• Sindicalize-se!

  • Seção Sindical ANDES/UFRGS no Facebook

  • Cartilha sobre Assédio Moral

  • Assessoria Jurídica

  • Site ANDES-SN

  • Eventos por vir

    Nenhum evento

  • junho 2014
    S T Q Q S S D
    « maio   jul »
     1
    2345678
    9101112131415
    16171819202122
    23242526272829
    30  
  • É para rir?

  • Categorias

  • + notícias

  • Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 54, 13/06/2014.

PAUTA:

1-O Setor das Federais do ANDES-SN decidiu retirar o indicativo de greve; a decisão vai no mesmo sentido da resolução aprovada na Assembleia Geral Docente da UFRGS.

2-Salários dos docentes federais seguem corroídos pela inflação mesmo após reajustes.

3-Municipários em greve demonstram força e união; exigem negociação efetiva, sem subterfúgios, com propostas “no papel”.

 

1-O Setor das Federais do ANDES-SN decidiu retirar o indicativo de greve; a decisão vai no mesmo sentido da resolução aprovada na Assembleia Geral Docente da UFRGS

Reunido em Brasília no último sábado, dia 7, o Setor das Federais do ANDES-SN decidiu por retirar o indicativo de realização de um movimento paredista nacional em junho. Ao mesmo tempo, foi decidido continuar insistindo e pressionando pela retomada das negociações com o Ministério da Educação (MEC), em torno da pauta de reivindicações protocolada no início do ano.

Muito representativa, a reunião do Setor contou com a presença de 60 representantes de 39 seções sindicais, além de sete diretores do Sindicato Nacional, totalizando 67 presentes.

A decisão de retirada do indicativo de greve foi tomada com base nas indicações das assembleias gerais realizadas em todo o país.

A seguir, leia: 1) o posicionamento definido na Assembleia Geral da Seção Sindical/UFRGS; 2) relato de como, no Setor, foi tomada a decisão de retirada do indicativo; e 3) quais foram os encaminhamentos aprovados.

1.1-A Assembleia Geral (AG) da Seção Sindical/UFRGS

A AG ocorreu das 17h00 às 18h20 da quinta-feira, 05/06, no Auditório da Faculdade de Educação, no Campus Centro. Após avaliação tanto da negociação com o MEC como do grau de mobilização na UFRGS, foi aprovada pelos presentes na AG, com uma abstenção, a seguinte resolução:

“1-O grau de mobilização existente indica que não há condição, hoje, de fazer greve na UFRGS. A Seção Sindical se mantém atenta à evolução da situação;

2-Neste momento, temos que manifestar nossa disposição e reivindicação de negociação concreta; temos que dar visibilidade aos nossos esforços para que o governo negocie efetivamente e caracterizar claramente o desinteresse e a insensibilidade do governo, como formas de ampliar a mobilização;

3-devemos incrementar  a discussão sobre a desestruturação da malha salarial, dentro e fora da universidade, particularmente sobre a desvalorização da DE, sobre a descaracterização da Titulação (gratificação RT) que representa mais de 50% do salário e sobre o achatamento salarial dos aposentados”.

A Seção Sindical não teve representante na reunião do Setor, mas enviou essa resolução à Coordenação do Setor para conhecimento e informação.

1.2-Setor das Federais: a decisão tomada

image002 (4)

Os informes da Diretoria Nacional e os relatos de cada seção sindical presente foram seguidos de uma discussão de avaliação da situação e das posições apresentadas. Encerrado o debate, houve declaração nominal do voto de cada Seção Sindical. A posição de retirada do indicativo de greve nacional em junho recebeu 26 votos; houve 9 votos favoráveis ao indicativo de greve e, ainda, 3 abstenções.

“A reunião e o resultado dela demonstraram a prática democrática do Sindicato Nacional”, comentou a profª Marina Barbosa Pinto, 1ª secretária do ANDES-SN. Expressaram, também, a seriedade com que as decisões são tomadas.

1.2-Setor das Federais: ampliar a mobilização

Ao mesmo tempo, foi decidido continuar insistindo e pressionando pela retomada das negociações com o Ministério da Educação (MEC), em torno da pauta de reivindicações protocolada no início do ano. O desafio central é de ampliar a mobilização na defesa de nossas reivindicações, com ênfase para quatro itens: 1) reestruturação da carreira; 2) valorização salarial com paridade dos ativos e aposentados; 3) melhores condições de trabalho; 4) defesa da autonomia.

