• Sindicalize-se!

  • Seção Sindical ANDES/UFRGS no Facebook

  • Cartilha sobre Assédio Moral

  • Assessoria Jurídica

  • Site ANDES-SN

  • Eventos por vir

    Nenhum evento

  • julho 2014
    S T Q Q S S D
    « jun   ago »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031  
  • É para rir?

  • Categorias

  • + notícias

  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 58, 04/07/2014.

PAUTA:

1-Reunião da Reitoria com a Seção Sindical/UFRGS (2): saúde, PPCI e Biblioteca do Vale.

2-Sobre o desenrolar e encerramento da greve docente na Universidade Federal de Sergipe – UFS.

3-Esclarecimento.

4-Ciência, cultura e esporte em debate – Palestra “O lado B do Mundial: os efeitos sociais da Copa do Mundo 2014”.

1-Reunião da Reitoria com a Seção Sindical/UFRGS (2): saúde, PPCI e Biblioteca do Vale

O nº 55 (de 17/06/2014) deste boletim  iniciou um relato da reunião que a Seção Sindical do ANDES-SN teve com a Administração Central da Universidade para tratar de dois assuntos: 1) Condições de Trabalho, problemas de infraestrutura; 2) Carreira Docente. A matéria anterior abordou a questão da Promoção a Titular na Carreira Docente e, relativamente às condições de trabalho, problemas decorrentes da terceirização dos serviços de transporte.

Neste número, segue um relato do resto da reunião, i.e., concernindo as demais questões relativas a condições de trabalho e infraestrutura: a) Atendimento de Saúde e atendimento de emergência no Campus do Vale e demais campi da Universidade; b) Prevenção contra Incêndios; c) Biblioteca Geral do Campus do Vale.

Atendimento de Saúde e atendimento de emergência no Campus do Vale e demais campi da Universidade

O Sr. Reitor, prof. Carlos Alexandre Netto, disse que a Administração tem estudado a questão e apontou, como problema mais imediato, o atendimento emergencial, para evitar a repetição de casos como o do estudante Zilmar, que faleceu no Campus do Vale, sem atendimento médico.

Para isso, a Universidade vai comprar equipamentos de atendimento imediato, como desfibriladores, bem como capacitar pessoas para operá-los e dar o atendimento emergencial. Além disso, está sendo estudada possibilidade de atendimento emergencial e transporte de ambulância.

A Seção Sindical ponderou que é, também, necessário pensar em um atendimento mais amplo: na PUC, mesmo com o Hospital Universitário instalado e em funcionamento do outro lado da Av. Ipiranga, há, no Campus, um ambulatório com um médico de plantão que atende os casos que aparecem quase que diariamente na Comunidade Universitária: mal estar, pressão alta, quedas, cortes, etc. E perguntou: o que impede ter, no ambulatório do Vale, um médico de plantão que atuaria de forma similar? E também, no Campus Olímpico? E nos demais campi?

A Reitoria respondeu que estão sendo estudadas forma(s) de providenciar atendimento desse tipo.

A Seção Sindical sugeriu que a Reitoria desse ampla divulgação, no Portal da Universidade, às informações e outras precisões trazidas na reunião; alertou que existe uma carência de informação a respeito entre os docentes e demais membros da Comunidade Universitária.

Infraestrutura: Prevenção contra Incêndios

Ao passar para assuntos de infraestrutura, a Seção Sindical destacou que as transformações e melhoramentos na UFRGS foram numerosos desde, por exemplo, o início do funcionamento do Campus do Vale, com a transferência, em 1977, do Instituto de Letras e do IFCH, as duas Unidades pioneiras no Campus do Vale propriamente dito (ou seja, em área distinta daquela das Faculdades de Agronomia e Veterinária).

As mudanças e melhorias foram numerosas e inegáveis, mas, paradoxalmente, 20 ou 30 anos depois, muitas instalações continuam provisórias e inadequadas. Sendo que prédios que foram novos ficaram velhos e problemáticos, sem falar da herança de planejamentos e construções mal feitos.

Depois, desse preâmbulo, a Seção Sindical perguntou a respeito das dificuldades e prazos de implementação, na UFRGS, do Plano de Prevenção contra Incêndios – PPCI.

A Reitoria assegurou estar seguindo um plano de trabalho para elaboração e implementação do PPCI, mas ressalvou que está dando a prioridade a uma política de, primeiro, garantir condições de segurança e prevenção aos prédios – condição prévia para então apresentar um PPCI.

Infraestrutura: a Biblioteca Geral do Vale

Por fim, a Seção Sindical tocou na questão da construção de novos prédios, incluindo o da Biblioteca Geral do Campus do Vale. A Reitoria afirmou seu compromisso com a construção da referida Biblioteca, uma tarefa enxergada como prioritária. O Vice-Reitor, prof. Rui Vicente Oppermann, fez questão de declarar: “Podes escrever: a Biblioteca Geral do Campus do Vale é ficha nº 1”. Anotado!

Os representantes da Seção Sindical sugeriram, novamente, que tanto os esclarecimentos relativos ao PPCI como os sobre a Biblioteca do Vale fossem divulgadas amplamente, no Portal da Universidade, para suprir a carência de informações sentida pelos docentes.

2-Sobre o desenrolar e encerramento da greve docente na Universidade Federal de Sergipe – UFS

O nº 56 (24/06) deste boletim informou que os três segmentos da Comunidade Universitária, na Universidade Federal de Sergipe – UFS, estavam em greve contra a precariedade das condições de ensino, trabalho e estudo. A imensa precarização das condições de trabalho foi a gota d’água para a decisão dos professores de radicalizar as mobilizações. A paralisação docente iniciou em 03 de junho.

Pauta da greve entregue à reitoria

No dia 13, o Comando Local de Greve entregou a pauta de reivindicações locais à Reitoria da instituição. A pauta se refere às condições necessárias para o desenvolvimento das atividades na universidade, englobando todos os campi, e inclui itens como falta de equipamentos, materiais, infraestrutura básica, entre outros. Os pontos reivindicatórios foram divididos em: 1) para resolução imediata; 2) para resolução em médio prazo.

Carta do Comando Local de Greve (CLG) sobre os motivos da greve

Na quarta-feira 18/6, o Comando Local de Greve (CLG) divulgou carta pública em que analisa as razões que levaram à deflagração da greve.

O CLG afirma que a implementação do Projeto de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) trouxe “contornos dramáticos” à muitas universidades brasileiras, em especial às condições de trabalho: “O marco de regulação meramente economicista do Reuni impõe que os problemas da educação sejam tratados apenas como um problema de gestão a partir das relações privadas, a exemplo do que vem ocorrendo com os contratos em todos os setores da universidade”.

O documento do CLG ainda aponta que “não há recursos para equipamentos, expansão de salas de aula, falta restaurante universitário, bibliotecas equipadas, climatização dos espaços físicos, materiais de laboratório, falta residência universitária para atender as demandas sociais, entre outros problemas”. Leia mais aqui.

Sem respostas concretas da Reitoria
Como resposta, a Reitoria encaminhou à comunidade acadêmica um documento que “mais parece um relatório que resposta para a nossa pauta”, conta a profª Bracilene Santos de Araújo, presidente da Seção Sindical do ANDES-SN na UFS.

De acordo com ela, dos 67 pontos que compõem a pauta emergencial, a universidade mencionou no documento, de forma superficial, apenas 12, sem apresentar respostas concretas. “Tivemos apenas uma resposta clara, em relação aos telefones, que a Reitoria afirmou entregar agora no mês de julho. Acho que somos a única universidade do país que não tem telefone suficiente para trabalhar a contento”, relata.

Docentes da UFS votam pelo fim da greve

http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-2011176276.JPG

Na última segunda-feira, 30/06, após amplo debate em concorrida Assembleia Geral, os docentes da Universidade Federal de Sergipe (UFS) votaram pelo fim da greve, com data de retorno das atividades para a próximo quarta-feira, dia 9/07.

Ao todo, foram 134 votos contrários à manutenção da greve, 113 a favor da manutenção da greve e uma abstenção. 283 professores assinaram a lista de presença na assembleia. Havia 28 dias que os docentes da UFS estavam parados. Leia mais aqui.

Fonte: ANDES-SN, com informações da Adufs-Seção Sindical; edição pela Seção/UFRGS.

3-Esclarecimento

Na matéria “ANDES-SN repudia escolha antidemocrática de reitor da Ueap”, divulgada em 02 de julho no site do ANDES-SN, constou que a UFRGS teria sido uma das “instituições que tiveram, nos últimos anos, sua democracia afrontada ao ter como reitores candidatos derrotados nas consultas”.

A diretoria da Seção Sindical/UFRGS questionou o Setor de Imprensa do ANDES-SN a respeito da procedência da informação e solicitou a exclusão da menção à UFRGS na matéria – o que ocorreu sem demora.

O diretor de Imprensa do ANDES-SN pediu desculpas à diretoria da Seção Sindical/UFRGS e explicou que a menção à UFRGS decorreu da intenção de trazer à memória episódio ocorrido na UFRGS no ano de 1988. Porém, diversas intervenções no texto da matéria acabaram deslocando a referência à UFRGS.

Um pouco de história da UFRGS: 1988

Em 1988, foi realizada uma “prévia” à eleição a Reitor e os três concorrentes se comprometeram publicamente em respeitar o resultado, qualquer que fosse, e trabalhar para que o governo o acatasse.

Porém, o prof. Gerhardt Jacob, classificado em 3º e último lugar na prévia, trabalhou com afinco, junto ao governo, para ser mesmo assim nomeado reitor. O que aconteceu, provocando protestos da Adufrgs (então filiada à ANDES), Assufrgs e DCE, e suscitou uma célebre campanha nacional da ANDES: “Quanto vale a palavra de um professor?”

4-Ciência, cultura e esporte em debate – Palestra “O lado B do Mundial: os efeitos sociais da Copa do Mundo 2014”

Ocorre na próxima segunda-feira, dia 7, às 19 horas, a palestra O Lado B do Mundial: Os Efeitos Sociais da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Auditório 1 da Fabico ( Rua Ramiro Barcelos, 2705 – Campus Saúde).

Promovido pelo Diretório Acadêmico da Comunicação – DACOM, o evento terá como convidados Jacques Alfonsin, advogado popular e procurador aposentado do Estado; Claudia Favaro, arquiteta MST e membro do Comitê Popular da Copa; Seu Luis, morador da Vila Chocolatão, comunidade removida; Robson Reinoso – Levanta Favela.

Mais informações e contato pelo e-mail dacom@ufrgs.br e telefone 51 3308.5168. Fonte: Portal da UFRGS.

Leitura complementar sobre o assunto: leia “Valor gasto em estádios é maior que investimentos em educação em 2013”. Leia aqui.

Fontes: Portal da UFRGS, 04/07/2014; ANDES-SN, 18/06/2014.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: