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InformANDES na UFRGS, nº 49/2015, 01/06/2015.

PAUTA:

1- O Dia 29 de Maio foi marcado, em todo o país, por Paralisações, Manifestações e Atos contra o PL da Terceirização, contra os cortes e a retirada de direitos!

2- Aspectos da preparação do Dia 29 de Maio na UFRGS: professores do Dpto de História e do Colégio de Aplicação publicaram comunicados à comunidade expondo motivos de sua adesão à paralisação do Dia 29.

3- Na última quinta-feira, dia 28, foi iniciada a greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).

4-Técnico-administrativos de várias universidades também iniciaram, na última quinta-feira, 28/05, a greve nacional convocada, nacionalmente, pela Fasubra e, na UFRGS, pela Assufrgs.

1-O Dia 29 de Maio foi marcado, em todo o país, por Paralisações, Manifestações e Atos contra o PL da Terceirização, contra os cortes e a retirada de direitos!

O Dia 29 de Maio, nacionalmente

O Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, convocado por sete centrais sindicais (CSP-Conlutas, CUT, CTB, NCST, UGT, Intersindical-CCT e Intersindical-ILOCT), foi marcado, em todo o país, por numerosas paralisações e por atos públicos unificados na luta contra o PLC 30 (ex-PL 4330 – das Terceirizações), contra o chamado “ajuste fiscal” (que promove cortes nas verbas sociais) e contra as medidas provisórias 664 e 665 (que configuram retrocessos nos direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores).

Em sua grande maioria, as entidades de servidores federais aderiram à paralisação. No campo da rede federal de ensino, a esmagadora maioria das Assembleias Gerais de docentes federais e de técnico-administrativos deliberaram por paralisarem no Dia 29, atendendo ao chamado do ANDES-SN, do Sinasefe e da Fasubra. Houve também uma grande adesão de estudantes (DCEs, DAs, etc.).

Leia mais sobre o Dia 29, nacionalmente, aqui e aqui.

Leia sobre o Dia 29 em Santa Maria, aqui, e em Pelotas, aqui.

O Dia 29 de Maio em Porto Alegre

Em Porto Alegre, os Metroviários suspenderam totalmente as atividades. Os rodoviários aderiram totalmente ao movimento paredista durante o início da manhã, e parcialmente depois. Mesmo após a entrada em circulação dos ônibus, o movimento de veículos e de passageiros era baixo. Houve também paralisações nos transportes coletivos interurbanos na Região metropolitana.

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Foto: Jerônimo Pires / Rádio Guaíba / Especial / CP

A Metroplan informou que a presença de filas de passageiros nas paradas e nos terminais foi muito abaixo do esperado, um claro indicador de que uma grande parcela de trabalhadores optou por não comparecer ao emprego.

Os funcionalismos municipal, estadual e federal, bem como várias agências bancárias e escolas, também paralisaram.

Delegações dos trabalhadores paralisados se concentraram em diversos pontos da cidade e saíram em caminhada, rumo ao Centro, para se reunirem em frente ao Palácio Piratini.

Algumas fotos dão uma boa ideia, por um lado, dos efeitos da Paralisação sobre a movimentação da cidade (veja “Porto Alegre paralisada, vazia”, AQUI); por outro lado, do caráter massivo da grande manifestação do Dia 29, em Porto Alegre (veja “Passeatas e ato unificado”, AQUI).

29 de maio 4

O Correio do Povo não arriscou uma cifra sobre a quantidade de participantes nas passeatas; a ZH falou em “milhares de manifestantes”; segundo as centrais sindicais, havia quinze mil pessoas. Fontes consultadas por este boletim confirmaram que havia mais de dez mil pessoas na soma das diversas passeatas e que o número pode ter chegado a 15 mil participantes.

O leitor pode julgar olhando algumas fotos; veja AQUI.

A Presença da UFRGS no Dia 29 de Maio

Conforme acordado entre as quatro entidades APG, DCE, ASSUFRGS e ANDES/UFRGS, o encontro da “Coluna da UFRGS” foi na frente da Faculdade de Educação – FACED, a partir das 9h. A ASSUFRGS trouxe o carro de som que deveria guiar a marcha até o Centro. Ao poucos, as pessoas foram chegando e se preparando para a caminhada. Cabe registrar que funcionários da Adufrgs-Proifes ergueram uma tenda ao lado da FACED um pouco antes da saída (10:30), mas nenhum diretor daquela entidade esteve presente na tenda ou contatou as demais entidades.

Ficou bastante expressivo o reagrupamento formado por técnico-administrativos, estudantes e docentes da UFRGS. No bloco docente, destacavam-se um grande grupo de professores do Colégio de Aplicação (ver galeria de fotos) e uma representação do Departamento de História.

Coluna da UFRGS em movimento

Pouco depois das 10h30, a coluna da UFRGS iniciou sua marcha. Passou pelo Túnel, Alberto Bins, Mauá, Borges de Medeiros e Praça da Matriz (em frente ao Palácio Piratini), juntando-se, no decorrer da caminhada, a outras colunas de manifestantes e a outras passeatas.

Veja as fotos sobre a presença da UFRGS no Dia 29 de Maio, AQUI.

Durante a marcha, dois representantes do ANDES-SN, os profs. Carlos Alberto Gonçalves (pela Seção Sindical) e Carlos Schmitt (Schmitão, pela Regional/RS), usaram o microfone do carro de som da Assufrgs. Suas falas abordaram os malefícios da terceirização, inclusive, no serviço público, através das OS recentemente “legalizadas” pelo STF. Foi também explicado como as universidades federais são vítimas dos cortes de verbas do governo federal. Uma representante do Colégio de Aplicação – CAp, profª Daniele Cunha, explicou as dificuldades vividas por essa Unidade da UFRGS.

Na Praça da Matriz, os representantes do ANDES-SN foram convidados pelos organizadores a subirem no caminhão de som para se juntarem à centrais sindicais.

No final do Ato, todo(a)s os participantes da coluna da UFRGS partilhavam a certeza dos demais participantes: o Dia 29 de Maio foi um sucesso de mobilização! E, presente no Ato, a UFRGS DISSE NÃO à terceirização, às medidas antisociais e aos cortes!

Veja o conjunto de fotos sobre o Dia 29 de Maio em Porto Alegre, em desenrolar contínuo: aqui ou em três galerias separadas: aqui.

2-Aspectos da preparação do Dia 29 de Maio na UFRGS: professores do Dpto de História e do Colégio de Aplicação publicaram comunicados à comunidade expondo motivos de sua adesão à paralisação do Dia 29

Departamento de História do IFCH

Na última quarta-feira, 27/05, a Seção Sindical promoveu uma reunião aberta aos docentes (sócios e não sócios) do Departamento de História do IFCH. Compareceram onze professores do Departamento.

O prof. Carlos Alberto Gonçalves, presidente da Seção, apresentou a pauta nacional de reivindicações, vários docentes falaram sobre questões da pauta local, foram discutidas formas de fortalecer a mobilização.

A reunião também debateu o Dia Nacional de Luta de 29 de Maio, sendo aprovada a adesão à paralisação nacional, a redação e divulgação de uma Nota Pública sobre o PL da Terceirização e sobre o Dia29io. Após a reunião, outros docentes do Departamento subscreveram, também, a nota pública de adesão à Paralisação Nacional do dia 29 de Maio.

Segue o Comunicado de docentes do Departamento de História da UFRGS, em adesão ao Dia Nacional de Paralisação, de 29/5, assinado por dezoito professores:

Os/as professores/as do Departamento de História da UFRGS abaixo subscritos/as viemos manifestar à comunidade universitária nossa adesão ao Dia Nacional de Paralisação, de 29 de maio. Nesta data, não daremos aula e suspenderemos demais compromissos acadêmicos, nos somando aos protestos nacionais convocados pelas centrais sindicais e entidades de dezenas de categorias de trabalhadores/as e do Serviço Público Federal.

Paralisaremos nossas atividades, dizendo: não ao PL 4330 das terceirizações; não às medidas provisórias 664 e 665; não aos cortes de verba na Educação Pública; não à contratação de docentes sem concurso público. Nosso NÃO de protesto é, ao mesmo tempo, um SIM em defesa da Educação Pública e de nossos direitos! Convidamos demais colegas a se somarem a essa jornada de paralisação e a nos encontrarmos às 9h de sexta-feira, 29, no Campus Central da UFRGS, em frente a Faced, local em que nos concentraremos para sairmos em caminhada em direção ao Centro da Cidade, onde ocorrerá ato unitário das centrais sindicais.

Assinam: Adriana Dias, Benito Schmidt, Carla Brandalise, Carla Rodeghero, Cláudia Mauch, Cybele Crossetti, Enrique Serra Padrós, Fernando Nicolazzi, Helen Osório, Igor Teixeira, José Avancini, Mara Rodrigues, Mathias Luce, Natália Pietra Méndez, Regina Xavier, Regina Weber, Sílvia Petersen, Temístocles Cézar”.

Colégio de Aplicação

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Conforme relatado no boletim nº 46 (25/05/2015), na sexta-feira, 22/05, a Assembleia Geral dos professores do Colégio de Aplicação – CAp, com aproximadamente 60 presentes, decidiu aderir ao Dia Nacional de Paralisação

A reunião também aprovou um texto, explicando os motivos do posicionamento contra a terceirização e demais cortes, a ser entregue aos pais e aos alunos. O referido texto pode ser lido aqui.

3- Na última quinta-feira, dia 28, foi iniciada a greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES); também começou a greve dos funcionários técnico-administrativos

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Dia 28: greve nacional iniciou e o Comando Nacional de Greve (CNG) foi instalado na sede do ANDES-SN, em Brasília

Na última quinta-feira (28/05), teve início a greve dos docentes das Instituições Federais de Ensino, com a instalação do Comando Nacional de Greve (CNG), na sede do ANDES-SN, em Brasília (DF).

Como foi o processo de deliberação da greve nacional docente?

Diante da inexistência de negociação e da postura explícita do governo de permanente postergação das reuniões e das respostas às questões colocadas, depois de registrar a passagem de exatos 12 (doze) meses desde a última reunião do MEC com o ANDES-SN, o Setor das Federais do Sindicato nacional lançou, em 26 de abril, um indicativo de greve nacional a ser avaliado pela Assembleia Geral Docente de cada Instituição Federal de Ensino (IFE). A decisão foi tomada por ampla maioria (22 seções a favor, três contra e nove abstenções).

Após avaliar as decisões das Assembleias Gerais locais, nova Plenária do Setor das Federais deliberou, em 16 de maio, confirmar, o indicativo de greve – a ser então referendado (ou não) em Assembleias Gerais de deflagração (ou não) do movimento paredista, em cada IFE.

Diante da confirmação do indicativo de greve, o MEC, às  pressas, convocou o Sindicato Nacional para uma reunião

No dia 22 de maio, o Sindicato Nacional foi recebido por representantes do MEC, que não apresentaram nenhuma resposta à pauta reivindicativa dos docentes e, ainda, negaram o acordo firmado entre a Secretaria de Educação Superior do MEC (Sesu/MEC) e o ANDES-SN, no ano passado, em abril/2014, acerca de pontos conceituais para a reestruturação da carreira do professor federal.

Qual a situação?

Realizado nos dias 25 a 27 de maio, foi muito rico o processo de Assembleias Gerais (AGs) deliberativas relativamente à deflagração ou não da greve em cada IFE. Dezoito AGs deliberaram pela deflagração da greve no dia 28. Algumas outras deliberaram pela greve, remetendo a deflagração a um dia posterior. Uma quantidade importante de AGs demonstrou um grau de mobilização extremamente elevado (mais de 350 presentes e, mesmo, na UFRJ, mas de 600) em que cerca de 40% da AG votou pela deflagração imediata da greve, os demais optando por dar um “último prazo”, uma “última chance” ao governo!

A lenta (quase parando) “negociação” do MPOG com os servidores públicos federais somada ao descaso do MEC com a pauta docente (já que, depois de 14 meses, o MEC nada tem a dizer), obriga os docentes federais a uma mobilização mais intensa. É preciso ampliar e profundar a discussão no que se refere ao reajuste salarial e à desestruturação da carreira, bem como as condições de trabalho na Universidade.

E na UFRGS?

Aqui na UFRGS ainda estamos ainda em fase de “aquecimento” para uma mobilização mais intensa. Até por que, na contramão dos fatos, a Adufrgs/Proifes não se cansa de repetir que a negociação com o MEC está em andamento.

A entrada na greve da entidade filiada à Federação-Proifes na UFBa obrigou os dirigentes da Proifes a mudar o discurso, pelo menos na Bahia!

A Comissão de Mobilização/UFRGS, cuja constituição foi iniciada na AG de 14/05, terá sua terceira reunião, nesta terça-feira, 02/06, às 17h00, no Auditório do Instituto de Bioquímica (Campus Saúde).

Instalação do Comando Nacional de Greve (CNG)

As seções sindicais e Assembleias Gerais das Instituições Federais de Ensino (IFEs) que deflagraram greve enviaram delegados, um por cada seção, para compor o CNG na capital federal. As que aprovaram deflagração de greve para dias posteriores, estão fazendo o mesmo.
Docentes de 18 seções sindicais em 12 estados aderiram, em 28/05, à greve por tempo indeterminado e compondo o CNG. O Comando Nacional de Greve passa agora a ser o órgão condutor da greve.

Nosso próximo boletim trará um dado atualizado da quantidade de IFEs em greve.
Greve, o último recurso

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O prof. Paulo Rizzo, presidente do Sindicato Nacional, ressalta que a greve foi o último recurso encontrado pelos docentes para pressionar o governo federal a ampliar os investimentos públicos para a educação pública e dar respostas ao total descaso do Executivo frente à profunda precarização das condições de trabalho e ensino nas Instituições Públicas Federais, muitas das quais já estão impossibilitadas (UFRJ e outras) de funcionar por falta de técnicos, docentes e estrutura adequada.

Leia mais sobre a deflagração da greve nacional docente, bem como os principais pontos da Pauta de Reivindicações: aqui.

Confira a nota do Comando Nacional de Greve.

Confira aqui a pauta completa

O portal do Comando Nacional de Greve (CNG) pode ser acessado no endereço http://grevenasfederais.andes.org.br/

Também começou a greve nacional dos funcionários técnico-administrativos: ver, abaixo, o item 4.

4-Técnico-administrativos de várias universidades também iniciaram, na última quinta-feira, 28/05, a greve nacional convocada, nacionalmente, pela Fasubra e, na UFRGS, pela Assufrgs

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UFRGS: Greve por tempo indeterminado é deflagrada pelos técnicos-administrativos em educação. Em assembleia lotada, servidores da UFRGS, UFCSPA e IFRS ratificaram entrada na greve 2015 da FASUBRA e elegeram os representantes da Assufrgs para o Comando Nacional de Greve (CNG). Leia mais aqui.

FASUBRA – 24 de maio: “Considerando o descaso e inexistência de negociação por parte do Governo”, a Plenária Nacional da FASUBRA resolveu “pela DEFLAGRAÇÃO DE GREVE NACIONAL a partir de 28 DE MAIO”. Leia aqui.

FASUBRA – 28 de maio: “Técnicos-administrativos das Universidade Federais deflagram greve”. Leiaaqui.

Fontes: Assufrgs e Fasubra, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

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