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Deputados pedem ao governo retomada das negociações com docentes e técnico-administrativos em greve nas IFEs

Deputados reuniram-se na última quarta-feira com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar da greve nas universidades federais. Os parlamentares pediram à ministra que as negociações com representantes dos professores e servidores sejam reabertas, mesmo que o governo ainda não tenha definido uma proposta de reajuste. Nesta segunda-feira, a ministra comunicou a todas as entidades sindicais de servidores que o governo só retomaria o diálogo a partir do dia 13 de agosto.

Os parlamentares que participaram da reunião integram as comissões de Educação e Cultura, e de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Segundo o presidente da Comissão de Educação, deputado Newton Lima (PT-SP), a ministra não se comprometeu com a volta imediata das negociações, mas ficou de pensar no assunto.

Os deputados também pediram uma solução conjunta para os professores e os técnicos administrativos das universidades, que apresentaram propostas de reajuste salarial diferentes para o governo. Segundo os parlamentares, o atendimento de apenas uma das categorias não acabaria com a paralisação das aulas nas universidades. Os professores estão em greve desde 17 de maio. Já os técnicos deflagraram o movimento em 11 de junho.

Outras categorias

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), que também participou do encontro, disse que os parlamentares pediram a retomada do diálogo com todas as categorias do funcionalismo em greve. Além de servidores das universidades, a paralisação atinge diversos órgãos do Executivo, como a Fundação Osvaldo Cruz, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com Alencar, o governo está “muito tímido na negociação”. Ele afirmou que o Executivo tem que ser mais sensível às propostas dos servidores. “Um dia de greve, em qualquer setor, deveria ser olhado com aflição pelo Executivo”, disse Alencar. “O governo tem que negociar à exaustão”.

Fonte: Câmara dos Deputados
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/423268-DEPUTADOS-PEDEM-AO-GOVERNO-RETOMADA-DO-DIALOGO-COM-SERVIDORES-EM-GREVE.html

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4 Comentários

  1. Reflitam sobre a “ousadia” do governo em propor correção para 2014 e 2015. Afinal quem pode fazer previsões sobre o desenrolar da crise mundial? Será que este governo tem bola de cristal? – TRATA-SE DE UMA FALÁCIA.
    Nos anos 2014 e 2015, o governo vai fazer as correções que achar que deve fazer, como sempre. Nada indica que a crise econômica vai refluir e é por isso que precisamos marcar nossa demanda como de reposicionamento na escala salarial, compatível com a importância de nossas atribuições, já assumida pelo governo e com o planejamento de uma nação produtiva e economicamente forte. Precisamos de correção em 2012 e não de “ousadias e estoicismo” do governo para 2014/2015. O país não pode ficar parado frente à crise.
    A ministra do planejamento não menciona o fato de que a correção média ponderada sobre a distribuição dos índices na base salarial da atual carreira não dá mais do que 11,5%, o que chama a atenção para a grande maioria dos professores, que são os iniciantes e intermediarios na carreira, cuja correção ficará mesmo nos 25%, portanto bem menor que a inflação prevista até 2015. Ou seja, entre as vantagens alardeadas, consta a aplicação de um arrocho salarial à maioria dos professores, nesse caso, o que dizer dos técnicos cuja correção tem previsão de 0% até agora.
    É essa a forma que o governo pretende adotar para financiar a festa dos banqueiros, inflação de 33% e correção de 11,5% no orçamento. Uma bela fórmula para burlar a determinação legal da irredutibilidade dos salários, más um crime para com a juventude, pois não há como impedir que esse novo achatamento se converta em maior queda de qualidade da educação pública brasileira. Profissionalismo sim, sacerdócio não.

    Responder
  2. Parece que o Governo Federal está muito ocupado com outras questões e não percebe a gravidade deste movimento paredista dos Servidores Públicos Federais. Se não for o caso, isto é, se não estiver muito preocupado com outras questões mais graves, parece insensatez. A radicalização de ambos os lados não é bom para ninguém, especialmente para o Governo em um ano eleitoral. Aqui em Fortaleza, o candidato petista, que aparece ao lado da imagem do LULA (suicida político – aliança com MALUF) já não vai vencer no primeiro turno e corre o risco de nem ir para o segundo turno. Outros candidatos, ditos independentes, começam a crescer na simpatia do eleitorado. Os que não acreditam mais neste sistema eleitoral puxam o voto nulo ou o não votar. A expectativa é que o número de votos nulos e abstenções cresçam significativamente. Talvez isto seja bom para o país, considerando que se o número de votos nulos atingirem um patamar percentual, as eleições serão anuladas e, portanto, os atuais candidatos não poderão mais concorrer neste pleito. Em outra palavras, teríamos uma verdadeira renovação nos políticos do país e uma nova esperança de mudança, pois o povo não acredita mais em novas políticas públicas com velhos políticos partidários.
    Prof. José Valdeci de Lima.
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE.

    Responder
  3. Elisângela Granja

     /  9 de agosto de 2012

    A falta de Responsabilidade deste governo só vem comprovar o quanto nos seres humanos somos insignificantes para eles(governo),com essa greve prejudicando milhões de alunos e essa ministra vem com frieza falar que negociar somente depois do dia 13, a falta de comprometimento e respeito nos deixa a desejar.A resposta de tanta indignação para com vocêsiremos dar em breve, que Deus nos de esperança em um Brasil que pense em Educação como prioridade ao contrario do que estamos vivenciado nesse momento de desprezo e irresponsabilidade.”

    Responder
  1. Deputados pedem ao governo retomada das negociações | UNIRIO EM GREVE

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