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InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 60, 13-14/07/2014.

PAUTA:

1-Promoção a Titular: respostas às 27 perguntas mais frequentes.

2-Para ninguém dizer que este boletim não falou de futebol no mês de julho: Tacho, o futebol e o SUS.

3-Plano Real, 20 anos depois: os pontos positivos e o que ainda não foi equacionado, segundo dois economistas.

1-Promoção a Titular: respostas às 27 perguntas mais frequentes

Como informado no nº 57 (30/06) deste boletim, os critérios, normas e procedimentos para o processo de Promoção a Titular são agora regulamentados pela Decisão-Consun nº 232/2014, que pode ser lida aqui: Decisão nº 232/2014 ou aqui.

No corpo docente da Universidade, existem ainda dúvidas a respeito do que significa e implica a Incorporação do Titular à Carreira e relativamente ao que deve ser feito para pleitear a promoção. No sentido de contribuir ao esclarecimento das dúvidas, a Seção Sindical atualizou e ampliou o texto anterior de perguntas-e-respostas: agora, está à disposição o documento Respostas às 27 perguntas mais frequentes.

Colega: você quer saber por que a “Incorporação do Titular à Carreira” foi positiva, uma conquista? Quer saber se pode solicitar a Promoção? O que será exigido de você, o que deverá fazer, quem avaliará e de que forma sua candidatura à Promoção?

Para conhecer as respostas às vinte-e-sete perguntas mais frequentes sobre a Promoção a Titular, clique aqui ou (em pdf) aqui ou entre em nossa página – https://andesufrgs.wordpress.com/ – e, na barra superior, clique em “Promoção para Titular” e, daí, em “Titular: respostas às 27 perguntas mais frequentes”.

Você tem outras perguntas? Envie pelo e-mail sec_sind_andes@ufrgs.br e nos esforçaremos em responder.

2-Para ninguém dizer que este boletim não falou de futebol no mês de julho,…

…divulgamos esta charge:

cid:ii_hxksv9j72_147315bfe4171664

Tacho está de parabéns por colocar um dedo de humor na ferida do descalabro da saúde pública no país!

Fontes: charge do Tacho, publicada no Correio do Povo, 07/07/2014, p. 2; charge disponível no blog do Tacho, aqui; o endereço do blog do Tacho é: http://planetacho.blogspot.com.br/

 3-Plano Real, 20 anos depois: os pontos positivos e o que ainda não foi equacionado, segundo dois economistas

http://www.sedufsm.org.br/inc/fotoresize.php?imagem=http://www.sedufsm.org.br/midia/2014/07/F11-4334.jpg&tmh=400

Neste mês de julho, o Plano Real completou 20 anos: foi instituído em 1994, pelo então presidente Itamar Franco, que tinha no ministério da Fazenda o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. O plano econômico resultou em uma nova moeda, o Real, que permanece até os dias atuais.

A Seção Sindical ANDES-SN da Universidade Federal de Santa Maria foi buscar em dois docentes da área de Economia, os profs Ricardo Rondinel (UFSM) e Flavio Fligenspan (UFRGS), alguns elementos de balanço. Na matéria elaborada pela Sedufsm-Seção Sindical, os dois professores assinalam elementos positivos e, até mesmo porque a economia é dinâmica, apontam problemas ainda não solucionados que precisam ser atacados.

Prof. Ricardo Rondinel: os salários estão desindexados, mas o Capital: não!

Para o prof. Rondinel, a queda da inflação a patamares menores foi positiva, possibilitando uma política de redistribuição de renda, de recuperação do salário mínimo. A dificuldade que ainda persiste é que os salários estão desindexados, mas o capital não.

O professor da UFSM enfatiza que os assalariados ainda lutam para recuperar as perdas inflacionárias. Entretanto, ele faz questão de ressaltar que, para muitas categorias de trabalhadores, houve uma recuperação do poder de compra salarial ao longo dos anos.

Prof. Flavio Fligenspan: as taxas de inflação são ainda altas

Em artigo publicado no jornal eletrônico Sul 21 (aqui), Flavio Fligenspan também ressalta que o melhor resultado do Plano Real foi ter dado condições para que houvesse uma melhora na distribuição de renda no país.

Contudo, o professor da UFRGS alerta que, se as taxas de inflação atuais em torno de 6% ao ano representam um resultado espetacular quando comparadas àquelas dos tempos pré-Real, elas ainda são altas para quem pretende trabalhar com uma economia realmente estável e com boas condições de crescimento.

Para o professor da UFRGS, é necessário pensar que a estabilidade não é um fim em si mesmo, mas um meio para as sociedades avançarem em justiça social (redistribuição) e crescimento (geração de emprego e renda). E conclui: “Enfim, 20 anos de Real; muito a comemorar, muito mais por fazer”.

Leia a íntegra da matéria da Sedufsm aqui.

Leia a íntegra do artigo de Flávio Fligespan, “Real, 20 anos (I)” (Sul 21, 07/07/2014), aqui.

Fontes: Sedufsm-Seção Sindical, com edição da Seção Sindical/UFRGS.

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