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Assembleia dos Docentes da UFRGS reprova proposta do MPOG/MEC

A Assembleia Geral dos docentes da UFRGS, no dia 26 de julho, na FACED 
(Campus Centro) reprovou a proposta do MPOG/MEC com base nos seguintes 
motivos:

- O reajuste proposto (para 2015) não repõe as perdas salariais do período;
- A maior parte de nossa remuneração continua sendo apenas 
gratificação, não salário;
- A proposta não corrige o achatamento salarial que vem sendo imposto 
aos aposentados;
- A carreira docente fica ainda mais desestruturada do que já é, não 
valorizando adequadamente regime de trabalho e titulação;
- A carreira proposta não é atrativa para os jovens docentes;
- A proposta ainda insiste em não unificar as duas carreiras de 
docentes federais;
- Também não menciona nada sobre as precárias condições de trabalho 
resultantes da expansão desordenada do REUNI.

A AG ainda aprovou duas moções: uma de apoio a participação da FASUBRA 
na mesa de negociação e outra de repúdio ao Proifes, pela postura 
anti-democrática na mesa de negociação e desrespeitosa com suas bases.
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5 Comentários

  1. Stelio Araujo

     /  27 de julho de 2012

    Parabéns aos educadores da UFRGS!
    Por mostrar mais uma vez que nossas convicções são pela educação. Enquanto o governo prefere exibir decretos, que não são Leis, vamos continuar a luta.
    Está em pauta mostrar aos brasileiros que está é a atividade que encaminha o Brasil para ser realmente representativo para seu povo e no cenário mundial.
    Estamos vencendo a batalha da mídia o que indica ser este o momento certo para nossas justas demandas, a quanto tempo negociadas e reprimidas, isso indica que já existe alguma compreensão popular sobre a insubstitulidade da tarefa da educação e dos educadores no processo de desenvolvimento do país.

    Responder
  2. Puxa, um “parabéns”!!!

    Responder
  3. ricardo savaris

     /  29 de julho de 2012

    As justificativas dadas nesse site são insuficientes.
    Fala sobre nao repor perdas salariais, mas ao fala qual período. Se for considerado desde 2010, existe reposicao acima da inflação.
    A estrutura de níveis sem classes é uma grande falácia. Só se sustenta porque deseja um aumento inicial de 55%, 77%se recebermos o aumento linear de 22%, mas fica difícil perceber o que queremos, Mesmo assim, como repor a inflaçao num sistema de steps de 5% a cada 2 anos, tendo uma inflaçao projetada de 5% a cada ano?
    Segundo. Nessa estrutura de carreira, leva-se 24 anos para chegar no topo, enquanto a proposta pelo governo leva 19.
    Terceiro: vejamos um exemplo: prof doutor que entra na carreira dos 13 níveis, com salario inicial de R$ 8639,00, ou seja, bem acima do valor minimo pela ANDES para ter as condicoes minimas de sobrevivencia, e teto de 17057,00. Valores da tabela governo, para piso e teto, com os steps de 5%.
     Pela proposta de carreiras com 13 níveis, sem classes, além de desestruturar as nossas carreiras, isolando as redes de IFES das demais instituições de ensino superior e pesquisa do Brasil e do exterior, os prejuízos para os novos contratados (quase todos) seriam na ordem centena de milhar. Um novo contratado perderia quase meio milhão de reais, ao longo de sua vida acadêmica e levaria para a aposentadoria um novo prejuízo, superior a 11%. Perderiam também os mestres (MS e EBTT) e os especialistas (EBTT). Em suma, quase todos os novos contratados seriam muitíssimo afetados. Os aposentados mais antigos seriam, da mesma forma, severamente atingidos, já que perderiam suas vantagens relativas ao Artigo 192 da Lei 8112, que se lhes dá complemento igual a diferença de vencimentos entre classes – que desapareceriam. Enfim, um verdadeiro desastre a proposta de estruturacao da ANDES a qual é baseada no valor e não na estrutura.
    Veja o exemplo. Para chegar no topo do teto, pela carreira de 13 níveis, levaria 24 anos, enquanto que pela proposta pelo governo, 19anos. Há ainda a possibilidade de fazer um fast track para titular pela proposta do governo. Pela ANDES, não!
    Quarto e quinto: condicoes de trabalho não é carreira, logo não se aplica. Unificar as 2 carreiras do EBTT e MS. Nao vejo probelma na não unificacao se não há barreiras como dar aula em pós-graduação ou numero de publicacoes, mas não é essa a verdade. Para chegar no nível 13, ou titular o governo deseja que haja um memorial e banca, com produção científica. Isso será um fator prejudicial para o EBTT e para o colégio de Aplicação se for impllantado a carreira unica, pois a dinamica tende a ser a do MS, a qual é mais exigente. Porém, porque exigir a unificacao, se os valores são iguais?
    Além disso, o governo tras uma proposta de qualificacao para o EBTT sobre o notório conhecimento que equivaleria ao mestrado e doutorado, beneficiando o EBTT, enquanto a proposta da ANDES não traz isso.
    Em muitas palavras, decisão errada cao não pensar com suas próprias mentes, mas seguindo a cabresto o CNG.

    Responder
  4. Cosmo

     /  29 de julho de 2012

    Parabéns aos educadores da UFRGS pela postura firme coerente, mas ainda acho que uma moção de repúdio ao PROIFES é pouco.

    Responder
  1. Seção Sindical ANDES/UFRGS

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