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InformANDES na UFRGS, nº 72/2015, 01/09/2015.

PAUTA:

1-Em reunião com o MPOG sobre a “pauta geral”, o Fórum dos Servidores Federais rejeita o reajuste parcelado e pressiona o governo por negociação efetiva.

2-Após entidades docentes rejeitarem o pacote apresentado sobre a “pauta específica”, o governo ficou de estudar possibilidade de nova proposta.

3-Saiu na imprensa: colunista da Folha de São Paulo escreveu sobre os cortes no orçamento do MEC, a crise financeira nas universidades federais e a greve nacional em defesa da qualidade da Universidade Pública.

1-Em reunião com o MPOG sobre a “pauta geral”, o Fórum dos Servidores Federais rejeita o reajuste parcelado e pressiona o governo por negociação efetiva

Em reunião na manhã desta segunda-feira (31/08) com o Ministério do Planejamento (MPOG), representantes do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fórum dos SPF) rejeitaram mais uma vez, por unanimidade, o reajuste salarial de 21,3 % parcelado em quatro anos.

A proposta sequer cobre a inflação projetada pelos próprios indicadores oficiais, nem considera as perdas passadas. Além disso, a política econômica em curso não tem conseguido manter a inflação estável, o que tende a aprofundar a corrosão salarial.

Os representantes dos SPF reafirmaram ainda que não aceitam a condicionante apresentada pelo governo de vincular qualquer outro avanço na negociação, relativamente aos demais itens da pauta unificada e também das pautas específicas, ao aceite do reajuste parcelado até 2019.

Segundo o prof. Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, apesar de novamente o governo apresentar a mesma posição, o resultado da reunião foi importante porque houve um reconhecimento por parte do secretário Sérgio Mendonça (representante do MPOG) de que  até o momento não houve negociação da proposta e, portanto, não há como fazer acordo com as entidades.

“O secretário levará as nossas reivindicações para discutir com os ministros da área econômica a possibilidade de fazer alguma flexibilização na postura do governo. Até o final da semana, eles irão dar uma reposta”, relatou Paulo Rizzo.

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Leia mais aqui .

2-Após entidades docentes rejeitarem o pacote apresentado, o governo ficou de estudar possibilidade de nova proposta

Na tarde desta segunda-feira (31), o ANDES-SN participou, de reunião com a Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SRT/MPOG), para discutir a pauta específica de reivindicações dos docentes federais, em especial a reestruturação da carreira. Também participaram da reunião representantes do Sinasefe e do Proifes.

Sérgio Mendonça, secretário da SRT/MPOG, iniciou a reunião reafirmando a posição do governo federal em reajustar os salários dos servidores públicos federais de maneira parcelada, em quatro anos, com índice total de 21,3%. A proposta sequer cobre a inflação projetada pelos próprios indicadores oficiais, nem considera as perdas passadas. Além disso, a política econômica em curso não tem conseguido manter a inflação estável, o que tende a aprofundar a corrosão salarial.

A referida proposta já havia sido rejeitada, por unanimidade, na reunião ocorrida, na manhã do mesmo dia (ver acima, o item 1), entre o MPOG e o Fórum das Entidades Nacionais dos servidores públicos federais.

Em relação à carreira, o MPOG propôs a criação de um “Comitê Provisório”, sem poder deliberativo, para discutir propostas de reestruturação, sem acordar previamente os parâmetros dessa reestruturação, cuja implementação seria postergada para… 2019 ou 2020!

A proposta foi rejeitada pelas entidades. Com essa negativa,  Sérgio Mendonça se responsabilizou em levar a discussão aos escalões mais altos do governo para, posteriormente, apresentar nova proposta.

Leia mais aqui.

3-Saiu na imprensa: colunista da Folha de São Paulo escreveu sobre os cortes no orçamento do MEC, a crise financeira nas universidades federais e a greve nacional em defesa da qualidade da Universidade Pública

No dia 27/08, Guilherme Boulos, o colunista das quintas-feiras, na Folha de São Paulo, publicou artigo esclarecedor e didático, bem documentado, sobre os cortes no orçamento do MEC, a crise financeira nas universidades federais e a greve nacional em defesa da qualidade da Universidade Pública:

Leia o artigo de Guilherme Boulos, “A ‘Patria Educadora’ e a greve nas universidades federais”, aqui.

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