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InformANDES na UFRGS, nº 67/2015, 12-13/07/2015.

PAUTA:

1-Mais informações sobre os cortes.

2-É necessário uma reação forte: venha debater e reagir contra os cortes, na Assembleia Geral Docente, nesta quarta-feira, dia 15, às 16h00, na sala 605 da Faculdade de Educação.

3-Nesta terça-feira, 14/07, às 14h00, no Colégio de Aplicação: reunião de apresentação e discussão dos “Dossiês sobre Precarização” elaborados pelas Unidades.

4-Nesta segunda-feira, debate na FEE, às 14h30: “Em busca de alternativas às ortodoxias fiscal e monetária no combate à inflação”.

5-Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 26/2015.

1-Mais informações sobre os cortes

Os cortes nas verbas da Educação Federal vão se acumulando. Apontamos apenas alguns:

-cortes no orçamento de Custeio e Capital das Universidades, cujas consequências começam a aparecer, como cortes de verbas em editais próprios da Propesq (por exemplo, o edital das Redes Inter/Multisciplinares de Pesquisa – RIMPs, cujas diárias e passagens foram suspensos);

-cortes nos projetos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI)

-cortes nas verbas da CAPES: corte de 75% nos recursos de Fomento à Pós-Graduação (PROAP, PROEX) e nos acordos com as FAPs, corte de 11% na “Ação bolsas”, corte total (de 100%!) nos recursos de Capital (cancelamento do Pró-Equipamentos)!

A justificativa é de que faltam verbas por causa da “crise”. Na verdade, as verbas existem e estão sendo desviadas para o ensino privado, para garantir o funcionamento e os lucros dos “tubarões do ensino” (ver, abaixo, o item???). Trata-se de um ataque de magnitude à Instituições Federais de Ensino.

Quanto aos cortes nas verbas da CAPES, significam uma redução drástica nos recursos destinados a garantir que os Programas de Pós-Graduação (PPGs) possam comprar materiais de consumo, subsidiar a participação (passagens e diárias) de professores e estudantes de pós-graduação em eventos para apresentação de trabalhos de pesquisa, custear as participações de membros externos em bancas de doutorado e mestrado e a realização de doutorados “sanduíche” – sem falar no cancelamento total das verbas de Capital.

Colega: quer saber mais? Leia, abaixo, um relato inicial sobre os cortes.

Reitoria informou a dimensão dos cortes na UFRGS

Na última segunda-feira (06/07), em atendimento a pedido formulado pelo ANDES/UFRGS e pela Assufrgs, a Reitoria realizou uma reunião, com as entidades representativas da Comunidade Universitária, na qual anunciou que, na UFRGS, o corte em 2015 é de 47% nas verbas de Capital e de 7,2% nas verbas de Custeio (ler mais no boletim nº 66, item 2, aqui).

Ofício da CAPES anunciou os cortes

Na mesma segunda-feira (06/07), a CAPES informou às Reitorias, por meio de ofício, a “readequação” dos valores de custeio a serem repassados para o ano de 2015 ao Programa de Apoio à Pós-Graduação. Acesse o ofício aqui.

A partir daí, houve algumas confirmações do alcance dos cortes no Custeio (75%) e, também, algumas informações desencontradas. Assim,…

UFBA e UFPA confirmaram corte de 75%

Assim, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Reitoria publicou matéria em que fornece dados precisos: “A UFBA teve seu valor [do PROAP] reduzido para R$1.068.925,00. Isto significa uma redução de 75% nos valores atribuídos inicialmente, de R$ 4.275.700,00”, e comenta: “A implementação desta medida levará à paralisação, de fato, da atividade de pós-graduação na Universidade Federal da Bahia”. Leia a matéria da UFBA aqui.

Também na Universidade Federal do Pará (UFPA), foi confirmado o corte de 75%.

Leia o posicionamento do ANDES-SN Cortes no orçamento inviabilizam apoio à pesquisa de Pós-Graduação em todo o país

UFSM: corte de 68% ou de… 10%?

Na última quarta, 8 de julho, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informou que a CAPES tinha definido um corte da ordem de 68% na parte de custeio do PROAP a ser recebido. Leia o Documento encaminhado pela pró-reitoria aos coordenadores de pós-graduação da UFSM.

Contudo, no dia seguinte, quinta-feira 09/07, a versão mudou. Teria havido um “comunicado mal redigido” que gerou a “confusão”. O tamanho do corte não teria o tamanho do que havia sido comunicado pelo ofício da Capes.

Em um vídeo, o Reitor da UFSM garantiu que não havia um contingenciamento de 75% do Proap. O que existiria, segundo declarou, seria um contingenciamento de 10% do custeio, que poderá ser efetivado se a arrecadação orçamentária não crescer. Confira aqui a íntegra do vídeo do prof. Paulo Burmann, Reitor da UFSM.

