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Resposta inicial à acusação lançada pelo ex-Ministro do MEC contra o ANDES-SN

Em entrevista publicada nas páginas 10-11 do jornal Zero Hora de 10 de outubro, o ex-Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, acusou o ANDES-SN de ter exigido do MEC que reduzisse as verbas para a Educação Básica em prol de recursos para o Ensino Superior.

É de lamentar que o ex-Ministro não tenha especificado e precisado em qual página de qual documento ele teria encontrado a pretensa exigência, pois todos os documentos que foram enviados ao MEC pelo ANDES-SN estão disponíveis no Blog da Greve (http://grevenasfederais.andes.org.br/). Ao lê-los, pode-se constatar que não é possível neles encontrar algo parecido com aquilo que o ex-Ministro alega!

Esclarece-se, também, que o ANDES-SN não contrapõe a Educação Superior à Educação Básica; pelo contrário, reivindica:

-que o Estado brasileiro garanta gratuidade e qualidade para todos os níveis de ensino;

-carreira única, com igual valorização dos professores/as que atuam tanto no Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, como no Magistério Superior, respeitadas as especificidades;

-aplicação de 10% do PIB para a Educação Pública, de forma a garantir as verbas constitucionais para o financiamento tanto da Educação Básica Pública como do Ensino Superior Federal.

Além disso, ao questionar o sistema da dívida dita “pública”, o ANDES-SN aponta uma das causas dos estados e municípios encontrarem dificuldades — sem esquecer a responsabilidade dos próprios gestores estaduais e municipais que descumprem este direito — para pagar o piso do Magistério na Educação Básica da rede pública de ensino.

Ora, esse ex-Ministro, que agora posa de defensor da Educação Básica, é o mesmo homem que confiscou centenas de códigos de vagas EBTT (Portaria 748, publicada no D.O.U. de 22 de julho). Esse ex-Ministro, que, na referida entrevista, se faz de negociador incansável, é aquele mesmo que nunca recebeu pessoalmente o ANDES-Sindicato Nacional.

Ele que, também na entrevista, diz temer um “apagão de professores” e lastima a redução de verbas nas universidades federais, é o mesmo que concordou com o fim do abono-permanência (que vai provocar a perda de centenas de docentes universitários), é o mesmo que aceitou pacificamente o corte de cerca de R$ 12 bilhões do orçamento do MEC, mas não mediu esforços para garantir duas edições do FIES em 2015 e transferir R$ 17 bilhões para os tubarões da educação privada, que lucram milhões em meio à tão propalada crise.

Fica assim claro que essa última declaração, de cunho difamatório, do ex-ministro Janine, na continuidade de grande parte de suas ações nos seis meses em que esteve à frente do MEC, busca desqualificar o movimento docente organizado no ANDES-SN, visando, assim, enfraquecer todos que lutam pela educação pública brasileira.

Diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS

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7 Comentários

  1. Rita de Cássia Rezende Pereira

     /  12 de outubro de 2015

    ANDES foi 1000 na greve! Sou militante de entidade de base da Fasubra e participei de varias atividades com a Fasubra e ANDES! A todos/as vocês Docentes do ANDES que lutaram bravamente meus parabéns! Pena que a Educação no Brasil não é valorizada pelo atual Governo! Parabéns mais ainda por não ter aceitado a esmola de 10% em 02 parcelas, vocês deram um tapa na cara do Governo pior que o jato de pimenta que jogaram em vocês!

    Responder
  2. José Valente

     /  12 de outubro de 2015

    Este ministro é capaz de vir a público dizer que o PT se confunde e mistura ideologia com competência, faz acusações depois de levar um pé na banda e ser trocado por uma pessoa que acha que educação é dar bom dia. Sou crítico ferrenho do PT, porque levou seis meses para perceber isto, Sr.Janine? Difícil perder o cargo, o pretenso prestígio de um ministro, quer dizer, uma moeda de troca daquele partido espurio e que sai atirando balas vazias e perdidas pois não significa nada para o partido e para o país.

    Responder
  3. Eunice Kindel

     /  12 de outubro de 2015

    Que resposta, parabéns ao ANDES/UFRGS!!! Como que um ex-ministro, que durou pouquíssimo no cargo, se presta ao ridículo de mentir no jornal? Que ganhos ele pode ter com isso? Ao ler a entrevista fiquei indignada e em um dia vocês enviam esta excelente resposta. Saudações, Eunice Kindel (FACED/UFRGS)

    Responder
  4. São meros capachos esses ministros de estado. Quiseram se meter com o TCU e se ferraram (junto à chefe), que agora corre risco de ser chutada da cadeira.

    Responder
  1. Seção Sindical ANDES/UFRGS
  2. InformANDES na UFRGS, nº 85/2015, 12/10/2015. | Seção Sindical ANDES/UFRGS
  3. InformANDES na UFRGS, nº 86/2015, 13/10/2015. | Seção Sindical ANDES/UFRGS

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