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InformANDES na UFRGS, nº 75, 07/09/2016.

FRENTE GAÚCHA ESCOLA SEM MORDAÇA CONVIDA: Na próxima 2af., 12/09, palestra “Escola Sem Partido?”, seguida de debate, com o prof. Fernando Penna (UFF), às 9h, no Auditório do CPERS. Agenda-se!

PAUTA:

1- Nota da Diretoria do ANDES-SN repudia governo Temer e alerta para necessidade de resistir à “agenda regressiva” de ataques aos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais.

2- Operação da Polícia Federal mira os quatro maiores fundos de pensão do Brasil.

3- Greve dos bancários: mais de 7 mil agências param no primeiro dia.

4- Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 36/2016.

1-Nota da Diretoria do ANDES-SN repudia governo Temer e alerta para necessidade de resistir à “agenda regressiva” de ataques aos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais

Nesta segunda-feira, 05/09, a Diretoria do ANDES-Sindicato Nacional divulgou nota sobre a situação política nacional, chamando atenção para o “grave retrocesso econômico, político e social” que o governo Temer objetiva implementar:

“A Diretoria do ANDES-SN manifesta veemente repúdio ao governo ilegítimo de Michel Temer. Comungando com a indignação de amplos setores da sociedade brasileira e, particularmente, dos/as docentes das instituições de ensino superior, básico, técnico e tecnológico, a diretoria convoca suas seções sindicais e todos(as) os(as) seus(suas) sindicalizados(as) para uma vigorosa e urgente reação organizada contra esse governo e contra a agenda regressiva que ele expandiu, aprofundou e acelerou.

[…]

O grave retrocesso econômico, político e social comandado pela nefasta articulação do poder executivo com o Congresso Nacional, entidades patronais, poder judiciário e mídias corporativas materializa-se, por exemplo, nos drásticos contingenciamentos orçamentários, na ampliação da Desvinculação das Receitas da União (DRU), na venda do patrimônio público, na generalização das Organizações Sociais (OS), na aprovação do PLP 257/2016 (de iniciativa do governo anterior) e no novo regime fiscal propugnado pela PEC 241/2016.

Esses instrumentos, em trâmite no Congresso Nacional, objetivam reduzir os investimentos estatais e o financiamento de políticas sociais, atingindo o Serviço Público e os(as) trabalhadores(as). Propõem medidas como o congelamento de salários, progressões e promoções de servidores/as, a implementação de programas de demissão voluntária e proibição de concursos se os gastos do ente federado ultrapassar os estreitos limites de “responsabilidade fiscal” estabelecidos.

Além desses instrumentos, o governo ilegítimo já anunciou uma nova reforma da previdência que, dentre outros aspectos, pretende elevar a idade para aposentadoria, que passaria ser a mesma para homens e mulheres, além de propugnar o aumento das alíquotas contributivas.

Em seu discurso de posse, Michel Temer defendeu a reforma trabalhista, sinalizando o desmantelamento da CLT pela instituição da prevalência do negociado sobre o legislado, ameaçando direitos conquistados à custa de lutas históricas dos trabalhadores, como o 13º salário e as férias remuneradas. […]”.

Leia a Nota da Diretoria do ANDES-SN na íntegra: Fora Temer! Contra o ajuste fiscal e a retirada de direitos! Rumo à Greve Geral!

2- Operação da Polícia Federal mira os quatro maiores fundos de pensão do Brasil

Na última segunda-feira (05/09), a Polícia Federal deflagrou a Operação Greenfield, que investiga irregularidades em quatro dos maiores fundos de pensão do país: Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa). Os desvios são estimados em pelo menos R$ 8 bilhões.

A operação conta com o auxílio técnico do Ministério Público Federal (MPF), da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A origem da operação: a CPI Fundos de Pensão

A suspeita de irregularidades nesses quatro fundos de pensão motivou a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão na Câmara dos Deputados, que investigou os indícios de fraude e má gestão dos quatros fundos de previdência complementar de funcionários de estatais e servidores públicos, entre 2003 e 2015, causando prejuízos aos seus participantes.

O relatório final, apresentado em abril deste ano, sugeriu ao Ministério Público o indiciamento de 353 envolvidos (entre pessoas e instituições), apontadas como responsáveis por um prejuízo de R$ 6,6 bilhões aos quatro fundos de pensão.

Quem paga a conta dos desvios e dos déficits? O assalariado!

Além dos desvios apurados pela CPI, os fundos de pensão apresentaram, nos últimos períodos,resultados negativos. No início do ano, a Previc publicou relatório que apontava o aumento do rombo: o déficit, que era de R$ 28,7 bilhões em 2014, passou a R$ 60,9 bilhões em 2015 – novo recorde histórico em perdas.

Fundos de servidores públicos ou de trabalhadores de estatais estão entre os com maior déficit. De acordo com a Previc, dez fundos de pensão acumulam 80% do déficit registrado, sendo nove patrocinados por estatais, das quais oito são federais.

Adivinhe quem paga a conta dos rombos? O assalariado!

Será esse o caminho a ser também trilhado pelo Funpresp – o fundo de pensão dos servidores do governo federal?

Leia a matéria na íntegra: Operação da Polícia Federal mira os quatro maiores fundos de pensão do Brasil

3- Greve dos bancários: mais de 7 mil agências param no primeiro dia

O primeiro dia de greve dos bancários teve 7.359 agências paradas, o que equivale a 31,25% do total de agências no Brasil, segundo dados do Banco Central . Em Porto Alegre, a adesão foi quase 100%. Todo o atendimento foi interrompido, contando com os centros administrativos, centrais de Atendimento e o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

A taxa nacional de adesão dos bancários à greve é considerada a maior nos últimos anos. A paralisação começou nesta terça-feira, 06/09, em 17 capitais.

Reivindicações dos bancários; proposta dos banqueiros

Os bancários reivindicam reajuste salarial com reposição inflacionária e 5% de aumento real; valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho). Cobram também o combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança e melhores condições de trabalho.

A proposta patronal é de reajuste salarial de 6,5% e abono de R$ 3 mil – a ser pago em uma única vez, sem incidência em férias, 13º salário, FGTS e Previdência. A oferta de reajuste salarial não cobre, sequer, a inflação do período, projetada em 9,57% para agosto deste ano e representa perdas de 2,8% para os bancários.

Lucratividade

Para os banqueiros não há crise. O setor continua sendo o mais lucrativo do país. Os cinco maiores bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa) lucraram R$ 29,7 bilhões no primeiro semestre de 2016, enquanto cortaram, no mesmo período, 7.897 postos de trabalho. Entre 2012 e 2015, o setor já reduziu mais de 34 mil empregos.

Leia a matéria do Correio do Povoaqui

Leia Bancários iniciam greve nacional nesta terça-feira (6)

4- Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana,  36/2016

Ouça AQUI o programa Voz Docente de 07 de setembro de 2016

No roteiro:
– Conversamos sobre o golpe e a repressão aos movimentos com o integrante da Frente Povo Sem Medo Mario Augusto de Azeredo
– O Professor Federal Conde Piè tenta entender o que se passou no fatídico 31 de agosto no Senado brasileiro.

Notícias Expressas:
1 – Auditoria Cidadã da Dívida desmonta tese governamental do déficit público
2 – Contra os pacotes de maldades do governo: Jornada de Luta, com Caravana a Brasília, em 12, 13 e 14/09
3 – IAB/RS promoveu homenagem póstuma ao finado professor emérito Demétrio Ribeiro
4 – Grito dos Excluídos convoca povo brasileiro para lutar por seus direitos

 

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

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