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​InformANDES na UFRGS, nº 49, 12/11/2017

PAUTA:                                                         

1 – Atos significativos marcam o Dia Nacional de Luta de 10 de novembro, no RS

2 – Os “Fundos Patrimoniais”: outra ameaça pairando sobre o Ensino Superior Público

 1 – Atos significativos marcam o Dia Nacional de Luta de 10 de novembro, no RS

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Nesta sexta-feira, 10 de novembro, foi realizado o Dia Nacional de Luta com Paralisação e Greve convocado pelas centrais sindicais, o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e vários sindicatos, dentre os quais o ANDES-SN. O dia foi marcado por Atos significativos e diversas paralisações em várias cidades do estado.

Em Porto Alegre e região metropolitana

A agenda geral do Dia de Luta em Porto Alegre e região metropolitana previa a realização de dois Atos e uma marcha unitários. Participaram das atividades trabalhadores de diversas categorias. Quanto ao ensino superior, estavam presentes professores, funcionários e estudantes da UFRGS e do IFRS. Atendendo o chamado do ANDES/IFRS, paralisaram os professores dos campi de Alvorada, Osório, Restinga e Viamão do IFRS; o campus Porto Alegre parou parcialmente. Atendendo o chamado do Sinasefe, também paralisou o campus Sapucaia do IFSUL.

O setor da Educação Superior (UFRGS e IF-RS) planejou sua participação na agenda geral e acrescentou uma atividade antes dos Atos e da marcha: uma Aula Pública (ver o item 2, abaixo) sobre os chamados Fundos Patrimoniais nas universidades Públicas, construída unitariamente com os técnico-administrativos e os estudantes.

A agenda geral começou, às 16h, com uma demonstração de unidade no Abraço simbólico à Justiça do Trabalho, em frente ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, na Av. Praia de Belas. Uma multidão se concentrou na entrada do prédio para manifestar apoio à Justiça do Trabalho. A presidente do TRT4, desembargadora Beatriz Renck, foi para a rua agradecer o apoio dos movimentos sociais à Justiça do Trabalho. Também falaram as centrais sindicais e a Juíza do Trabalho Valdete Souto Severo.

Depois do ato no TRT4, seguiu-se uma bela e impressionante caminhada até o Centro. Reunindo cerca de cinco mil pessoas, a marcha contou com o reforço dos professores e professoras do Cpers, que tinham terminado sua Assembleia Geral. Durante a caminhada, a profª Elisabete Búrigo, representando o ANDES/UFRGS e o ANDES/IFRS, se pronunciou contra a reforma da previdência, contra a Medida Provisória 805, em defesa da universidade pública.

Na Esquina Democrática, houve novo Ato Unificado das centrais e demais entidades sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência, contra o trabalho escravo, em defesa da Justiça do Trabalho e por nenhum direito a menos.

Para visualizar ou ampliar as imagens, clicar aqui e aqui

Em Pelotas e Santa Maria

Em Pelotas, a mobilização unitária começou com um Abraço simbólico no prédio da Justiça do trabalho. Após, os participantes se concentraram no calçadão, na esquina das ruas Andrade Neves e Sete de Setembro. Em Santa Maria, foi realizado um Ato Público unitário que reuniu trabalhadores de diversas categorias na praça Saldanha Marinho.

Fontes: Assufrgs, ANDES/UFRGS, Sul 21, Correio do Povo.

2 – Os “Fundos Patrimoniais”: outra ameaça pairando sobre o Ensino Superior Público

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Como parte das atividades do Dia Nacional de Lutas de 10/11, a Seção Sindical ANDES/UFRGS promoveu uma Aula Pública visando dar o ponta pé inicial ao necessário debate sobre a proposta de Lei que regulamenta a criação de fundos patrimoniais para financiar o ensino público.

A inserção da atividade na agenda do Dia Nacional foi construída unitariamente com os técnico-administrativos e os estudantes da UFRGS.  O evento ainda contou com a participação de professores e professoras do ANDES/IFRS.

A palestra da Profª Maria Ceci Misoczky, da Escola de Administração da UFRGS, foi breve, mas objetiva e instrutiva. Explicou o que são os fundos patrimoniais, abordou seu funcionamento no exterior (EUA) e no Brasil (FGV, algumas unidades da USP) e explicitou o que significam. Ficou claro que os fundos patrimoniais são perigosos para a autonomia das instituições públicas de ensino e pesquisa, havendo sérios riscos de consequente submissão das ações de ensino, pesquisa e extensão ao capital especulativo.

Para visualizar ou ampliar a imagem, clicar aqui

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