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InformANDES na UFRGS, nº 10, 15/02/2016.

PAUTA:

1-A proposta de formulação de uma Base Nacional Curricular Comum (BNCC ou BNC).

2-Em memória do prof. José Fraga Fachel – IFCH (2).

3-Causas da microcefalia e meios de combate ao mosquito Aedes Aegypti suscitam dúvidas e debates.

1-A proposta de formulação de uma Base Nacional Curricular Comum (BNCC ou BNC)

Em 2015, o MEC apresentou uma proposta de Base Nacional Curricular Comum (BNCC ou BNC) para o ensino fundamental e para o ensino médio, visando “deixar claro  os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio”.

A primeira versão do documento, construída por um grupo de especialistas convidados pelo MEC, pode ser lida aqui.

Até 15 de março, estão sendo recolhidas, via formulário eletrônico, contribuições a respeito desse documento.

A polêmica, entretanto, não se cinge a este ou aquele detalhe do texto; a própria ideia de um currículo nacional é contestada por ampla parcela dos educadores.

Abertura de uma Tribuna de Debates

Partidária de uma discussão livre, aberta, nossa entidade está abrindo uma Tribuna de Debates sobre o tema, chamando o(a)s colegas a enviarem suas reflexões ou contribuições. Serão disponibilizadas na página da Seção Sindical e seus links serão divulgados neste boletim.

Para contribuir ao início do debate, divulgamos duas contribuições de colegas de nossa Universidade, publicadas no jornal Zero Hora:

-Profª Sandra Mara Corazza (Faculdade de Educação): “Base Nacional Comum Curricular – um trampolim”, leia aqui.

-Prof. Luís Augusto Fischer (Instituto de Letras): “Base Comum Curricular pretende mudar ordem e cronologia dos conteúdos e alterar prioridades do ensino nas escolas do Brasil”, leia aqui.

Convidamos os(as) colegas ao debate.

2- Em memória do prof. José Fraga Fachel – IFCH (2)

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Damos continuidade aos depoimentos em memória do prof. José Fraga Fachel, professor aposentado do IFCH e presidente da 1ª diretoria (provisória) da Adufrgs.

Profª Conceição Carrion (Faculdade de Educação, aposentada): Fachel foi “coerência, companheirismo e alegria”

“Sempre admirei o Fachel, não só pela sua coerência política e ideológica, como pela demonstração constante de companheirismo e alegria para com os colegas e amigos. Era como se estivesse sempre de bem com a vida.”

Prof. Diogo Souza (Depto. de Bioquímica, ICBS): “muita emoção e dor”

“Na década de 70, quando entrei na UFRGS, uma vida nova começou para mim. Era uma época (minha pessoal, universitária e da vida em geral), muito rica, cheia de incertezas e expectativas. Obviamente, as frustrações e as alegrias passaram a conviver comigo. A busca por padrões de conduta que iluminassem a minha vida era intensa. E conheci o Fachel. Com ele, a ADUFRGS, colegas (e alguns amigos) militantes, um mundo novo na vida universitária. O falecimento do Fachel leva um pouco do meu passado e traz muito do meu passado de volta. E uma saudade daquilo tudo que ele representa me leva a escrever isto com muita emoção e dor.”

Profª Renato Paulo Saul (IFCH, aposentado): “lembrar a coragem e o companheirismo” do Fachel

“Nesta hora, quero lembrar a coragem e o companheirismo dele num momento decisivo da vida da nossa Universidade : a criação da Associação de Professores da UFRGS, em 1978. Fato  que transformou realmente a vida dos professores  e da própria Universidade Federal do Rio Grande do Sul, num momento de extrema pressão da onda reacionária que nos ameaçava.”

Profª Selma Maria Santos (Farmácia e ICTA, aposentada): “Fachel, o intelectual ternura”

“Lembro o modo como ele enfrentava todas as situações por piores que fossem, com seu meigo sorriso, seu olhar tranquilo e sua fala mansa. Colega e Amigo de todos os momentos, deixa para nos, o exemplo de sabedoria e dignidade.”

3-Causas da microcefalia e meios de combate ao mosquito Aedes Aegypti suscitam dúvidas e debates

Existe consenso de que é necessário impedir a reprodução e proliferação do mosquito Aedes Aegypti. Quanto a como desenvolver esse combate e quais as causas da “epidemia” de microcefalia no estado de Pernambuco, as dúvidas, indagações e debates se multiplicam.

No último sábado, a Secretaria da Saúde do RS suspendeu o uso do larvicida Pyriproxyfen: RS suspende uso de larvicida Pyriproxyfen no combate ao Aedes e Cerco ao mosquito: RS suspende larvicida que teria relação com microcefalia

O Ministério da Saúde divulgou nota em defesa do uso do referido larvicida: Ministério da Saúde defende uso

Por sua vez, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco elaborou uma interessante nota técnica, de 02/02/2016, cujo eixo é a necessidade de saneamento básico. A nota da Abrasco pode ser lida aqui.

Cabe lembrar que, em 28 de dezembro último, este boletim publicou uma matéria intitulada “Docente da UFRGS alerta para relação entre a precariedade do saneamento e a expansão da dengue, da chikungunya e do zika virus” – que reproduzimos, abaixo, por continuar atual:

“No último sábado, 26/12, o prof. Antônio D. Benetti (IPH) publicou artigo, no diário Zero Hora, em que, acertada e oportunamente, chamou atenção que a falta de saneamento é uma das causas da presença, nas cidades brasileiras, do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus.

Pois, bem lembrou o docente do IPH/UFRGS que “a falta ou a precariedade dos serviços de abastecimento de água, de coleta de esgotos, de lixo e de drenagem criam condições favoráveis ao desenvolvimento dos mosquitos”.

E argumentou: “Uma das condições que ajudariam no controle do [mosquito] Aedes seria a melhoria dos serviços de saneamento das cidades. Além de diminuir as doenças transmitidas pelo mosquito, o saneamento contribuiria ainda para a prevenção de dezenas de doenças que têm origem na água contaminada”.

Leia mais: Antônio D. Benetti: saneamento e Aedes – Opinião dos colunistas de

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

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