• Sindicalize-se!

  • Seção Sindical ANDES/UFRGS no Facebook

  • Cartilha sobre Assédio Moral

  • Assessoria Jurídica

  • Site ANDES-SN

  • Eventos por vir

    Nenhum evento

  • setembro 2014
    S T Q Q S S D
    « ago   out »
    1234567
    891011121314
    15161718192021
    22232425262728
    2930  
  • É para rir?

  • Categorias

  • + notícias

  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

InformANDES na UFRGS, nº 85/2014, 22/09/2014.

PAUTA:

1-PEC 555 e PL 4434: pressionado, o presidente da Câmara Federal cedeu e se comprometeu a colocar ambos projetos em votação em outubro.

2-IBGE: “Errar é humano, trabalhar no IBGE é que está se tornando desumano”, declara o Assibge-SN, Sindicato Nacional dos funcionários do Instituto.

3-Bancários planejam greve nacional a partir de 30 de setembro, caso…

1-PEC 555 e PL 4434: pressionado, o presidente da Câmara Federal cedeu e se comprometeu a colocar ambos projetos em votação em outubro

ANFIP, Mosap, Cobap, ANDES-SN, Sinasefe e as demais entidades agrupadas no Movimento UNA-SE para defender os direitos na aposentadoria estão pressionando para que a PEC nº 555/2006 e o PL nº 4434/2008 sejam postos em votação o quanto antes.

Para este fim foram realizados, em agosto, Atos em Brasília (05/08), Rio de Janeiro (16/08), Porto Alegre (21/08), São Paulo (28/08) e, na última sexta-feira, 19/09, em Natal.

Mais de mil aposentados e sindicalistas em passeata em Natal

Por que Natal? Porque o estado do Rio Grande do Norte e sua capital, Natal, são os redutos eleitorais do presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) – que detém o poder de decidir a pauta de votação da Câmara.

http://www.cobap.org.br/imagens/2014/manga%20rosa%2004.jpg

Como nas manifestações anteriores, o Ato reuniu idosos, adultos, adolescentes e sindicalistas: jovens e não jovens, aposentados e quem vai um dia se aposentar ou querer se aposentar. Mais de mil pessoas (cerca de dois mil, segundo vários testemunhos) desfilaram em passeata, exigindo do deputado e presidente da Câmara que atenda o clamor dos aposentados e assalariados (leia mais aqui).

O presidente da Câmara se comprometeu a colocar os projetos em votação

O dep. Henrique Alves declarou que “não suportava mais a pressão do governo contra os dois projetos” e se comprometeu a colocar ambos projetos, em outubro, e ainda a PEC 170/2012 (sobre os três projetos, ver abaixo). Depois, ele retificou e garantiu apenas que levará para o colégio de líderes a decisão de colocar em votação dos três projetos.

Será que o dep. Henrique Alves não vai recuar e roer a corda?

A pergunta e a dúvida não são descabidas. Porque esse mesmo senhor já se notabilizou por voltar atrás em sua decisão, justamente em relação à PEC 555: no dia 30 de maio último, sob pressão de uma manifestação de aposentados, ele incluiu a PEC na pauta de votação do Plenário da Câmara. Porém,…

Porém, algumas horas depois, após receber, pelo telefone, um puxão de orelha do Palácio do Planalto, ele próprio a retirou da pauta, curvando-se, mais uma vez, à interferência governamental!

E também porque ele condicionou a votação dos projetos ao acordo do Colégio de Líderes da Câmara, no qual o líder do PT e o líder do governo podem… ter direito de veto!

Precavidas, as lideranças do UNA-SE estão preparando uma nova mobilização para o dia 14 de outubro, em Brasília.

O que objetivam os três projetos

A PEC 555/2006 acaba gradativamente com a cobrança previdenciária dos servidores aposentados e a PEC nº 170/2012 garante integralidade para a aposentadoria do servidor por invalidez.

Já o Projeto de Lei 4434/2008 assegura a correção dos valores das aposentadorias do INSS pelo número de salários mínimos da época da concessão do benefício.

Fontes: ANFIP, 19 e 22/09, Cobap, Sedufsm-Seção Sindical e ANDES-SN, 22/09/2014.

2-IBGE: “Errar é humano, trabalhar no IBGE é que está se tornando desumano”, declara o Assibge-SN, Sindicato Nacional dos funcionários do Instituto

Os jornais do último sábado, 20 de setembro/2014, estamparam manchetes a respeito do IBGE: “IBGE admite erros graves na Pnad do RS e de outros estados; Instituto pede desculpas à sociedade” (Correio do Povo); “IBGE errou e diz que desigualdade recuou: falha alterou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – PNAD em estados como o RS; Instituto nega pressão política” (ZH).

Para contextualizar essas manchetes, é necessário lembrar que o IBGE vive, já faz algum tempo, uma crise, cujos episódios foram noticiados nos números 25 (13/04), 44 (15/05), 61 (18/07) e 81 (15/09) deste boletim.

Essa crise decorre dos violentos processos de precarização e sucateamento a que o Instituto e seus funcionários vêm sendo submetidos pelo governo, agravados pela demissão sumária de 189 trabalhadores com contrato temporário (demitidos por terem participado da greve nacional da categoria).https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-9/s720x720/10378268_401568509981160_4014926392673516784_n.jpg?oh=2dbcd89df8b486932648c99925429636&oe=5495EA6E&__gda__=1422132784_656a51169a1ec08ec11dde2250c73428

Crise essa exacerbada pelas ações de uma Administração caracterizada, segundo a ASSIBGE-SN (o Sindicato Nacional da categoria), pela ausência de democracia e diálogo e pelo autoritarismo.

A respeito dos erros na divulgação no PNAD, leia a Nota divulgada pela Executiva Nacional da ASSIBGE-SN: “Errar é humano, trabalhar no IBGE é que está se tornando desumano” (19/09/2014).

Pode também ser lida a carta aberta, divulgada três dias antes pela ASSIBGE-SN: “Carta a todas as pessoas e instituições usuárias dos dados do IBGE” (16/09/2014; leia aqui) e a matéria publicada pelo mesmo Sindicato, em 25/08/2014, que justamente toca no… PNAD e em outros assuntos (como os motivos da greve): “Precarização é forma de minar a autonomia do IBGE, diz Sindicato”: aqui.

Fonte das informações e da charge: Portal da ASSIBGE-Sindicato Nacional http://assibge.org.br/en/ A edição é da Seção Sindical/UFRGS.

3-Bancários planejam greve nacional a partir de 30 de setembro, caso…

Os bancos, que obtiveram lucros exorbitantes no primeiro semestre, ofereceram apenas 7% de reajuste salarial aos bancários na mesa de negociação realizada na última sexta-feira (19) entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional de Mobilização.

Caso as reivindicações salariais do Comando Nacional dos Bancários não sejam atendidas até o fim do mês, a categoria deve entrar em greve a partir do dia 30. De acordo com a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e região, Juvandia Moreira, mesmo com as sete rodadas de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), empresários e bancários ainda não conseguiram acordo sobre pautas trabalhistas. Na última sexta-feira (19), os bancos apresentaram proposta de 7% de reajuste salarial – para inflação de 6,35% – e de 7,5% de aumento no piso. Os bancários, no entanto, consideraram a oferta insuficiente e seguem com o pedido de reajuste salarial de 12,5%.

Leia mais aqui e aqui.

Fontes: Sul 21 e CSP-Conlutas, 22/09/2014.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: