes. Em sua intervenção, a professora Elisabete Búrigo, representando o ANDES/UFRGS, caracterizou a manifestação como um importante “esquenta” para retomar a construção de mobilizações maiores. Alertou sobre a importância da unidade das centrais sindicais, e de que a agenda de mobilizações seja construída com a participação da militância.

O dia 19 em Pelotas

Em Pelotas, dois atos ocorreram durante o dia e reuniram centenas de pessoas. A manifestação iniciou pela manhã, em frente ao prédio do INSS e bloqueou a rua Almirante Barroso por algumas horas.

A partir das 17h, um ato público aconteceu no calçadão da Andrade Neves, onde novamente foi denunciada a destruição da Previdência Social caso a PEC seja aprovada. Manifestantes distribuíram, também, materiais informativos à população que passava pelo local. Leia mais aqui

O dia 19 em Santa Maria

Na tarde do dia 19, os integrantes da Frente Combativa em Defesa do Serviço Público estiveram no centro da cidade realizando uma panfletagem e conversando com a população sobre as ameaças e retrocessos trazidos pela Reforma da previdência. Houve também o atendimento do Aposentômetro aos trabalhadores que queriam entender como se aplicavam a seus casos específicos as mudanças na aposentadoria. Leia mais aqui

3 – Manifestação pressiona Secretaria contra extinção da Fundação Zoobotânica

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Cerca de duzentos estudantes, docentes e militantes ambientalistas se reuniram, na manhã do dia 19, para protestar contra a extinção da Fundação Zoobotânica (FZB), em frente à sede da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA), no centro de Porto Alegre.

Estavam presentes vários sindicatos e entidades que atuam em defesa do meio ambiente, como a Apedema – RS, ONG GESP, Instituto Mira-Serra, Instituto Ingá, Instituto Curicaca, Agapan, AMA de Guaíba, Greenpeace, MoGDeMa, Apedema RS. A Seção Sindical do Andes-SN na Ufrgs também esteve presente.

Nas falas, os manifestantes denunciaram o descaso com o patrimônio público, o meio ambiente, e a irracionalidade do anunciado projeto de extinção. Também olocaram cartazes nas paredes da SEMA.

Depois de muita insistência conseguiram que a Secretária Ana Pellini reunisse com uma comissão composta por 2 professores, uma servidora da FZB e um estudante. Segundo o professor Paulo Brack, entre questões não respondidas, a Secretária afirmou que o processo de extinção está seguindo os pré-requisitos legais. “Pellini desconsidera o contexto em que foi votada a extinção, Assembleia Legislativa com as portas fechadas e estudantes e servidores apanhando injustamente da Brigada Militar, desconsidera também o desrespeito judicial ao despacho recente do Juiz Eugênio Terra”, diz o professor do Instituto de Biociências.

Nas palavras de Paulo Brack, a Secretária e a Chefe de Gabinete da SEMA demonstraram desrespeito à pesquisa, não reconhecendo o que é prestigiado por cientistas do Brasil e do mundo: “Ficou claro que nem mesmo a secretária sabe como será esta “absorção” das funções da FZB pela SEMA. Na verdade não há como ficar claro, pois uma Secretaria não pode “absorver” uma instituição de pesquisa.”

Os manifestantes prometem prosseguir na luta contra a extinção da FZB.

4 – Ouça o Voz Docente pela Internet

  • Ouça AQUI o programa nº 08/2018, do dia 21 de fevereiro de 2018

No Roteiro:

– Apresentamos a segunda parte da entrevista com o diretor do Instituto Justiça Fiscal, Dão Real Pereira dos Santos, sobre reformas e a necessidade de se rever o sistema tributário do país;

– E chegamos ao oitavo capítulo da radionovela “Rosa Luxemburgo, vida e obra de uma lutadora pelo socialismo democrático”.

Voz Docente é semanal, produzido pela Seção ANDES/UFRGS,  em parceria com as Seções Sindicais da UFPEL, da FURG e a Regional/RS do ANDES-SN, e radiodifundido às quartas-feiras, às 13h, na Rádio da Universidade, 1080 AM ou on-linehttp://www.ufrgs.br/radio/

O programa é também veiculado três vezes por semana em Pelotas: pela Rádio Federal FM 107,9, emissora da UFPel, e pela RádioCom 104.5 FM.

 Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

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