Leia UFSM: verba de custeio da pós-graduação cortada em 68%

Leia: UFSM Cortes no custeio da pós: nova versão é apresentada

Porém, documento da CAPES reafirmou os cortes

Na quinta feira 09/07, a CAPES divulgou documento, cujo item 2 esclarece: “Inicialmente, estamos priorizando a liberação de recursos de custeio da ordem de 25% do valor originalmente previsto para 2015” . Ou seja, vai liberar 25% no início da segunda metade do ano!

A CAPES acrescentou: “Possibilidades de repasses adicionais serão avaliadas ao longo do segundo semestre” – o que não é nem um pouco tranquilizador!

Leia o Documento da CAPES reafirmando os cortes!

Carta do Presidente do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pós-Graduação (Foprof) confirma os cortes e escreve: “A luta continua”

Na sexta-feira 10 de julho, o Prof. Vladimir Pinheiro do Nascimento, Pró-Reitor de Pós-Graduação de nossa Universidade, repassou a todos os PPGs da UFRGS carta do presidente do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pós-Graduação (Foprof). Leia na íntegra a carta do presidente do Forprof, aqui.

Em sua carta, o prof. Isac Almeida de Medeiros confirmou o alcance dos cortes: 75% de corte no PROAP, PROEX e nos acordos com as FAPs. Também, esclareceu que todo o recurso de capital da CAPES foi convertido em custeio; portanto, não haverá recursos para “Pró-Equipamentos” em 2015!

O prof. Isac caracteriza que os cortes vão criar uma “situação caótica/insustentável”, que se trata de um “desmontar” (desmonte) do que foi construído ao longo das décadas.

O prof. Isac encerra sua carta falando em mobilização e com um muito significativo “A luta continua”. Ele tem razão: é necessário lutar, É necessário uma reação forte! Como? Veja o item 2, abaixo.

2-É necessário uma reação forte: venha debater e reagir contra os cortes, na Assembleia Geral Docente, nesta quarta-feira, dia 15, às 16h00, na sala 605 da Faculdade de Educação

É necessário uma resposta à altura do desmonte ao qual a Universidade Pública está sendo submetida. É preciso uma reação forte.

Colega: estás preocupado com a precarização da Graduação, da Pós-Graduação, da Pesquisa e da Extensão?

Converse com o(a)s colegas e organize reunião na Unidade para discutir os cortes e reagir a eles.

Compareça na Assembleia Geral Docente da próxima quarta-feira, 15 de julho, às 16h00, na Sala 605 da Faculdade de Educação (Campus Centro). A discussão dos cortes e dos encaminhamentos a definir para combatê-los consta na pauta da Plenária. Serão também discutidos: a situação das negociações e da greve, local e nacional; encaminhamentos.

Agende-se para a próxima quarta-feira, 15 de julho, às 16h00, na Sala 605 da Faculdade de Educação (Campus Centro).

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Caso não consiga visualizar a imagem, clique aqui

3-Nesta terça-feira, 14/07, às 14h00, no Colégio de Aplicação: reunião de apresentação e discussão dos “Dossiês sobre Precarização” elaborados pelas Unidades

Reunião de apresentação e debate dos dossiês sobre precarização das Unidades em relação às condições de trabalho, ensino e pesquisa. Serão apresentados os dossiês do Colégio de Aplicação (já entregue ao reitor), da Educação, Psicologia, Bioquímica, IFCH…

Compareça!

4-Nesta segunda-feira, debate na FEE, às 14h30: “Em busca de alternativas às ortodoxias fiscal e monetária no combate à inflação”

O título do debate é um tanto árido, mas diz respeito, no combate à inflação, à busca de alternativas à ortodoxia do chamado “ajuste fiscal” (cortesna Educação, Saúde, habitação, gastos sociais…) e do aumento da “taxa Selic” (que só aumenta os lucros dos bancos e faz crescer a dívida pública – paga com nosso dinheiro). Os dois debatedores são os profs Marcelo Milan (UFRGS) e Carlos Paiva (FEE e Faccat). Eles se comprometem em expor suas análises de forma simples.

Nesta segunda-feira, 13/07, às 14h30, na Fundação de Economia e Estatística (FEE), Rua Duque de Caxias, 1691, Centro de Porto Alegre.

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5- Escute, pela internet, o programaVoz Docente desta semana, nº 26/2015

Voz Docente é semanal, produzido pelo ANDES/UFRGS, em parceria com as Seções Sindicais da UFPEL e da FURG, e radiodifundido às quartas-feiras, às 13h00, na Rádio da Universidade, 1080 AM ou on-line:http://www.ufrgs.br/radio/

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

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