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InformANDES na UFRGS, nº 65/2015, 02/07/2015.

PAUTA:

1-Em resposta aos pedidos do ANDES/UFRGS e da Assufrgs, a Reitoria convida as entidades representativas a uma reunião sobre o Orçamento/2015 da UFRGS.

2-A carta à mídia da diretoria da Adufrgs-Sindical é lamentavelmente divisionista e sectária.

3-Abra o olho, colega!

4-No dia 1º de julho, os técnico-administrativos em greve fecharam a Reitoria da UFRGS.

 

1-Em resposta aos pedidos do ANDES/UFRGS e da Assufrgs, a Reitoria convida as entidades representativas a uma reunião sobre o Orçamento/2015 da UFRGS

Nesta quinta-feira, a Reitoria convidou as entidades representativas da Comunidade Universitária para uma reunião cuja pauta será o Orçamento 2015.

A reunião é uma resposta, por um lado, ao pedido protocolado pela Assembleia Geral Docente de 17/06, que solicitou uma Audiência sobre o tema; por outro lado, ao pedido apresentado pelo Comando de Greve/Assufrgs dos funcionários técnico-administrativos desta Universidade por ocasião da ocupação/fechamento da Reitoria no dia 01/07.

Conforme formulado na solicitação encaminhada por esta Seção Sindical, espera-se que a reunião trate, pormenorizadamente, “da questão do corte governamental de R$ 9,4 bilhões no orçamento do MEC, da magnitude do corte nas verbas da UFRGS e de seu impacto nos diversos setores e atividades de nossa Universidade”.

A reunião ocorrerá na próxima segunda-feira, 06 de julho, às 16h00, na Reitoria. Além da Seção Sindical/ANDES, foram convidados a Assufrgs, o DCE, a Adufrgs-Sindical e a APG (Associação dos Pós-Graduandos). O ANDES/UFRGS confirmou sua presença na reunião.

2-A carta à mídia da diretoria da Adufrgs-Sindical é lamentavelmente divisionista e sectária

A Diretoria da Adufrgs-Sindical divulgou, no dia 29/06, carta à mídia em que: 1) se autoproclama o “representante único” dos docentes na UFRGS; 2) ao arrepio da Legislação vigente, se arroga o monopólio de deliberar sobre greve; 3) ataca o processo de greve deflagrado na UFRGS em 29/06; 4) apela ao Reitor para que este se intrometa nos assuntos sindicais e reconheça apenas a Adufrgs-Sindical como representante dos professores da UFRGS.

A esse respeito, a Diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS elaborou Nota em que:

-lembra que fazem mais de seis anos que, na UFRGS, existem legalmente dois sindicatos docentes e, chamando ao bom senso, convida a “aprender a conviver com esta situação, sem sectarismo”;

-estranha que, em suas colocações, a Diretoria da Adufrgs-Sindical parece ignorar o conteúdo da Lei de Greve;

-esclarece que, no processo de adesão à greve nacional docente e deflagração da greve na UFRGS, a Seção Sindical/ANDES e as sucessivas Assembleias Gerais por ela convocadas seguiram estritamente os ritos e exigências legais da Lei de Greve (7783/1989);

-caracteriza como divisionista e sectário o ataque contra a greve que está em construção na UFRGS desde a segunda-feira 29/06;

-explica porque considera “patético” o apelo ao Reitor;

-encerra alertando que “não reconhecer ou tentar deslegitimar a decisão de uma legítima Assembleia Geral de docentes não ajuda em nada na construção de uma pauta política de resistência ao governo, aqui na UFRGS ou no cenário nacional, no exato momento em que a Universidade Pública está sob ataque cerrado”.

Leia, na íntegra, a Nota da Diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS aqui.

3-Abra o olho, colega!

Condição prévia e chantagem!

Em 25/06, o governo, através do MPOG, apresentou uma proposta “indecente” de reajuste salarial. Tanto na reunião de 23/06 do MEC com o ANDES-SN como na reunião de 25/06 do Ministério do Planejamento (MPOG) com o Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasef) ficou claro e explícito que o governo condiciona todas as outras discussões e negociações ao aceite da proposta apresentada.

Isso significa que a aceitação da proposta apresentada pelo MPOG é uma condição prévia levantada pelo governo para que possa ocorrer a discussão sobre os demais pontos da pauta de reivindicações dos servidores federais, bem como a discussão sobre as pautas específicas (em nosso caso: das verbas para as universidades públicas e da reestruturação da Carreira Docente). Trata-se de uma chantagem que não pode ser aceita.

O Fórum e o ANDES-SN alertaram!

Nessa base, o Fórum dos Servidores Federais e o Comando Nacional de Greve/ANDES-SN alertaram imediatamente que não seria oportuno e correto reivindicar reuniões setoriais antes da reunião geral, marcada para o dia 7 de julho. Nesta reunião, as entidades apresentarão o posicionamento das bases e espera-se que o governo apresente revisão de sua proposta.

Qualquer encaminhamento diferente por parte de uma entidade integrante do Fórum nesse momento, como, por exemplo, a reivindicação de mesa setorial antes do dia 7 de julho, significaria referendar antecipadamente o acordo proposto pelo MPOG.

Pois bem, qual a entidade que…

Qual a entidade que, imediatamente, no próprio dia 25/06, correu até o MEC para protocolar um pedido de Audiência para negociar pauta específica?  Adivinhou, colega, ela própria: aquela entidade que se vangloria de ser sempre convidada para as reuniões do MEC: a Federação-Proifes!

E o que fez o MEC? Não demorou para marcar a reunião solicitada.

Abra o olho, colega!

4-No dia 1º de julho, os técnico-administrativos em greve fecharama Reitoria da UFRGS

O fechamento de Reitorias e Universidades ocorreu de norte a sul do país, no dia 1º de julho, organizado nacionalmente pela Fasubra e, na UFRGS, pela Assufrgs e seu Comando de Greve.

Os funcionários técnico-administrativos em greve da UFRGS, UFCSPA e IFRS fecharam a entrada da Reitoria da UFRGS, na manhã da quarta-feira 01 de julho. Os trabalhadores fecharam o acesso à Reitoria da UFRGS para reforçar a exigência de uma negociação de verdade – frente à “proposta indecente” apresentada pelo governo na última semana.

Além disso, os servidores exigiram da Reitoria da UFRGS a elaboração de documento apresentando quais setores da UFRGS serão afetado pelo corte governamental.

Também, solicitaram ao Reitor o avanço nas pautas internas da Universidade como democratização (paridade) e condições de trabalho.

Representantes da Seção Sindical do ANDES e do Comando de Greve compareceram ao local para se solidarizar com a legítima luta dos técnico-administrativos, com suas reivindicações e com a ação de fechamento.

Leia mais aqui.

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

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