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InformANDES na UFRGS, ano 2014, nº 3, 12/01/2014.

PAUTA:

1-Foi lançado o volume 2 do Dossiê Nacional do ANDES-SN sobre Precarização do trabalho docente.

2-O “Caso Julinho”: a polêmica em torno do Colégio Estadual Júlio de Castilhos.

3-CPERS convoca Ato contra a intervenção no Julinho e em defesa da escola pública.

4-Está ocorrendo a distribuição do nº 27 do caderno InformANDES.

_____

1-Foi lançado o volume 2 do Dossiê Nacional do ANDES-SN sobrePrecarização do trabalho docente

O agravamento da precarização, que acomete vários setores e segmentos instituições federais de ensino (IFEs), se repete em diferentes níveis por todo o país. É essa a temática do segundo volume do Dossiê Nacional 3 sobre “Precarização do trabalho docente”.

Em 90 páginas e a partir do tema central “Na defesa da educação pública de qualidade”, é dada a continuidade às denúncias feitas no primeiro volume do Dossiê, em relação às condições de trabalho às quais têm sido exposta a comunidade acadêmica, e em relação às consequências do processo de expansão adotado pelo governo com a implementação do Reuni, entre outras questões.

Os temas variam desde questões materiais (como a falta de salas de aula, bibliotecas e laboratórios) até o ataque aos valores e condutas impostos às relações (como o autoritarismo e o assédio moral), passando por uma inflexão negativa a respeito do carater público do ambiente e dos percursos acadêmicos, como é o caso desestruturação da carreira docente.

São também analisados o desvio ideológico na concepção do mérito acadêmico, as perdas de direitos e o empresariamento dos hospitais universitários.

Para a produção das reportagens, foram entrevistados docentes de todo o país. O lançamento nacional do Dossiê/volume 2 ocorreu simultaneamente em Boa Vista (RR), Marabá (PA), Teresina (PI), Rio de Janeiro (RJ) e Pelotas (RS), durante os Encontros Regionais do Sindicato Nacional realizados naquelas cidades em 06 e 07/12/2013.

Confira aqui a versão digital da publicação

Fonte: ANDES-SN, 09/12/2013.

2-O “Caso Julinho”: a polêmica em torno do Colégio Estadual Júlio de Castilhos

No último dia 22 de dezembro, o jornal Zero Hora publicou uma reportagem intitulada “Lições da turma 11F”, baseada na observação do cotidiano de uma turma do ensino médio do Colégio Estadual Júlio de Castilhos (conhecido como “Julinho”). A reportagem expôs problemas que são sabidamente comuns à rede estadual, como a falta de professores e a evasão dos alunos. E trouxe à tona também a polêmica sobre a reestruturação do ensino médio iniciada em 2012, denominada pelo governo “Ensino Médio Politécnico”.

No dia seguinte, a Secretaria da Educação instaurou uma sindicância para apurar supostas irregularidades, e o Secretário José Clóvis declarou que os problemas seriam decorrentes de “má gestão” por parte da direção da escola. O CPERS (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado) de imediato manifestou sua solidariedade à direção e aos professores do Julinho, oferecendo assessoria jurídica ao diretor e denunciando a precariedade da rede e a imposição da reforma, “um ataque à educação tanto no seu mérito quanto no seu método”.

Em 28 de dezembro, a ZH dedicou suas paginas 4 e 5 ao assunto, reproduzindo as respostas de cinco especialistas universitários a cinco perguntas e as colocações de nove leitores, além de posicionamento da jornalista e da Editora de Educação. A tônica das colocações é que a situação do Julinho não destoa da situação das demais escolas, não se trata de um caso isolado.

No dia 2 de janeiro, a Zero Hora publicou dois artigos sobre o tema: um de autoria do professor Antonio Esperança, diretor do Julinho, que expõe os esforços e as dificuldades enfrentadas pelos professores no cotidiano, face às condições gerais da rede e à implantação da reforma; e outro do Secretário José Clóvis, que defende as ações de governo e a reestruturação como superação de um  “currículo que não dialogava com as necessidades e a realidade da juventude do século 21”.

No dia 09 de janeiro, o diretor do Julinho depôs na Comissão de Sindicância instaurada pela Secretaria de Educação – Seduc. A diretoria do CPERS-Sindicato foi impedida de estar presente no depoimento (leia aqui).

No “caso Julinho”, as questões de fundo são duas:

1-A situação retratada, pela reportagem da ZH, no Julinho constitui um caso isolado ou é semelhante à das demais escolas da rede estadual? O entendimento da diretoria da Seção Sindical é de que esses problemas são sabidamente comuns à rede estadual;

2-a postura em relação à reestruturação do ensino médio iniciada em 2012, denominada pelo governo de “Ensino Médio Politécnico”: essa questão será tema de matéria deste boletim em uma de suas próximas edições.

3-CPERS convoca Ato contra a intervenção no Julinho e em defesa da escola pública

No dia 09 de janeiro, a ZH publicou artigo da presidente do CPERS, profª Rejane de Oliveira, que pergunta, a respeito da Comissão de Sindicância instaurada pelo governo estadual no Julinho: “Qual o objetivo dessa sindicância? Fazer uma intervenção no Julinho? Torná-lo politicamente submisso? Destituir a direção da escola para colocar os seus? Será que já não vimos isso antes?”

A partir da avaliação de que a Sindicância tem o objetivo de preparar o terreno para uma intervenção no Colégio, o CPERS convoca Ato (“Em defesa do Julinho e contra a intervenção”), a realizar-se nesta terça-feira, 14/01, às 10h00, em frente ao referido Colégio (Praça Piratini, nº 76 – Bairro Santana).

Entendendo que os problemas vivenciados pelo Julinho são sabidamente comuns à rede estadual, a diretoria da Seção Sindical ANDES/UFRGS se fará presente no Ato para prestar sua solidariedade à direção e professores do Colégio e para se posicionar contra qualquer medida de intimidação, coação ou repressão; também, convida os docentes da UFRGS a manifestarem solidariedade com o Colégio Julinho, sua direção e professores.

4-Está ocorrendo a distribuição do nº 27 do caderno InformANDES

Entre outras matérias, a pauta do nº 27 do InformANDES traz um estudo sobre “o que restou da Constituição Federal” aprovada em 1988, oferece uma análise do processo de privatização do petróleo brasileiro e da própria Petrobras, junto com uma entrevista com Ildo sauer, ex-diretor de energia e gás da Petrobras no governo Lula; ainda traz uma matéria sobre a aposentadoria especial para os servidores federais que trabalham em ambientes insalubres, bem como sobre a campanha contra violência à mulher, aprovado pelo encontro do Movimento Mulheres em Luta.

O caderno InformANDES é distribuído gratuitamente aos sócios e demais interessados, podendo ser solicitado através do e-mail desta Seção.

 

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