• Sindicalize-se!

  • Seção Sindical ANDES/UFRGS no Facebook

  • Cartilha sobre Assédio Moral

  • Assessoria Jurídica

  • Site ANDES-SN

  • Eventos por vir

    Nenhum evento

  • julho 2015
    S T Q Q S S D
    « jun   ago »
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • É para rir?

  • Categorias

  • + notícias

  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

InformANDES na UFRGS, nº 64/2015, 30/06/2015.

PAUTA:

1-Assembleia Geral Docente rejeitou “proposta indecente” do governo.

2-Sobre a retenção de conceitos como forma de luta grevista.

1-Assembleia Geral Docente rejeitou “proposta indecente” do governo

A Assembleia Geral Docente ocorrida nesta segunda-feira 29/06, às 18h00, no Auditório da Faculdade de Educação, ouviu as saudações das entidades presentes (DCE e Assufrgs), aprovou, por aclamação, uma moção contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de Redução da Maioridade Penal (leia aqui) e ouviu os informes relativos às reuniões e ao estado da mobilização nas Unidades.

A Assembleia Geral também discutiu as análises do Comando Nacional de Greve (CNG) do ANDES-SN e da Reunião Ampliada do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais (Fonasef) sobre os posicionamentos e propostas do governo (MEC e Ministério do Planejamento – MPOG).

Análise do posicionamento do MEC

A análise do CNG aponta que o documento entregue pela SeSu/MEC, em 23/06, em resposta à pauta do ANDES-SN:

1-não responde em nada às demandas dos docentes federais;

2-é insistente na defesa de um modelo educacional baseado na  privatização, por meio de parcerias público-privadas (PPP), cursos pagos, terceirizações, contratações em condições precárias;

3-defende uma concepção de autonomia que viabiliza a mercantilização;

4-aceita submissamente o corte  de R$ 9,4 bilhões no orçamento da Educação, enquanto está havendo a transferência de volumosos recursos públicos para as empresas privadas por meio do FIES, do PROUNI, do Pronatec, etc.

Leia mais aqui e aqui.

Proposta e condicionantes do MPOG

O governo, através do Ministério do Planejamento – MPOG, em reunião realizada no dia 25/06:

1-propõe um reajuste salarial plurianual (4 anos) em quatro parcelas a serem efetivadas a cada 1º de janeiro de 2016 a 2019, sendo os índices respectivamente de 5,5% em janeiro de 2016, 5% em janeiro de 2017, 4,75% em janeiro de 2018 e 4,5% em janeiro de 2019, somando um reajuste total de 21,3% em 4 anos – o que fica abaixo da inflação projetada, inclusive abaixo das estimativas projetadas pelo próprio governo;

2-condiciona a discussão sobre os demais pontos da pauta de reivindicações dos servidores federais ao aceite da proposta apresentada – trata-se de uma chantagem que não pode ser aceita.

Análise do CNG relativa à proposta do MPOG

1-A proposta governamental é inadmissível, pois ela: a) desconsidera deliberadamente as perdas acumuladas até o final de 2015; b) propõe percentuais apresentados que estão abaixo das projeções da inflação para os próximos quatro anos;

2-o governo quer, assim, impor um acordo de quatro anos, que sacramente as perdas futuras para a inflação e inviabilize qualquer campanha salarial e negociações até o 1º de janeiro de 2019 (fim do seu mandato).

Leia mais aqui.

Posicionamento da Reunião Ampliada do Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasef)

Realizada no dia 28/06, a Reunião Ampliada do Fonasef foi extremamente representativa. Contou com a presença de 150 militantes e dirigentes de entidades nacionais e, entre outras, tomou as seguintes decisões:

1-rechaçar a “indecente” proposta governamental de reajuste de 21,3% em quatro anos;

2-considerar “inaceitável” a assinatura de uma acordo plurianual, pois trata-se de um confisco no salário;

3-fortalecer as greves em curso e ampliar as greves para os demais setores do funcionalismo federal, neste mês de julho, construindo a greve unificada (geral) dos servidores públicos federais – sendo que várias categorias já tem decisão tomada de deflagração de greve na primeira quinzena de julho, e outras tem processo de Assembleias Gerais decisórias;

4-instalar o Comando de Mobilização e Greve dos Servidores Federais, em Brasília, a partir da segunda-feira 29/06.

Leia mais aqui.

Elementos de avaliação feita apresentados na Assembleia Geral de 29/06

Complementando as análises do CNG, na Assembleia Geral de 29/06 foi ainda assinalado o que segue:

1-o governo vinha sinalizando que estava trabalhando para um reajuste “zero” ou de no máximo 1% para cada ano. Foi obrigado a recuar dessa posição: a) porque percebeu que isso seria recebida como uma autêntica “provocação” que jogaria gasolina no fogo; b) por causa da pressão e do crescimento da greve da Educação federal e dos servidores federais; c) por causa do crescente e rápido desgaste que o governo vem sofrendo nos últimos meses;

2-a greve em curso desde 28 de maio (que fechou, portanto, um mês) também obrigou o governo a adiantar para junho a apresentação de uma proposta (antes previsto, nos planos governamentais, p/ acontecer em meadois de julho);

3-o governo foi obrigado a reconhecer o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores federais (Fonasefe) como legítimo representante dos servidores e como interlocutor.

O CNG, a Assembleia Geral/UFRGS e o Fonasefe chamam todo(a)s a aumentar a mobilização e pressão e a fortalecer a greve nacional!

Em breve, Proposta Indecente, um filme que você já viu.

Screen Shot 2015-06-30 at 9.50.00 PM

Em breve, no seu contracheque: achatamento de salário dividido em quatro anos!

Fonte: Assufrgs.

Caso não consiga visualizar a imagem, clique aqui

2-Sobre a retenção de conceitos como forma de luta grevista

No dia 23 de junho de 2015, a Assembleia Geral dos docentes da UFRGS votou por aderir à Greve Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior, explicitando que a greve inclui o recurso à retenção dos conceitos, o que significa não atribuir, não apropriar conceitos.

Para contribuir à reflexão de todo(a)s à discussão nos Departamentos e Unidades, reproduzimos, abaixo, a resolução elaborada pela Comissão de Ética do Comando Local, durante a Greve de 2012:

“1) A greve deflagrada pelos docentes da UFRGS no último dia 29 de junho cumpriu todos os trâmites legais […].

2) O direito de greve implica a suspensão temporária e coletiva do trabalho. Ele se estende, portanto, a todas as atividades docentes. Desta forma, se paralisam não somente as aulas, mas as demais atividades, incluindo a atribuição de conceitos aos alunos.

3) Reter os conceitos não constitui abuso do direito de greve. Os docentes da UFRGS já utilizaram com êxito este recurso de luta nas três primeiras greves realizadas na UFRGS, em 1980, 1981 e 1982 (ver no livro que conta a história de 25 anos de lutas da ADUFRGS, 1978-2003: SCHMIDT, Benito et alii. ADUFRGS 25 anos: história e memórias. Porto Alegre, ADUFRGS-Seção Sindical do ANDES-SN, 2004, p.103-108).

4) Não apenas os docentes da UFRGS já utilizaram amplamente este recurso, como nossos colegas de outras universidades federais também o fizeram, bem como professores estaduais em numerosas de suas greves. […]”.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: