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InformANDES na UFRGS, nº 76/2014, 02/09/2014.

 

PAUTA:

1-Manifesto do Encontro nacional de Educação: “Carta do Rio de Janeiro” lança um chamado à união para barrar a educação mercantil.

2-Rumo à privatização: Reitores se submetem ao MEC e entregam gestão de Hospitais Universitários (HUs) a uma fundação de direito privado: casos dos HUs da FURG e da UFPR.

3-Ciência e Cultura em Debate:

3-1-Nesta 5af., 04/09, 13h30, conferência sobre Gramsci pelo prof. Craig Brandist (Universidade de Sheffield).

3-2-Nesta 5af., 04/09, 19h00, Painel: “Greve, um direito a ser definido”.

 

1-Manifesto do Encontro nacional de Educação: “Carta do Rio de Janeiro” lança um chamado à união para barrar a educação mercantil

Duas docentes da UFRGS, e pesquisadoras em educação, depõem sobre o Encontro Nacional de Educação – ENE, que transcorreu nos dias 08 a 10 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro.

Crescente privatização da Educação

Em sua intervenção, na primeira mesa-redonda, o professor Roberto Leher (UFRJ) alertou que “corporações financeiras estão atualmente assumindo o controle da educação. O grupo Kroton domina 1,5 milhão de estudantes – mais do que as 60 universidades federais do país juntas”. Em nosso estado, além da rápida multiplicação de faculdades privadas, cabe lembrar as sucessivas compras da UniRitter e da Fapa por um poderoso grupo norte-americano.

Uma das representantes da UFRGS no ENE, a profª Elisabete Búrigo (Matemática), acrescenta: “Os governos despejam recursos públicos nas instituições privadas, na forma de isenções, bolsas e compras de vagas”. Ela também aponta a necessária contraparte dessa postura: os governos não atuam para “defender e promover a educação pública”, pelo contrário, eles “aplicam avaliações externas nas redes públicas com o único objetivo de forçar a competição entre escolas e professores pelos minguados recursos disponíveis”.

 http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-556501027.JPG

“Um grito de alerta”

A denúncia dessa realidade e a conclamação a reagir contra ela constituem os eixos norteadores da “Carta do Rio de Janeiro” (o Manifesto aprovado no final do ENE).

A profª Elisabete comenta: O ENE foi “um grito de alerta”. A Carta do Rio é “uma convocação à sociedade brasileira, para que se mobilize em defesa da educação das novas gerações, como condição de construção de uma sociedade mais justa”.

A análise de outra representante da UFRGS no ENE, profª Sueli Goulart (Administração), vai no mesmo sentido: enxerga no ENE e no seu Manifesto “um momento importante de organização das lutas populares em torno da educação pública; como que uma retomada ou uma apropriação da bandeira da educação pública pelos movimentos/grupos vinculados às lutas sociais”, junto com as entidades do setor do ensino.

“Esforço em construir uma pauta convergente em defesa da educação pública”

A profª da Escola de Administração ainda destaca: “O número de pessoas e organizações presentes, suas diversidades e seu esforço em construir uma pauta convergente em defesa da educação pública, de qualidade e socialmente referenciada, foi também uma demonstração de força organizativa, pois o ENE não contou com o apoio de nenhuma instância governamental e, por isso mesmo, pôde assegurar um amplo espectro de participantes – em que pese a ‘logística’ que isso exigiu”.

Qual a conclusão da profª Sueli? Que o Encontro “parece ter conseguido aglutinar forças e propor um horizonte de lutas para os próximos anos, o que considero bastante relevante”.

Leia mais sobre o ENE, no item 2 do nº 71 deste boletim.

Confira aqui a íntegra do Manifesto do Encontro Nacional de Educação.

2-Mais uma passo para a privatização: Reitores se submetem ao MEC e entregam gestão de Hospitais Universitários a uma fundação de direito privado

O governo quer cortar o cordão umbilical entre as Universidades Federais e os hospitais universitários, entrega-los a uma fundação dita “pública”, mas de direito privado, e assim dar passos rumo à privatização de sua gestão.

A denominação da referida fundação pública de direito privado é EBSERH: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. Para conseguir a adesão à Ebsrh, o MEc pressiona os reitores das Universidades Federais, ameaçando com cortes de verbas e, pelo contrário, com generosidade caso haja adesão à Ebserh. Recentemente, foram mais duas “adesões” impostas: na FURGR (Rio Grande) e na UFPR (Curitiba, PR).

http://www.adufpel.org.br/website/img/noticia-rg-nao-ebserh.jpg

Cartaz convidando a rejeitar a Ebserh (Fonte: portal da AdufPel-Seção Sindical)

2-1-Sem debate, sem conferir quorum e sem contagem dos “votos”, Reitora da FURG aprova adesão a EBSERH

A Reitora descumpriu um acordo, que previa a não convocação do Conselho Universitário durante as férias. Com o intuito de garantir uma discussão democrática, bem como o respeito ao acordo prévio de que o CONSUN não seria chamado nas férias, cerca de 100 manifestantes (professores, funcionários e estudantes) bloquearam a entrada da reitora, Cleusa Dias, e do Conselho.

Porém, de maneira arbitrária, a Reitoria promoveu um simulacro de votação, no próprio pátio, ao ar livre – sem verificação de quorum  nem contagem de votos – e proclamou a adesão da FURG à Ebserh!

Qual o passo seguinte da Reitoria da FURG: O passo seguinte, conforme informado pelo jornal ZH, é que “400 funcionários devem ser demitidos do Hospital Universitário de Rio Grande”. Por sua vez, a “Furg explica que mudança será gradual e que o atendimento à população não será prejudicado”. Leia mais aqui.

2-2-Reitoria da UFPR usou aparato policial para entregar Hospital Universitário à Ebserh

Para conseguir a aprovação da entrega do Hospital de Clínicas (HC) da UFPR à Ebserh, a reitoria da Universidade Federal do Paraná teve que recorrer ao uso da força policial e violenta repressão de manifestantes e conselheiros, com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha, e ainda realizar parte da votação por telefone.

A aprovação pelo Conselho Universitário da UFPR aconteceu na última quinta-feira, 28/08. Leia mais aqui.

Fontes: AdufPel, Sedufsm (Seções Sindicais) e ANDES-SN.

3-Ciência, Sociedade e Cultura em Debates:

3-1-Nesta 5af., 04/09, 13h30, conferência sobre Gramsci pelo prof. Craig Brandist (Universidade de Sheffield)

Nesta quinta-feira, 04 de setembro, às 13h30, o prof. Craig Brandist proferirá a conferência “Gramsci: língua, cultura e política (a produção de Gramsci no contexto soviético)”, no Auditório Celso Pedro Luft do Instituto de Letras (Prédio Administrativo), no Campus do Vale.

O prof. Craig Brandist é pesquisador Sênior da Universidade de Sheffield (GB) e vem desenvolvendo, nos últimos dois anos, pesquisa nos arquivos de Antonio Gramsci sediados na Rússia. A atividade é uma promoção do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRGS.

3-2-Nesta 5af., 04/09, 19h00, Painel: “Greve, um direito a ser definido”

Nesta quinta-feira, 04 de setembro, às 19h00, será realizado o painel “Greve, um direito a ser definido”, no Auditório do Escritório Paese, Ferreira e Advogados Associados, na Rua Andradas, nº 1121, 6º andar.

O painel será dividido em dois subtemas: “Greve no setor público e privado” será debatido pelo advogados Rogério Viola Coelho (da Assessoria Jurídica desta Seção Sindical) e Renato Kliemann Paese; “Tratamento da greve pelo judiciário”, por David da Costa Lopes, Elisa Torelly e Saulo Nascimento.

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