Neste sentido, o Setor manteve a perspectiva de construção da greve nacional como importante instrumento de luta para avançar nessas conquistas.

A diretoria da Seção Sindical realizará reunião, ainda nesta semana, em que, em base nos dados recebidos do Sindicato Nacional, definirá posicionamento.

Fonte: ANDES-SN, 09/06/2014, e Sedufsm-Seção Sindical, 10/06/2014; edição pela Seção Sindical/UFRGS.

2-Salários dos docentes federais seguem corroídos pela inflação mesmo após reajustes

Estudo do Dieese aponta perda no poder aquisitivo de quase todos os docentes federais

Novo levantamento realizado pelo Dieese para o ANDES-SN aponta que grande parte dos docentes das Instituições Federais de Ensino segue com a remuneração corroída pela inflação e que o reajuste, tão alardeado pelo governo federal em 2012 e parcelado em três anos, não recompõe o poder aquisitivo da categoria, muito menos reflete em ganho real para os professores.

As bases dos cálculos do Dieese

As projeções tomam por base os índices inflacionários ICV/Dieese e IPCA/Ibge. Para as projeções futuras, é utilizada a média mensal da inflação registrada nos últimos 30 meses.

Os estudos foram realizadas tanto para os docentes do Magistério Superior quanto para os do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt). Nos dois casos as variações são semelhantes.

Todos os cálculos tomam como base inicial o salário de julho de 2010, data em que passou a vigorar a última tabela da  Lei 11.784/2008 (que foi, também, resultado de um “acordo” que o ANDES-SN não assinou porque rifava e prejudicava vários segmentos da categoria, e particularmente os aposentados).

Discurso do governo X realidade inflacionária, agravada pela retirada de direitos de segmentos específicos

Na avaliação da profª Marinalva Oliveira, presidente do ANDES-SN: “Estes estudos demonstram que, por trás do discurso do governo de que deu aumento aos professores, na realidade o nosso poder aquisitivo vem oscilando para baixo do patamar que tínhamos em 2010. Os reajustes não recuperam o poder aquisitivo dos docentes, corroído pela inflação do período”.

De acordo com a profª Marinalva, os cenários apontados pelos levantamentos são agravados pela retirada de direitos e salário de segmentos específicos da categoria, decorrentes das alterações que desestruturam a carreira, especialmente dos aposentados e dos novos professores.

O estudo do Dieese apresenta quatro cenários e compara o reajuste no período analisado em contrapartida com a inflação acumulada. Em cada um de nossos próximos boletins, apresentaremos um dos cenários: a) de julho de 2010 até julho de 2014, b) até dezembro de 2014, etc.

Leia mais aqui. Outrossim, o nº 33 do caderno InformANDES contém uma matéria de duas páginas sobre o referido estudo do Dieese; a matéria será em breve disponível em nosso blog.

Fonte: ANDES-SN, 16/04/2014; edição pela Seção/UFRGS.

3-Municipários em greve demonstram força e união; exigem negociação efetiva, sem subterfúgios, com propostas “no papel”

Em Assembleia Geral numerosa (cerca de 2 mil presentes), havida no dia 29/05, dirigida pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre – SIMPA, os servidores da prefeitura de Porto Alegre decidiram entrar em greve a partir da segunda-feira 02 de junho. Foi a resposta dos municipários à Administração Municipal que, após desconversar e procrastinar as negociações em sucessivas reuniões, solicitara mais dez dias de “estudos” para apresentar uma proposta.

Na sexta-feira 06/06, cerca de três mil funcionários do município lotaram não somente o Auditório, mas também todos os andares e corredores da Câmara Municipal, quando o vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB) participou de reunião pública com os vereadores e a diretoria do Sindicato. Houve alguns avanços, mas o vice-prefeito se negou em “pôr no papel” as propostas que apresentou oralmente!

Houve nova reunião de negociação nesta última quinta-feira, 12/06, quando a Prefeitura finalmente aceitou negociar a questão dos dias parados. O governo continuou se recusando a apresentar uma proposta por escrito, mas, após muita pressão, teria aceito que fosse feito uma Ata da reunião, cuja elaboração está sendo lenta e difícil.

Leia mais aqui e veja as numerosas fotos que dão uma ideia da força e da união dos municipários de Porto Alegre em greve.

Fontes: Sul21 e Cpers.

Seção Sindical do ANDES-SN: sindicato de verdade!

– Ensino Público e Gratuito: direito de todos, dever do Estado!

– 10% do PIB para Educação Pública, já!

Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: