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InformANDES na UFRGS, nº 10/2015, 02/03/2015.

PAUTA:

31% dos recursos das universidades federais foram cortados pelo governo.

2-Saiu na imprensa: “Servidores da Ufrgs promovem paralisação nesta terça-feira”.

3-Estado do Paraná vive clima de greve geral dos servidores estaduais, dos professores e funcionários da rede escolar estadual e dos docentes das sete universidades estaduais.

31% dos recursos das universidades federais foram cortados pelo governo

As universidades federais estão recebendo suas verbas orçamentais com um corte de 31%. Significa que recebem mensalmente 1/18 avos do que estava previsto no orçamento, em vez de receber 1/12 avos.

Todas as universidades federais estão sendo atingidos pelo corte de 30%. Em muitas delas, não estão sendo pagos a assistência estudantil, as bolsas, os serviços terceirizados.

A Reitoria da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp divulgou nota dizendo que, com a redução dos repasses do governo, “a situação financeira das universidades federais, que em 2014 foi sofrida, passa a ser ainda mais difícil”.

O impacto do corte em algumas universidades federais:

UFRJ: o início das aulas, no Colégio de Aplicação da UFRJ e, depois, em toda a Universidade, foi adiado por causa da falta de pagamento dos trabalhadores de limpeza, em decorrência dos cortes implementados pelo MEC. Na mesma UFRJ, o Museu Nacional passara dias fechado durante janeiro também por falta de pagamento dos trabalhadores da limpeza e da segurança. Leia mais aqui e aqui.

Falta de recursos atinge bolsas estudantis e Pronatec: leia aqui.

Uma após a outra, as universidades estão sendo atingidas. Na UFRGS, a situação corre risco de tornar-se problemática a partir de março ou abril.

O que fazer?

O 34º Congresso do ANDES-SN, realizado de 23 a 28 de fevereiro, em Brasília, colocou, no centro de seus eixos, a reação aos ataques governamentais contra a Educação, Previdência e Saúde Públicas, portanto, a luta contra esse corte de 31%.

Essa luta será desenvolvida tanto na campanha reivindicatória específica do Setor das Federais do ANDES-SN como no bojo da campanha salarial unificada dos Servidores Públicos Federais. O próximo boletim trará matéria sobre as decisões do 34º Congresso do Sindicato Nacional e sobre o movimentação dos servidores federais.

Na UFRGS, a Seção Sindical do ANDES-SN fez-se presente na reunião da Assufrgs, havida em 26/02, e fez a proposta (que foi aprovada) de solicitação de audiência do Andes, Assufrgs e demais entidades com a Reitoria para tratar do assunto do corte e como enfrentá-lo.

Reunião da ANDIFES

Uma reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior – ANDIFES deve acontecer nesta semana para discutir o problema e organizar uma ida a Brasília. Segundo o Reitor da Universidade Federal da Paraíba – UFPB a primeira iniciativa dos Reitores “será solicitar, pela segunda vez, uma reunião com o novo ministro. A ideia principal é que saúde e educação não podem entrar no contingenciamento [corte] orçamentário do governo federal porque são atividades essenciais”.

Por que o corte de 30%?

No início de janeiro de 2015, o Ministério do Planejamento (MPOG) anunciou um corte de gastos no orçamento governamental de um bilhão e nove centos milhões de reais por mês. Ou seja, o corte de um total de 22,7 bilhões, em Custeio, para o ano de 2015.

No caso do Ministério da Educação, o corte é de 7 bilhões e 42 milhões de reais, ou seja, 31 % das verbas previstas no orçamento/2015..

Cortes não atingem os valores pagos aos bancos – cujos juros, aliás, sobem a cada mês

No entanto, esses cortes não afetam os vultosos valores pagos pelo governo federal aos banqueiros e grandes credores da dívida pública.

O orçamento federal para 2015 reserva um trilhão e trezentos bilhões de reais para o pagamento da dívida. Corresponde a 47% de tudo que o governo arrecada com tributos, privatizações e emissões de outros títulos, entre outras rendas. Esse montante representa 13 (treze) vezes os recursos previstos para a Educação!

Leia mais aqui.

Fontes: ANDES-SN, Sedufsm-Seção Sindical e Voz Docente.

2-Saiu na imprensa: “Servidores da Ufrgs promovem paralisação nesta terça-feira”

2.1-Greve dos professores terceirizados da Creche Francesca Zacaro Faraco e Ludoteca da UFRGS

Servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) realizam paralisação das atividades nesta terça-feira, 03/03, para debater Campanha Salarial 2015. A concentração está marcada para as 9h no prédio da Faculdade de Comunicação da instituição de ensino.
A ação faz parte do Dia Nacional de Lutas da Federação dos Sindicatos dos Servidores das Universidades Federais Brasileiras – FASUBRA, federação à qual a Assufrgs está filiada.

Fontes: Correio do Povo on-line e Assufrgs.

3-Estado do Paraná vive clima de greve geral dos servidores estaduais, dos professores e funcionários da rede escolar estadual e dos docentes das sete universidades estaduais

Provocada por um pacotaço do governador Beto Richa (PSDB), a greve começou no dia 09 de fevereiro e, no dia 12, alcançava a quase totalidade das categorias do funcionalismo estadual. Leia aqui.

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Na manhã do dia 25 de fevereiro, mais de 30 mil servidores públicos saíram às ruas da capital paranaense em protesto à série de ataques ao serviço público apresentada, desde o final do ano passado, pelo governo estadual. A ampla manifestação representou a demonstração da força do movimento e da união das diversas categorias do serviço público estadual, em meio a um cenário de diversas greves no Paraná, como a greve geral protagonizada pelos docentes das sete universidades estaduais. Leia aqui.

No início desta semana, os docentes e técnico-administrativos das sete universidades estaduais do Paraná decidiram, em suas respectivas assembleias, continuar a greve unificada das categorias por tempo indeterminado.

Os docentes reiteraram a pauta de reivindicações, entre as quais estão: a retirada do projeto de reforma da previdência, com a instituição da previdência complementar Paranáprevidência; o pagamento imediato do 1/3 de férias, que não foi pago a todos os servidores das universidades; e a retirada do projeto do governo de autonomia universitária que, segundo o movimento grevista, ocorreu sem diálogo. Leia aqui.

Fonte: ANDES-SN.

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