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Estudo do Dieese aponta perdas salariais dos docentes das IFEs – mesmo com ‘reajuste’

O vencimento de boa parcela dos docentes das Instituições Federais de Ensino (IFEs) já apresenta defasagem desde julho. O levantamento é da subseção do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A pesquisa apresenta o cálculo da evolução salarial dos professores da Carreira do Magistério Superior entre 1º de julho de 2010 (quando entrou em vigor a última parcela do reajuste previsto na Lei 11.784/2008) e 31 de julho de 2013. Os resultados são equivalentes para a Carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Ebtt).

As perdas entre 1º de julho de 2010 e 31 de julho de 2013

Entre 1 de julho de 2010 e 31 de julho de 2013, quase todos docentes localizados nos níveis Adjunto e Assistente, que concentram maior parte da categoria, observaram perdas salariais, independente de nível, titulação e regime de trabalho.

No caso daqueles com doutorado, independente do regime de 20 horas, 40 horas ou dedicação exclusiva, todos dos docentes já amargam perdas salariais, que variam entre 1,59% (associado nível 4, 40h) e 3,64% (adjunto nível 4, 40h), de acordo com o índice de inflação do ICV-Dieese.

A projeção até o final de 2014

A próxima alteração na tabela remuneratória está prevista para março de 2014. Na projeção até o final de 2014, o quadro só aprofunda as perdas salariais dos professores. Analisando a mesma titulação, as perdas chegam a 7,41% para os adjuntos, nível 3, em regime de 40 horas. De todos os docentes com doutorado, apenas aqueles que são titulares em dedicação exclusiva terão ganho real de 1,95%.

Todos os demais níveis e regimes deveriam ter os salários corrigidos, no mínimo, entre 1,01% e 8% para não chegar em dezembro de 2014 com a remuneração defasada, com base nas projeções do índice do ICV-Dieese.

Os critérios e índices usados pelo Dieese

A projeção do estudo vai até 31 de dezembro de 2014, com base na média mensal da inflação registrada entre julho de 2010 e julho de 2013. Logo, os valores seguirão sofrendo corrosão inflacionária.
O levantamento compara o reajuste no período em contrapartida com a inflação acumulada, tanto com base no índice do ICV-Dieese quanto do IPCA-Ibge, apurando se houve ganho ou perda salarial.

Confira aqui as tabelas ou aqui

 

Fonte: ANDES-SN, 20/08/2013.

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