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InformANDES na UFRGS, nº 51/2015, 05-06/06/2015.

PAUTA:

1-Sobre os encontros com o governo: foram de efetiva negociação? ou reuniões de  postergação?

2-Mais fotos sobre a UFRGS na paralisação do dia 29 de maio; e, também, sobre o “envelopamento” da UFRGS.

3-Argentina se uniu para dar um basta ao feminicídio: manifestação se espalhou para outras capitais sul-americanas.

4-Escute, pela internet, o programa Voz Docente desta semana, nº 22/2015.

5-“Caravana 43” em Porto Alegre: encontro com familiares e sobreviventes do desaparecimento de 43 estudantes da Escola Ayotzinapa, no México.

1-Sobre os encontros com o governo: foram de efetiva negociação? ou reuniões de  postergação?

23 de abril de 2014: Sisu/MEC assinou acordo e… interrompeu unilateralmente as negociações

No dia 23 de abril de 2014, o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), Paulo Speller, formalizou, em nome do Ministério, acordo preliminar em relação aos quatro primeiros pontos conceituais da reestruturação da carreira docente, que foram propostos pelo Sindicato Nacional.

Porém, a seguir, o governo interrompeu as reuniões, rompendo unilateralmente o processo de negociação recém iniciado!

Janeiro de 2015: ANDES-SN e servidores federais protocolam pautas de reivindicações

O ANDES-SN e o Fórum das Entidades Nacionais dos servidores federais (Fonasef) protocolaram, no MEC e no MPOG, as pautas de reivindicações específicas e geral, com pedidos de audiências.

10 de março de 2015: Ministro Cid Gomes não compareceu à Audiência; Secretário Executivo do MEC…

No lugar do Ministro, compareceu o Secretário Executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, que afirmou a disponibilidade do MEC em estabelecer uma agenda de reuniões com o ANDES-SN. Porém, esclareceu que, de fato, as negociações entre o ANDES-SN e o MEC só seriam encaminhadas… após a nomeação do novo titular da Secretaria de Educação Superior (Sesu).

20 de março de 2015: Ministro Nelson Barbosa (Planejamento – MPOG) recebeu as entidades de servidores federais e… apresentou o pensamento do governo

No dia 20 de março, o ministro Nelson Barbosa, titular da pasta do planejamento (MPOG), recebeu o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef), junto com outras entidades sindicais e 5 centrais. Discursou, expondo os planos governamentais (“ajuste fiscal”, redução do percentual da folha de pagamento,…) e adiou as negociações para… maio!

Porém, pressionado por protestos, manifestações, passeatas e atos, em Brasília e nos estados, o MPOG acabou adiantando a primeira reunião para…

23 de abril: pressionado, o governo (MPOG) se comprometeu em…

Em 23 de abril, ocorreu reunião do governo (representado pelo Ministério do Planejamento – MPOG) com o Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef).

O governo anunciou que não tinha proposta (somente queria “ouvir”) e que faria apenas três outras reuniões (uma no final de maio; outra, no final de junho; e a última, no final de julho).

Pressionado, o governo: a) aceitou antecipar a reunião seguinte; b) aceitou que essa tivesse uma pauta pré-definida; c) se comprometeu em trazer respostas às reivindicações do chamado “bloco negocial” de reivindicações.

06 de maio: reunião do governo (MPOG) com ANDES-SN e Proifes sobre a pauta específica dos docentes federais

Foi cobrada a ausência do MEC: como discutir a pauta específica sem a presença do MEC? O MPOG prometeu trazer o MEC em próximas reuniões e, novamente, disse que estava presente apenas para “ouvir” as entidades!!

O ANDES-SN cobrou do governo uma negociação efetiva da pauta de reivindicações centrada em: reestruturação da carreira com valorização salarial; solução efetiva à precarização das condições de trabalho e de infraestrutura nas Instituições Federais de Ensino (IFE); previsão de abertura de vagas para docentes e técnicos nas IFE para 2015 e 2016.

O ANDES-SN ainda lembrou que já havia mais de doze meses desde a última reunião de negociação do governo com o Sindicato Nacional quando o MEC (através da Sesu) assinou acordo sobre quatro conceitos iniciais de reestruturação da carreira, mas que, a seguir, o governo interrompeu unilateralmente o processo de discussão/negociação.

O governo repetiu o discurso de reduzir o percentual (“impacto”) da folha de pagamento, prometeu “estudar” o pedido de antecipar a próxima reunião e… remeteu eventuais respostas e propostas para… meados de junho!

14 de maio: segunda reunião do governo (MPOG) com o Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasef)

No dia 14 de maio, ocorreu a segunda reunião do governo com o Fonasef. Na reunião anterior (23 de abril), fora acordado que o MPOG traria respostas às reivindicações do chamado “bloco negocial” de reivindicações.

Porém, o governo não apresentou qualquer resposta, só falou em “estudos”, desconversou a respeito de qualquer compromisso e se recusou em definir a data da próxima reunião.

A seguir, ocorreu reunião concorrida (cerca de 300 presentes) do Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasef) que avaliou, consensualmente, que o governo não estava negociando, mas realizando reuniões para enrolar.

15 e 16 de maio: Plenária do Setor das Federais/IFES do ANDES-SN

Avaliando que o governo está enrolando para assestar diversos golpes (reajuste zero em 2016, 2017 e 2018, cortes de verbas da IFES, etc.), a Plenária do Setor das Federais referendou indicativo de greve com proposta de deflagração em 28 de maio.

22 de maio: às pressas, MEC convocou ANDES-SN para reunião

O Sindicato Nacional apresentou novamente a pauta reivindicativa, relembrou os quatro pontos acordados em abril/2014 e questionou a interrupção unilateral das negociações pelo MEC.

O MEC renegou o acordo de 23 de abril de 2014, disse que, em relação a realização de concursos, não há respostas e, sobre o restante da pauta, postergou (necessidade de “estudos”) qualquer resposta a uma próxima reunião, possivelmente após a metade do mês de junho.

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Resumindo: houve negociação?

Foram seis reuniões entre 20 de março e 22 de maio: três reuniões do governo com o Fonasef (representando os servidores federais) e três reuniões do governo com o ANDES-SN (e presença da Proifes em uma delas). Em nenhuma das seis reuniões, houve negociação efetiva. Pelo contrário, em duas delas o governo renegou o que tinha acordado em reunião anterior.

O governo reúne com o ANDES-SN e com os servidores federais (Fonasef) para discursar, expor seus planos de “ajuste fiscal”, de redução da folha de pagamento, de corte de verbas. Quando o ANDES-SN e o Fonasef cobram respostas à pauta de reivindicações, o governo responde com a “necessidade de estudos” e remete as respostas a reuniões posteriores, distantes e sem data.

Trata-se de um processo de negociação? Não: um processo de delongas e protelação! Como educadamente escreveu a Fasubra em uma carta ao titular do MEC: “Ministro, é preciso NEGOCIAR e não somente DIALOGAR! Queremos negociação Já!!”.

Em outras palavras: chega de postergação e enrolação!

28 de maio: iniciou a greve nacional dos docentes e dos funcionários técnico-administrativos das IFES

Em 28/05, os docentes de 18 seções sindicais em 12 estados deflagraram a greve nacional por tempo indeterminado e compuseram o CNG. O Comando Nacional de Greve passa agora a ser o órgão condutor da greve.

Em 01 de junho, já são 21 Instituições Federais de Ensino Superior em greve, e 24 em 03 de junho.

E na UFRGS?

Aqui na UFRGS ainda estamos ainda em fase de “aquecimento” para uma mobilização mais intensa. Até por que, na contramão dos fatos, a Adufrgs/Proifes não se cansa de repetir que a negociação com o MEC está em andamento.

A entrada na greve da entidade filiada à Federação-Proifes na UFBa obrigou os dirigentes da Proifes a mudar o discurso, pelo menos na Bahia!

Neste momento, as tarefas, na UFRGS, são de: – esclarecer o que está em curso e o que está em jogo; – aumentar a mobilização para intensificar a pressão sobre o governo; – colocar-nos totalmente solidários com a legítima greve nacional deflagrada: contra a ausência de negociações; contra o “reajuste zero” trienal (2016 a 2018) que o governo está cozinhando; pela reestruturação da Carreira Docente; contra o corte de verbas de R$ 9,4 bilhões; em defesa da Universidade Pública.

A Seção Sindical/ANDES anuncia a convocação de uma Assembleia Geral Docente de avaliação da situação (avaliação do estado da negociação e da greve nacional) a realizar-se no dia 17 de junho, às 18h30, no Auditório (sala 102) da Faculdade de Educação – FACED (Campus Centro).

Fontes: ANDES-SN, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

2-Mais fotos sobre a UFRGS na paralisação do dia 29 de maio; e, também, sobre o “envelopamento” da UFRGS

2.1-Presença da UFRGS na paralisação do dia 29

Professores do Departamento de História

Professores do Departamento de História

Delegação do Departamento de História.

CAp/UFRGS

CAp/UFRGS

Colégio de Aplicação presente!

Coluna da UFRGS em movimento

Coluna da UFRGS em movimento

Coluna da UFRGS no dia 29.

Veja mais fotos sobre a presença da UFRGS na paralisação do dia 29: aqui.

2.1-Dias 01-02/06: os técnico-administrativos, com a Assufrgs, “enveloparam” a UFRGS

Nos dias 01 e 02 de junho, os funcionários técnico-administrativos “enveloparam” os campi da UFRGS, bem como a UFCSPA e os campi Porto Alegre, Restinga e Canoas do IFRS (Instituto Federal/RS). Veja algumas fotos abaixo.

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Campus Centro da UFRGS.

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Campus do Vale da UFRGS.

Veja mais fotos dos “envelopamentos”: aqui. (Fonte: Assufrgs).

3-Argentina se uniu para dar um basta ao feminicídio: manifestação se espalhou para outras capitais sul-americanas

Na última quarta-feira (03/06), 150 mil pessoas se concentraram no Centro de Buenos Aires e acompanharam familiares de mulheres assassinadas por seus companheiros e vítimas da violência de gênero ao grito de “Ni una a menos” (Nenhuma a menos).

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Multidão em Buenos Aires. Foto: Oscar Barraza/Prensa Senado/AFP/Correio do Povo

“É pela vida, chega de mortes”, “o machismo mata”, “nem a roupa nem os costumes podem justificar o abuso”: estas foram algumas das frases escritas em cartazes espalhados em frente ao Congresso, em Buenos Aires, e também pelo centro de Santa Fe, Bariloche, Córdoba e outras cidades.

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Buenos Aires. Foto: Fernando Sturla/Divulgação/Télam/Sul 21

A iniciativa, que congregou uma multidão em Buenos Aires, também suscitou manifestações em 100 (cem) outras cidades da Argentina, e, também, fora do país: em Uruguai, Chile e México.

Em Montevidéu, no Uruguai, segundo a Uypress, a manifestação de protesto “reuniu multidões na Plaza Independencia”. Leia“Disculpe las molestias, nos están asesinando”, matéria da Uypress: aqui.

Leia a matéria do Correio do Povo, aqui, e do Sul 21, aqui.

Leia “Histórica marcha por los derechos de la mujer en Argentina”, aqui.

Fontes: Correio do Povo, Sul 21 e Uypress, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

4- Escute, pela internet, o programa Voz Docentedesta semana, nº 22/2015.

No roteiro:

– A Carta à Sociedade Brasileira divulgada pelo Comando Nacional de Greve dos Docentes Federais, em 30 de maio;

– Entrevista com o Professor Giovanni Frizzo, do Comando Nacional de Greve, sobre a paralisação que já atinge 24 instituições superiores da rede federal de ensino;

-Como foi o Dia Nacional de Paralisação, em 29 de maio, em Porto Alegre e entre a comunidade universitária da UFRGS.

5- “Caravana 43” em Porto Alegre: encontro com familiares e sobreviventes do desaparecimento de 43 estudantes da Escola Ayotzinapa, no México

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Não vamos deixar esquecer e vamos exercer a solidariedade internacional com os familiares dos 43 estudantes desaparecidos em Ayotzinapa, no México

Atenção: mudança do local da atividade do sábado 06/06, às 13h00; ver abaixo.

Para refrescar a memória

Em setembro 2014, em Iguala, estado de Guerrero, no México, foram mortos seis estudantes da Escola Normal Rural de Ayotzinapa e 43 outros foram desaparecidos.

Trata-se de um dos episódios mais infames da história latino-americana recente de desrespeito aos direitos humanos, estando policiais envolvidos nos ataques, massacre e desaparecimentos.

Como expressar nossa solidariedade com os familiares e lutar contra a impunidade?

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Preservando a memória, sustentando a luta em busca de verdade e justiça, lutando pelo fim dessas atrocidades, que envolvem tanto o crime organizado quanto integrantes do estado mexicano.

Conhecer, analisar, compreender, são elementos do combate para que essas violências não se banalizem nem difundam.

É este o sentido da Caravana Sulamericana 43, em solidariedade aos sobreviventes e familiares dos 43 estudantes vítimas de um “desaparecimento forçado”em Ayotzinapa, Guerrero, México, em 26 de setembro do ano passado.

http://ayotzinapasomostodos.com/los43/

Caravana 43 em Porto Alegre

Os quatro integrantes da caravana passarão pela Argentina, Uruguai, Brasil, e estarão em Porto Alegre de 05 a 08 de junho. Participe de uma das cinco atividades programadas:

Sábado, 6/6, 13h00, mudança de local: Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – Simpa, rua João Alfredo, 61, Cidade Baixa;

Domingo 7/6, 10h00: Escadaria da Borges de Medeiros;

Domingo 7/6, 15h00: Ato contra as Eleições no estado de Guerrero (México); LOCAL: Brique da redenção (próximo ao Monumento ao Expedicionário);

Segunda 8/6, 08h30: ILEA (UFRGS, Campus do Vale, Av. Bento Gonçalves, 9500);

Segunda 8/6, 17h00: Esquina Democrática.

Compareça!

Esclarecimento: Segundo informações obtidas junto aos organizadores, o local da atividade do sábado 06/06, às 13h00, foi transferido para o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – Simpa, porque a titular da Secretaria Municipal de Educação – SMED, Sra Sra Cleci Maria Jurach,Cleci Maria Jurach, tomou a lamentável decisão de negar o local da Escola Porto Alegre.

Para saber mais:

http://jornalismob.com/2014/10/23/seis-estudantes-mortos-e-43-desaparecidos-o-mexico-grita/

http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2015-05/caravana-de-ayotzinapa-chega-ao-brasil-para-debater

“Vivos se los llevaran, vivos los queremos!” – Solidaridad con los 43 estudiantes desaparecidos en Ayotzinapa. Todos somos Ayotzinapa!

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

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