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Boletim Informativo*, nº 02/2015 – 09/07/2015.

PAUTA:

1-Sobre a Retenção dos Conceitos.

2-Governo insiste em reajuste parcelado e abaixo da inflação para os servidores federais.

3-Professores da Faculdade de Educação vão reter conceitos.

1-Sobre a Retenção dos Conceitos

A Assembleia Geral de 08/07 reafirmou a legitimidade e legalidade do recurso da Retenção dos Conceitos, o que significa não atribuir, não apropriar conceitos.

Por que reter os conceitos?

Porque esse recurso já foi utilizado em greves anteriores (1980, 1981, 1982 e 2012). Porque é uma das ferramentas de pressão – a mais efetiva de que dispomos, neste final de semestre – para pressionarmos o governo a negociar e atender nossas reivindicações.

Decisão sobre a retenção de conceitos, nos casos dos formandos e estudantes estrangeiros

Os conceitos dos estudantes formandos e estudantes estrangeiros serão liberados pelos professores grevistas, com informação através de ofício às chefias de Departamento.

Encaminhamento de solicitação às Chefias

Solicitamos que as Chefias de Departamentos e as Direções de Unidades respeitem, eticamente, a opção dos docentes grevistas. De modo a não atribuir conceito NI às respectivas turmas, e informando ao DECORDI, por ofício, apenas os conceitos de formandos e de estudantes estrangeiros.

Professores da Faculdade de Educação vão reter conceitos

Um abaixo-assinado está sendo organizado pelos docentes da FACED no qual os colegas se comprometem em reforçar a greve nacional e se posicionam favoravelmente à retenção de conceitos como forma de pressionar o governo a negociar e considerar as reivindicações do movimento. Ver, abaixo, o item 3 deste boletim

2-Governo insiste em reajuste parcelado e abaixo da inflação para os servidores federais

Na tarde da terça-feira 07, às 16h00, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) reuniu com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef).

O entorno do MPOG estava tomado por uma manifestação de servidores federais, que foi reforçada pela passagem dos 3.000 manifestantes da Caravana Nacional em Defesa da Educação Pública (ver abaixo).

O governo não apresentou nova proposta e insistiu no reajuste parcelado em quatro anos, que não cobre a inflação.

O Ministério do Planejamento exortou os servidores a serem “criativos” em cima da proposta governamental

O MPOG iniciou a reunião questionando qual era a resposta dos servidores à proposta de reajuste (21,3% parcelados em 4 anos) apresentada no dia 25/06. A resposta do Fonasef foi unânime: as Assembleias Gerais das categorias rechaçaram (a) o reajuste proposto e (b) também qualquer possibilidade de parcelamento.

Em resposta, o MPOG pediu que os servidores fossem “criativos” e que tentassem trabalhar em cima da proposta colocada.

O Fonasef reafirmou a luta pelo reajuste de 27,3% em 2016, sem parcelamento; também quer debater com o governo os oito demais itens da pauta de reivindicações.

Data da próxima reunião

O Fonasef pediu que a nova reunião ocorresse na próxima semana.

Impossível, porque a Presidente Dilma está viajando à Rússia, respondeu o MPOG – que marcou a reunião para o dia 21 de julho (ou um pouco antes).

Qual é a proposta do governo?

A proposta governamental é de 21,3% parcelados em quatro anos: 5,5% em 2016, 5% em 2017, 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019 – ou seja, abaixo das próprias projeções governamentais relativamente à inflação.

Ora, em período de inflação descontrolada, é suicídio aceitar um acordo que valerá por 4 anos – sem possibilidade de correções, ajustes…

Houve duas reuniões: quais foram as diferenças?

O relatado acima é o que aconteceu na reunião do MPOG com as 23 entidades do Fonasef.

Duas horas antes, às 14h, o MPOG reuniu com outras entidades de servidores federais, várias delas compareceram a partir de um convite do próprio MPOG – por serem entidades consideradas “amigas” pelo governo!.

Qual a diferença entre o Fonasef e as outras? O Fonasef prima por realizar a unidade nacional dos servidores federais, elaborando uma proposta e mobilização unificadas de forma a, juntas, melhor pressionar o governo.

As demais entidades se recusam a buscar a unidade nacional dos servidores federais; preferem ir ao governo em ordem dispersa.

O que aconteceu na reunião das 14h00?

Após recusarem a proposta do governo, as entidades da reunião das 14h00 pediram ao MPOG para que comecem a ocorrer as “reuniões setoriais” para dar início a negociação das pautas específicas. O governo concordou incentivando aquelas entidades a fazê-lo.

Colega, abra o olho! Em nosso próximo boletim, explicaremos porque.

3-Professores da Faculdade de Educação vão reter conceitos

Um abaixo-assinado está sendo organizado pelos docentes da FACED no qual os colegas se comprometem em reforçar a greve nacional e se posicionam favoravelmente à retenção de conceitos como forma de pressionar o governo a negociar e considerar as reivindicações do movimento.

Caso colegas de outras unidades queiram se juntar ao abaixo-assinado favor enviar nome e unidade parajucagil@uol.com.br

Professores da FACED / UFRGS em greve farão a RETENÇÃO DE CONCEITOS

Nós, professores da Faculdade de Educação da UFRGS, abaixo-assinados, declaramos apoio à greve nacional dos docentes federais e nos comprometemos com a RETENÇÃO DE CONCEITOS, como uma das ferramentas de pressão – a mais efetiva de que dispomos, neste final de semestre – para pressionarmos o governo a negociar e atender nossas reivindicações.

Porto Alegre, 08 de julho de 2015.

Assinam: Adriana Thoma, Aline Cunha, Bianca Ribeiro Pontin, Carla Meinerz, Carmen Lúcia Bezerra Machado, César Lopes, Dani Noal, Dóris Almeida, Eunice Kindel, Evandro Alves, Flávia Maria Teixeira dos Santos, Francisco Egger Moellwald, Gabriel Junqueira Filho, Jaime Zitkoski, Jaqueline Moll, Jorge Ribeiro, Juca Gil, Laura Fonseca, Leandro Pinheiro, Liliane Giordani, Lodenir Karnopp, Luciane Uberti, Luciano Bedin, Magali Menezes, Maria Carmen Silveira Barbosa, Maria Clara Bueno Fischer, Maria Luiza Rodrigues Flores, Natália de Lacerda Gil, Nelton Luis Dresch, Paulo Albuquerque, Paulo Slomp, Rosana Fernandes, Rosane Aragón, Roselane Zordan Costella, Sérgio Lulkin, Simone Santos de Albuquerque, Susana Rangel.

 

*A publicação deste boletim é responsabilidade do CLG/UFRGS; a postagem está sendo feito pela Seção Sindical ANDES/UFRGS que colocou seu sistema de postagem eletrônica à disposição do CLG.

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